Manaus está no coração da maior floresta tropical do mundo. Eu sempre tive vontade de conhecer a capital do Amazonas e saber mais sobre a história da nossa floresta. Pra quem compartilha desse mesmo desejo e tem pouco tempo disponível, decidi escrever sobre o que fazer em Manaus em um final de semana.
Melhor época para Conhecer Manaus
Antes de saber o que fazer em Manaus, é muito importante que você saiba sobre o tempo por lá.
Chove muito por la e a sensação é, quase sempre, de abafado. No verão amazônico (junho até novembro) costuma chover menos e passa bem rápido.
Quando a chuva diminui, o nível d´água dos rios também baixa. Em agosto já começam a aparecer as praias. Já entre outubro e dezembro, o nível d´água baixa tanto que alguns passeios de canoa são substituídos por caminhadas.
Junho e julho costumam ser os melhores meses para um bom equilíbrio entre nível d´água x chuvas.
Agora que você ja sabe quando ir, está na hora de descobrir o que fazer em Manaus.
O que fazer em Manaus
São muitos os atrativos de Manaus, principalmente para quem pode ficar mais tempo e se hospedar em um hotel de selva, como fez a Lily, do blog Apaixonados por viagens. Confira aqui a experiência dela.
Mas, para aqueles que, assim como eu, têm apenas dois dias na cidade, separei uma listinha das experiências que mais gostei.
Nadar com o boto-rosa
Esse era o momento mais esperado por mim. Eles são lindos, dóceis e, o mais importante, livres. Tive todas as minhas expectativas superadas e foi um momento incrível. Não deixe de viver essa experiência.
Nadando com os botos
Infelizmente os botos rosa encontram-se ameaçados de extinção, o que me deixa muito triste e preocupada.
Presenciar o encontro das águas
A oportunidade de presenciar o encontro das águas do rio Negro e do rio Solimões é algo muito bacana. Sem dúvida, é um dos principais atrativos de Manaus.
Os rios têm velocidade e temperatura diferentes. Enquanto o Solimões é frio e rápido, o Rio Negro é quente e lento, sendo exatamente essa diferença que gera o espetáculo do encontro.
Encontro dos Rios
Sem sombra de dúvida, melhor do que observar a diferença da cor da água é sentir a diferença da temperatura.
Inaugurado em dezembro de 1896, o teatro preserva a história e a riqueza de Manaus da época do ciclo da borracha. Fiquei encantada com a beleza externa e, principalmente, interna do teatro.
Não deixe de fazer a visita guiada. Você vai se surpreender com a história e a beleza de um dos símbolos da capital do Amazonas. O teatro recebe visitantes de terça a sábado, das 9h às 17h. Mais informações sobre o teatro você encontra aqui.
Alimentar Pirarucu
O pirarucu é um dos maiores peixes de água doce do Brasil, podendo pesar até 200 kg e chegar até 3 metros de comprimento.
Eu nunca tinha visto peixes tão enormes e fiquei impressionada com a força que eles têm. Foi muito divertido alimentar esses gigantes.
Visitar a Floresta Inundada
Esse passeio é um dos atrativos imperdíveis em Manaus, mas só é possível na época de cheia do rio, sendo completamente diferente e interessante.
Poder passar de barco ao lado das árvores foi algo incrível que eu nunca tinha feito.
Contemplar o pôr do sol na Floresta Amazônica
Mais um momento que ficou gravado na memória. O pôr do sol visto do meio da floresta Amazônica é incrível e inesquecível.
Uma pena que meu celular não conseguiu captar a beleza do momento. Mas tenha certeza que você irá se surpreender.
Visitar uma aldeia indígena
Adorei conhecer a cultura e os costumes de uma tribo indígena. Saber mais sobre seus hábitos e rotina foi algo surpreendente.
Os índios fizeram uma apresentação super bacana de suas principais danças. No final, chamaram os turistas para dançar e ocorreu uma enorme confraternização.
Conhecer uma Comunidade Ribeirinha
Imagine famílias inteiras vivendo sobre as águas do rio? Além das diversas casa, também visitamos a escola, igreja, restaurante e até lojinhas de artesanato na comunidade.
Comunidade Ribeirinha
Somente vivendo essa experiência, eu pude entender melhor sobre a cultura dessas famílias.
Conhecer a Orla de Ponta negra
O bairro é o mais luxuoso de Manaus e sua orla é muito bonita. Diversas opções de lazer fazem a alegria de moradores e turistas.
Apesar da foto estar péssima, você precisa conhecer Ponta Negra e seus contrastes com o restante da região de Manaus.
Espero que tenha curtido a dica e que, principalmente, sua experiência seja incrível. Qualquer dúvida ou pergunta, pode deixar aqui nos comentários que responderei assim que possível. Te Vejo em Manaus ♥
*Post escrito em 20/03/2018 e atualizado na data de hoje.
Surpreenda-se com a natureza dos parques de Brasília. A capital federal proporciona grande qualidade de vida aos seus moradores e, embora muitos não saibam, tem muitos parques com alto índice de área verde.
Portanto, aproveite para admirar as belezas do cerrado, os parques, as árvores nativas, as cachoeiras, o nascer e o pôr do sol, os flamboyants, os ipês e os projetos paisagísticos espalhados por toda a cidade.
Se preferir praticar esportes, use o lago Paranoá para atividades como canoagem, wakesurf, kitesurf, SUP, ou natação.
Não deixe de contemplar também o céu de Brasília, que já serviu de inspiração para poesias, músicas, pinturas e fotografias. Confira também o post que fizemos com os melhores atrativos de Brasília.
Principais parques de Brasília
Muitas atrações possibilitam vivenciar Brasília enquanto cidade-parque através de suas principais áreas verdes e livres, propícias a caminhadas, pedaladas e outras práticas esportivas, que permitem o contato com a natureza e o relaxamento.
Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek
O Parque da Cidade, como é popularmente conhecido, é um dos maiores parques urbanos do mundo, com 4,2 quilômetros quadrados. A maior área de lazer ao ar livre de Brasília tem uma vegetação exótica, resultante do paisagismo planejado por Burle Marx.
As principais características de uso do parque são a recreação e o lazer, graças a uma estrutura que contempla quadras de esportes, lagos artificiais, parques de diversão, parque infantil, centro hípico, pistas de caminhada, patinação e ciclismo, kartódromo, restaurantes, bares, churrasqueiras e a Praça Eduardo e Mônica, erguida em homenagem a Renato Russo, músico do grupo Legião Urbana.
Parque Nacional de Brasília – Água Mineral
O Parque Nacional de Brasília, mais conhecido pelo apelido de “Água Mineral”, é uma das mais importantes unidades de conservação de proteção integral do bioma cerrado. Oferece diversas trilhas para caminhada e ciclismo.
Os principais atrativos do parque são a contemplação da natureza em trilhas demarcadas, cursos de educação ambiental, visitas a exposições e possibilidade de desfrutar de piscinas com águas correntes. O parque funciona todos os dias das 8h às 16h.
Parque de uso múltiplo da Asa Sul
Situado na área tombada de Brasília, abriga uma lagoa cercada de árvores em meio à mata, com quiosque e pergolado, que propicia o avistamento de aves e a contemplação da natureza.
No interior, foram plantadas milhares de mudas de árvores do cerrado por meio de compensações florestais para deixar ainda mais agradável a caminhada pela sua coopervia de 2,4 km.
O parque oferece espaços de lazer como duas quadras poliesportivas, duas academias ao ar livre um ponto de encontro comunitário. A sede do parque é uma casa demonstrativa de permacultura, um modo de construção de menor impacto ambiental. Funciona diariamente, das 6h às 19h
Parque Ecológico Olhos-d’Água
Um dos principais parques de Brasília, possui grande biodiversidade, com invertebrados, aves, peixes, répteis, anfíbios e pequenos mamíferos, além da bela e rica flora. O parque abriga também a Lagoa do Sapo, repleta de nascentes.
Esta unidade oferece a seus visitantes trilhas bem pavimentadas, relógio de sol e áreas para contemplação, além de servir de palco para diversas atividades culturais, desde espetáculos teatrais e musicais até programações mais alternativas, tais como encontros de ioga, tai chi chuan ou meditação. O parque funciona todos os dias das 5h30 às 20h.
Parque Ecológico Dom Bosco
O parque está à beira do Lago Paranoá, próximo à barragem. Proporciona ao visitante lindas paisagens e diversas trilhas. Com uma rua inclinada e asfalto liso, o local se tornou uma verdadeiro paraíso para andar de skate.
O letreiro “Eu Amo Brasília” é procurado por diversos turistas para tirar fotos. O parque está aberto todos os dias, das 6h às 18h.
Parque Ecológico de Águas Claras
Em seu interior flui o córrego Águas Claras, que deu origem ao nome da cidade, caracterizada por sua composição verticalizada. Longas e largas trilhas contornam o parque, tornando-o perfeito para corridas e caminhadas.
Diversas quadras, campos e equipamentos de ginástica reforçam a vocação esportiva desta unidade, que também propicia a contemplação da natureza e o relaxamento à beira da lagoa e nas sombras das árvores. Funciona diariamente das 6 às 22h.
Parque Vivencial do Lago Sul
Esporte ao ar livre é uma das atividades mais desenvolvidas neste parque. Pedalar, remar, correr, caminhar, pescar e o que mais a sua imaginação puder criar, pois ele oferece fácil acesso à margem do Lago Paranoá.
A unidade possui um morro artificial construído na década de 80, utilizado para o aprendizado do voo livre, esporte com tradição na capital. O parque funciona diariamente, das 6h às 18h
Parque do Lago Norte
O parque é composto por uma faixa verde ao longo do Lago Paranoá. Sua ciclovia é bem sombreada e atrai inúmeras aves e pequenos mamíferos. Possui, ainda, mesas de piquenique e áreas de lazer, onde o visitante pode se divertir curtindo a natureza.
Na margem do lago há um píer de madeira ideal para pesca e prática de esportes aquáticos, tal como a canoagem. O parque funciona todos os dias das 6h às 18h.
Além dos parques de Brasília
Brasília oferece diversos outros lugares que promovem um grande contato com a natureza e que vale a sua visita. Dois lugares imperdíveis são:
Jardim Botânico
O Jardim Botânico de Brasília possui aproximadamente 5 mil hectares de área total. Entretanto, 4500 hectares são destinados à pesquisa e preservação e 500 hectares estão abertos para visitação.
No JBB existem diversas trilhas que cortam o cerrado. Lindas alamedas de pinheiro, orquidário, centro de visitantes e uma simpática casa de chá completam as atrações. A visitação acontece de terça a domingo, das 9 às 17 h.
Lago Paranoá
Os parques de Brasília encantam, mas o icônico lago Paranoá é imperdível. Com 48 km de extensão e aproximadamente 38 metros de profundidade nas partes mais fundas, possui uma beleza ímpar que merece ser contemplada.
O lago mais famoso da capital do Brasil guarda muitas histórias e diversas curiosidades sobre a construção de Brasília. Além disso, seu entorno abriga diversos bares, restaurantes e hotéis.
Salve no Pinterest
Espero que tenha curtido a dica e que sua experiência seja tão incrível quanto a nossa. Qualquer dúvida, pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo nos Parques de Brasília!
Sempre fui frequentadora e muito fã da casa do Centro, mas ainda não tinha conhecido o Bistrô Ouvidor de Botafogo. O motivo: pura falta de oportunidade mesmo, pois desde que soube da inauguração ele já tinha entrado para minha lista de desejos gastronômicos.
Finalmente conhecemos a casa na semana passada e dividirei aqui com vocês nossa experiência.
Onde fica?
O bairro de Botafogo se transformou em um verdadeiro centro gastronômico carioca, com diversos bares e restaurantes. O bistrô chegou para trazer ainda mais opções e sabores para a nova região gastronômica queridinha da cidade.
No coração do bairro, o Bistrô Ouvidor de Botafogo está localizado na Rua Bambina, 145 – pertinho do metrô e da conhecida rua Nelson Mandela.
Vale lembrar que a rua Bambina já é uma velha conhecida daqueles que, assim como nós, frequentam a deliciosa Champanharia Ovelha Negra. Se você ainda não conhece, fica mais essa dica!
Sobre o Bistrô Ouvidor de Botafogo
Construído em uma bela casa de dois andares, o Bistrô de Botafogo mantém o compromisso de não perder a essência de um autêntico bistrô, assim como seu irmão mais velho localizado no Centro da cidade.
O objetivo da casa é oferecer um ambiente acolhedor e, ao mesmo tempo, informal, onde o ponto alto seja os pratos da alta cozinha com preços sempre justos.
Assim como os tradicionais bistrôs de Paris, o Bistrô de Botafogo oferece sempre o “Palt du Jour”, que são opções de pratos do dia, preparados com receitas exclusivas e originais.
Os pratos do dia são divulgados na fachada da casa e também nas redes sociais Instagram e Facebook.
Ambientes
O Bistrô Ouvidor de Botafogo possui dois charmosos ambientes e também aluga o espaço para casamentos e festas diversas.
O primeiro andar possui um salão super aconchegante e uma pequena varanda, enquanto o segundo andar conta com uma espaçosa adega.
Após ficar fechada por 4 meses por conta da pandemia, a casa reabriu recentemente e, a princípio, está funcionando apenas com o primeiro piso aberto e com um número reduzido de mesas e cadeiras. Vale lembrar que todas as mesas contam com álcool em gel.
Nossa experiência no Bistrô Ouvidor de Botafogo
Conhecemos o bistrô na última quinta-feira e tivemos uma saborosa experiência. Saímos de lá super satisfeitos e já estamos com vontade de voltar para experimentar a costela (carro chefe da casa).
A famosa costela defumada
Infelizmente, não foi desta vez que experimentamos a famosa costela defumada do Bistrô de Botafogo, pois ela ainda estava em preparo e já sabíamos disso quando decidimos fazer a visita na última quinta-feira.
smoker pit
A costela é preparada em uma smoker pit com queima de lenha macieira e leva 12 horas para ficar pronta.
Além da costela, outras carnes da casa (como a picanha Angus, por exemplo) também são defumadas na smoker pit.
Entrada
Começamos com os bolinhos de Pulled Pork e estou até agora tentando encontrar um adjetivo que possa definir essa delícia.
Pense em algo muitoooo gostoso! Além de uma crocância especial, os bolinhos possuem um recheio tão saboroso que ainda não consigo definir. O prato ainda vem acompanhado pelo delicioso molho barbecue da casa. Apenas experimente e depois me conte o que achou.
Prato principal
Experimentamos outro carro chefe do Bistrô Ouvidor de Botafogo – o delicioso churrasco misto para 2 pessoas.
Achei a quantidade bastante generosa para duas pessoas. As proteínas do prato são: a carne do dia (que, no caso, era o shoulder), frango recheado com bacon e linguiça. Os acompanhamentos foram molho a campanha, farofa, batata calabresa (também preparada na smoker pit) e um delicioso arroz maluco que eu amo. Tudo delicioso e impecável!
Não posso deixar de comentar sobre o delicioso gin tônica com limão defumado, que estava uma delícia.
Sobremesa
De sobremesa o Vini escolheu mousse de chocolate meio amargo.
Eu (que não como chocolate) fui de cheesecake de frutas vermelhas – delicioso!
Delivery Bistrô Ouvidor Botafogo
A casa está seguindo todos os protocolos sanitários para combater a pandemia de Covid-19. Entretanto, se você ainda não se sente confortável para sair de casa, a dica é pedir essas delícias pelo delivery.
O pedido pode ser feito diretamente pelo Whatsapp da casa no número (21) 99385-7417 ou pelo IFood.
Funcionamento
A casa está funcionando às quintas e sextas, de 12h às 16h e aos sábados e domingos, de 12h às 17h.
Salve no Pinterest
Espero que tenha curtido a dica e que sua experiência seja tão deliciosa quanto foi a nossa. Qualquer dúvida, pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo no Bistrô Ouvidor de Botafogo!
Mais dicas
De presente pra vocês, deixo mais duas dicas de lugares incríveis em Botafogo que vale a pena você conhecer.
Se você é um apaixonado por massas assim como nós, precisa conhecer “O Macarrão”, que tem massas artesanais deliciosas com preços super justos. A segunda dica é o Pub da Barbearia do Zé, que é perfeito para o happy hour com os amigos.
A Cachoeira da Macumba de Itaipava vem ganhando cada vez mais fama e frequentadores graças à belíssima janela natural formada próximo à sua queda. Muitos já chamam o local de Janela do Céu de Itaipava, ou Janela do Céu de Petrópolis, em alusão ao nome da famosa cachoeira localizada em Ibitipoca, Minas Gerais. Detalhe: diversas pessoas que já estiveram por lá sequer conheceram a parte da janela, pois é preciso subir um pouco mais a trilha para chegar nessa parte.
Independente do apelido, posso te garantir que a cachoeira é linda e, além da sua famosa janela, sua queda principal é perfeita para os praticantes de rapel. Nesse post vou te dar todas as dicas e informações necessárias para que você conheça esse lugar incrível com toda segurança.
Cachoeira dos 13
A cachoeira da Macumba também é conhecida por muita gente como cachoeira dos 13. Eu ouvi duas explicações distintas para o nome e, como não consegui descobrir qual é a correta (ou se as duas estão certas), contarei ambas aqui pra você:
O primeiro motivo desse nome seria por conta da cachoeira estar localizada no km 13 da BR-495, o que faz total sentido.
Já o segundo motivo seria porque, no passado, o local fazia parte da rota de fuga dos escravos e na redondeza existia o quilombo 13.
Já o nome Cachoeira da Macumba surgiu devido às diversas oferendas religiosas deixadas no início da trilha e, até mesmo, ao redor das quedas do primeiro poço.
Confesso que não vi nenhuma oferenda por lá quando visitei o local. Talvez o fato do local ter ficado mais conhecido e movimentado tenha contribuído para diminuir o número de oferendas por lá.
Como chegar na Cachoeira da Macumba de Itaipava
Localizada na serra que liga Itaipava a Teresópolis, a cachoeira é bem fácil de ser encontrada e, por estar bem próxima da cidade do Rio de Janeiro, vale até um bate-volta. O Google Maps possui a localização e te leva facilmente até lá.
Caso você já esteja em Itaipava, basta seguir pela BR-495 (Itaipava x Teresópolis) até as proximidades do km 13. A estrada é muito boa e existem placas indicativas na entrada da trilha. Não tem erro. Entretanto, sugiro que você vá prestando atenção nas quilometragens marcadas na estrada, pois a entrada e as placas que indicam a localização da trilha ficam do lado direito (sentido Itaipava x Teresópolis), logo após uma curva acentuada.
Entrada da trilha
O passeio já começa no caminho, já que esse trecho da BR-495 é muito bonito. Apesar de muitas curvas, a estrada proporciona um visual incrível com montanhas e árvores floridas, além de ser muito bem preservada e sinalizada.
Possui estacionamento próximo à Cachoeira da Macumba
Bem na entrada da trilha existe um espaço aberto com capacidade para estacionar uns 15 carros no máximo. Pra você conseguir parar por ali é necessário chegar cedo. Fomos durante o inverno num sábado de sol e, mesmo chegando por volta de 8h da manhã, pegamos a última vaguinha. Chegue cedo!
Pequeno estacionamento
Quando estávamos indo embora, percebemos que do outro lado da via existia algo tipo uma rotatória com diversos carros estacionados. Não sei bem se era um estacionamento ou um lugar que as pessoas pararam aleatoriamente.
Trilha para a Cachoeira da Macumba em Itaipava
A trilha inicia em frente ao pequeno estacionamento. Quando fomos, tinha um rapaz que vendia caldo de cana, água de coco e alguns biscoitos e sanduíches bem na entrada. Se você tiver esquecido, vale a pena comprar pelo menos água para beber durante a trilha. Mas não sei se ele está sempre por lá.
A trilha até a queda principal é super bem marcada e bem fácil. Até mesmo idosos e crianças podem fazer tranquilamente. Também vi muitos cachorros por lá.
Doguinho curtindo a cachoeira
Logo no início, com 3 minutinhos de caminhada, já encontramos a primeira parte da cachoeira. Muita gente gosta de ficar por ali para tomar banho e relaxar. Essa parte possui alguns poços e pequenas quedas.
Primeiro poço
Em menos de 10 minutos de caminhada chegamos na queda principal: um enorme e exuberante paredão de aproximadamente 35 metros de altura.
Nessa parte também possui um poço delicioso para quem gosta de relaxar e ficar embaixo da queda.
Janela do Céu de Petrópolis
Se, assim como eu, você ama a famosa Janela do Céu de Ibitipoca, saiba que agora nosso Rio de Janeiro também tem uma janela natural para chamar de sua. 🙂
A parte mais alta da cachoeira da Macumba em Itaipava forma uma linda janela natural que, além de ser um belíssimo cenário, possui um pequeno poço que é ótimo para quem gosta de relaxar em meio à natureza.
Primeira Janela
Para chegar na Janela do Céu de Itaipava, basta subir mais uns 5 minutinhos de trilha que, apesar de bem marcada, eu achei bastante exposta. Se você tem desconforto com altura ou não está acostumado a fazer trilhas, eu não aconselho ir até lá. Sua segurança deve estar sempre em primeiro lugar.
Área exposta
A vista do alto da queda d’água é muito bonita e as árvores são responsáveis pela moldura que transforma a vista em uma janela. São duas janelas: a primeira (onde as árvores são mais fechadas, deixando a janela menor) e a segunda, que fica ao lado, onde a vista é mais aberta e mais bonita.
Olhando as janelas de frente
Atenção: todo cuidado nessa parte da cachoeira da Macumba é pouco. De maneira alguma pise na parte molhada, pois se você escorregar, pode descer direto rumo à morte. Infelizmente, eu sobre que já ocorreram diversos acidentes nesse trecho da cachoeira. Por favor, tenha responsabilidade! Nenhuma foto vale colocar sua vida em risco.
Rapel na Cachoeira da Macumba em Itaipava
O rapel é montado na parte mais alta da cachoeira da Macumba. Quando cheguei na cachoeira, percebi que havia um grupo de amigos descendo de rapel e um rapaz que levava um pequeno grupo. É claro que não deixaríamos passar essa oportunidade, não é mesmo? O Vini perguntou se ele era guia e se tinha vaga para duas pessoas. Ficamos muito felizes quando ele disse que sim!
Dei uma olhada no equipamento – porque sou dessas – e já combinamos nossa descida. O rapaz se chama Bruno e nos cobrou R$ 40,00 pelo rapel, o que eu achei bem justo. Infelizmente, a empolgação foi tanta que esqueci de perguntar qual era a empresa dele. Entretanto, prometo que vou procurar por guias que façam esse rapel e atualizo aqui.
Paredão de 35 metros
São aproximadamente 35 metros de descida. Como fomos durante o inverno, a cachoeira estava com pouca água. Ainda assim, foi o suficiente para me deixar encharcada.
A maior parte da descida é positiva (tem pedra para apoiar os pés). Porém, existe dois momentos nos quais a aventura fica no negativo. No rapel, chamamos de negativo quando descemos apenas com o apoio da corda, sem ter onde encostar os pés. Confira nossa experiência em um rapel negativo.
A passagem pela parte negativa é bem rapidinha e, mesmo que você nunca tenha vivido essa experiência, tenho certeza que vai tirar de letra.
A aventura termina bem pertinho do poço principal da Cachoeira da Macumba de Itaipava. Bastante convidativo para um delicioso mergulho.
Importante lembrar
Evite ir em dias de semana, pois o local costuma ficar bem vazio;
se quiser apenas conhecer a cachoeira, não é necessário guia – a trilha é bem fácil;
chegue cedo, pois além de ter poucas vagas para estacionar, o local costuma ficar lotado;
se tiver chovido no dia anterior ou o tempo não estiver muito firme, adie o passeio. O risco de tromba d’água é grande.
recolha todo o seu lixo;
leve repelente e protetor solar.
Salve no Pinterest
Espero que tenha curtido a dica e que sua experiência por lá seja tão incrível quanto a nossa. Qualquer dúvida, pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te vejo na Cachoeira da Macumba em Itaipava!
Seja para se exercitar, praticar esporte ou para usar como meio de transporte a bicicleta é usada por milhões de pessoas em todo o mundo. Se você assim como nós ama curtir momentos incríveis pedalando despretensiosamente por ai você vai adorar esse post com as melhores Cidades para pedalar na América Latina.
Sempre que viajo procuro logo uma forma de alugar uma bicicleta para conhecer a região de forma mais natural e à vontade possível. Um passeio de bicicleta é maravilhoso não só para relaxar e sentir a vibe da cidade como também para turistar.
Melhores Cidades para pedalar na América Latina
Conheça algumas cidades que vale a pena curtir momentos inesquecíveis pedalando.
Punta del Este, Uruguai
A grande maioria das ruas de Punta del Este são calmas e planas, com poucas ou quase nenhuma ladeira a cidade é deliciosa para passar horas relaxando e explorando cada cantinho de bicicleta. A região possui deliciosas orlas, cheias de paisagens deslumbrantes e enormes calçadões, onde ciclistas e pedestres se respeitam e convivem em harmonia.
Punta del este é tão convidativa ao pedal que até mesmo os moradores estão sempre dando uma voltinha pela orla. No Ejoy Punta del Este, os hóspedes possuem bicicletas a disposição sem nenhum custo adicional a diária.
Bogotá, Colômbia
Bogotá é uma cidade super amigável para quem gosta de passear de bike. Não é à toa que é a única cidade da América latina a fazer parte do Copenhagenize Index, um ranking, que de dois em dois anos, divulga as vinte melhores cidades para pedalar no mundo.
Ciclovia em Bogotá
Bogotá ostenta excepcionais 540 quilômetros de ciclovias além disso, ainda possui projetos para aumentar ainda mais essa quilometragem. Atualmente, a bicicleta tem sido cada vez mais incentivada como meio de transporte. Durante sua visita a Bogotá aproveite para conhecer a Plaza Bolívar e o surpreendente bairro de Lá Macarena de bicicleta. Reserve sua hospedagem na região com desconto.
Rio de Janeiro, Brasil
Sem exageros e modestamente falando, a cidade do Rio de Janeiro na minha opinião esta entre as mais bonitas do mundo. Pedalar pelas ciclovias das praias da cidade Maravilhosa é uma experiência única e inesquecível.
Outra dica para contemplar a cidade do alto na região do Leme e Copacabana é conhecer o Forte Duque de Caxias, no Leme e tomar uma água de coco no rooftop do hotel Pestana Rio Atlântica, que ja está no país há mais de 20 anos e possui uma vista cinematográfica da praia mais famosa do Brasil.
Santiago, Chile
A capital chilena é considerada por muitos ciclistas como uma das cidades da América do Sul, mais amigáveis para a prática do cicloturismo. Com ruas planas e ciclovias por todos os lados a região é perfeita para ser explorada de bicicleta. Além disso, os motoristas de Santiago têm grande respeito pelos ciclistas.
Um roteiro que une belas paisagens e momentos de relaxamento e cruzar os mais importantes parques da cidade, como o Cerro Santa Lucia e o Cerro San Cristobal. Ta indo pedalar em Santiago, reserve sua hospedagem com desconto.
Buenos Aires, Argentina
A capital Argentina aos poucos foi inserindo as bikes em seu sistema de transporte. Com isso a cidade ficou bem mais amigável para o cidadão argentino que passou a usar a bicicleta como meio de deslocamento e para o cicloturismo. Em três anos, Buenos Aires ganhou aproximadamente 150 quilômetros de ciclovias que foi distribuída por toda a cidade. Com isso ela entra para a nossa lista das melhores Cidades para pedalar na América Latina.
Vários atrativos da capital argentina podem ser explorados de bicicleta como a casa Rosada e o bucólico bairro de La Boca. Uma dica boa de hospedagem para quem gosta de ficar no centro da cidade é o Pestana Buenos Aires, que esta localizado bem próximo da Avenida 9 de julio.
Triângulo das Serras, SP, Brasil
A região de Triângulo da Serra, próxima aos municípios de Santo Antonio do Pinhal, São Bento do Sapucaí e Campos do Jordão, vem como uma excelente opção para quem busca um lugar tranquilo, calmo e repleto de natureza para relaxar enquanto pedalar.
A dica de hospedagem é o Botanique Hotel & SPA, que oferece aos hospedes passeios de bicicletas pela região que é cheia de trilhas que merecem ser desbravadas.
Salve no Pinterest
Espero que tenham curtido a dica e que sua experiencia seja maravilhosa. Qualquer dúvida pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo nas melhores Cidades para pedalar na América Latina.
Você conhece o significado de todas as siglas que estão nos rótulos das cervejas? Eu confesso que demorei para entender e aprender sobre todos esses termos e, durante muito tempo, tive muitas dúvidas quanto a cada uma dessas letrinhas na hora de escolher minha cerveja.
Se, assim como eu, você já encontrou abreviações em rótulos de garrafas e latinhas – principalmente de cervejas artesanais – e ficou sem saber o significado, esse post é para você.
Significado das siglas nos rótulos das cervejas
As abreviações que aparecem nos rótulos cervejeiros trazem importantes informações que influenciam na cor, sabor, estilo e até teor alcoólico de cada rótulo.
Para ajudar a entender melhor e tirar todas as dúvidas dos rótulos da nossa bebida alcoólica preferida, o mestre cervejeiro Alexandre Vaz, da Ashby, explicou para nós do Te Vejo Pelo Mundo a definição das siglas mais frequentemente encontradas nas garrafas e latas de cerveja.
Essa sigla explica sobre os alfa ácidos e resume o nível do amargor do lúpulo. Esse número pode variar de 2,5 a 18 AA%. Explicando melhor: quanto maior o número ao lado dessa sigla, maior será o amargor do lúpulo usado na fabricação da cerveja.
ABV
Essa sigla quer dizer “Alcohol by volume”, ou seja, ela mostra o percentual de álcool na bebida. Toda bebida alcoólica tem a obrigatoriedade de ter essa informação em seu rótulo. Essa é uma das informações mais importantes no rótulo não só de uma cerveja, como em qualquer bebida alcoólica. Se você prefere cervejas com baixo teor alcoólico, fique de olho no seu ABV.
IBU
Essa é uma das siglas mais comuns que aparecem nos rótulos das cervejas. O IBU é uma unidade internacional que representa o amargor da bebida no mercado cervejeiro: “International Bitterness Unit”. Quanto maior o número do IBU no rótulo da cerveja, mais amarga ou lupulada ela será. Vale lembrar que o lúpulo é o maior responsável pelo amargor das cervejas. Além disso, ele é um conservante natural.
A sigla OG (“Original Gravity” – em português densidade inicial) mostra a quantidade inicial de açúcares da cerveja. O termo mostra que a brasagem durante a produção da cerveja foi feita corretamente e todo o amido foi transformado em açúcares. Essa medição é feita após a cerveja ser resfriada e antes da entrada da levedura no processo.
FG
É avaliando a “Final Gravity” (Densidade Final) que sabemos se a fermentação da cerveja foi finalizada. A FG explica a parcela de açúcares que foi transformada em álcool durante o processo de fermentação. Esse processo é feito no final da fermentação da cerveja.
SRM
O SRM (Standard Reference Method) seve para identificar a coloração da cerveja. Também é ele que diz qual malte e grau de torrefação foram utilizados na produção, pois eles interferem no sabor e na cor da cerveja, além de estarem ligados ao estilo da cerveja. Vale lembrar que existe uma grande variedade de malte, que diferem apenas no grau de torra e determinam a cor da cerveja.
Salve no Pinterest
Espero que tenham curtido a dica e que agora vocês não tenham mais dúvidas quanto ao significado das siglas nos rótulos das cervejas. Fique sempre de olho nas dicas etílicas, pois estamos sempre colocando novidades do mundo das cervejas e das bebidas em geral para vocês.
Sabe aquele dia de chuva e frio quando tudo que você quer é ficar quietinho em casa? Eu confesso que não sei (rs), pois sou muito elétrica e tô sempre animada pra tudo. Porém, tenho muitos amigos que gostam de ficar em casa, abrir um bom vinho e curtir algo interessante na calmaria do próprio lar. Foi pensando em pessoas como meus amigos que decidi separar alguns passeios virtuais em São Paulo para curtir sem sair de casa.
A primeira dica não poderia ser outra, né? Essa vale não só para conhecer locais em São Paulo, como em todo o Brasil e no mundo. Mas, nesse primeiro momento vamos focar no Brasil, certo? No nosso blog temos mais de 200 artigos que falam exclusivamente de destinos brasileiros e tenho certeza de que você vai adorar conhecer. Então, coloca aí na sua lista de favoritos do computador www.tevejopelomundo.com.br e venha viajar com a gente sem sair de casa.
Agora que já demos a dica de ouro 😊, vamos voltar ao foco.
Passeios virtuais em São Paulo
O intuito desse post é, sempre que possível, atualizá-lo com novidades e coisas interessantes para conhecer sem sair de casa.
Theatro Municipal
O Theatro Municipal de São Paulo foi inaugurado há 108 anos. Sua magnífica construção recebeu grande influência dos teatros de ópera europeus e foi erguido para ser sinônimo de luxo e poder para a alta sociedade de São Paulo. Durante a farta época do ciclo do café, os mais poderosos paulistanos desejavam uma casa de espetáculos que estivesse de acordo com suas posses para que pudessem receber grandes artistas do teatro e da música da época. Foi exatamente assim que nasceu o teatro.
Theatro Municipal de São Paulo
Atualmente, o Theatro Municipal de São Paulo é considerado o maior teatro de ópera do Brasil. E é com muito orgulho que toda a equipe do teatro preserva e valoriza toda a história construída até os dias de hoje, pois é um verdadeiro patrimônio vivo, não só de São Paulo, como de todo o país.
O Masp foi inaugurado em 1947 como um museu sem fins lucrativos e privado. Dessa forma, ele se tornou o primeiro museu moderno do Brasil e conta com um acervo de mais de 11 mil obras que inclui esculturas, pinturas, fotografias, objetos, vestuários e vídeos de inúmeros períodos, englobando a produção africana, europeia, asiática e das Américas.
O Masp possui o mais significativo acervo de arte europeia do hemisfério sul e está entre os museus mais conhecidos de São Paulo e do Brasil. Faça um delicioso tour agora mesmo em https://masp.org.br/acervo/explore.
Memorial da América Latina
O Memorial da América Latina de São Paulo foi inaugurado em 1989, no bairro da Barra Funda, zona oeste da cidade de São Paulo. É um verdadeiro centro de lazer e cultura, que teve seu projeto arquitetônico elaborado por Oscar Niemeyer.
Com área construída de aproximadamente 25 mil metros quadrados, o memorial possui galerias, salões, biblioteca e um grande pavilhão, tudo isso dedicado ao lazer e à cultura. Além disso, o memorial também abriga o auditório Simon Bolívar, que em 2013 sofreu um grave incêndio.
Esse se transformou em mais um dos passeios virtuais de São Paulo, já que, no site do memorial, podemos conhecer todo seu acervo e seus espaços.
Passeios virtuais em São Paulo
Museu da língua portuguesa
Inaugurado em março de 2006, o Museu da língua portuguesa é de imensa importância para o estado de São Paulo e para todo o país. O museu está situado no coração da cidade de São Paulo, na icônica Estação da Luz. O local não foi escolhido por acaso. No passado, os imigrantes que entravam no país passavam por essa estação. Atualmente, a estação continua sendo um espaço de convivência e contato entre diversas classes sociais e culturas.
Estação da Luz
Em 2015 o museu sofreu um grave incêndio, que acabou destruindo dois andares do prédio. Por conta disso, ele se encontra fechado para as obras de reconstrução. Ainda assim, é possível fazer um tour virtual e conhecer sua exposição principal. https://museudalinguaportuguesa.org.br/memoria/exposicao-principal/
Espero que tenha gostado das dicas e que seus dias em casa sejam cheios de novidades e boas histórias. Te vejo curtindo os passeios virtuais de São Paulo!
A região do Alentejo é a maior de Portugal e uma das mais procuradas por quem busca bons vinhos e paisagens naturais incríveis, como gigantescos campos verdes, enormes vinhedos e charmosos vilarejos. A região também possui grandes construções que contam muitas histórias. São conventos centenários, antigas igrejas, mas, sem dúvida, o que mais chama atenção são os castelos do Alentejo.
São tantos castelos espalhados pela região que algumas pessoas buscam roteiros específicos para explorá-los. Afinal de contas, eles guardam muitas histórias e informações sobre a cultura da região mais querida do país. Por conta disso, vamos reunir alguns dos principais castelos da região para que você possa escolher os seus preferidos e incluir na sua próxima viagem.
Em apenas um dia na região é possível conhecer diversos castelos e mergulhar na cultura e na história do Alentejo
No mapa acima, você poderá conferir exatamente a localização de cada um dos castelos que falaremos aqui.
Castelo Amieira do Tejo
O castelo está localizado em Amieira, uma charmosa e pequena freguesia (bairro) de Nisa, bem aos pés do rio Tejo. A fortaleza foi edificada por Álvaro Gonçalves (pai de D. Nuno Álvaro) durante o reinado de Afonso IV.
Castelo Amieira do Tejo
O castelo está muito bem preservado e possui uma exposição aberta ao público na torre de mensagem. Não deixe de visitar a capela que fica ao lado do castelo. Seu teto possui pinturas super diferentes e interessantes.
Castelo do Marvão
Esse é um dos castelos mais bem cuidados do Alentejo. Há quem diga que é o castelo mais preservado de Portugal e não é para menos. Tudo dentro e fora das grandes muralhas é impecavelmente cuidado e preservado.
O castelo do Marvão está a uma altitude de 843 metros, situado na área mais elevada da serra de São Mamede. Por conta disso, a vista lá de cima é simplesmente fantástica. Do alto da torre em dias de céu azul é possível ver até partes da Espanha, país vizinho a Portugal.
Castelo do Marvão
Apesar da visita ser paga, posso te garantir que vale cada centavo, pois tudo é muito bem preservado e estruturado. Logo na entrada, o visitante recebe um folheto com informações históricas de todos os pontos do castelo. Além disso, no interior do castelo existem restaurantes com bons preços e lojas com produtos e lembranças locais.
Castelo de Elvas
Assim como outras obras históricas de Elvas, o castelo é considerado Patrimônio Mundial da UNESCO.
Castelo de Elvas
O interior do castelo é bem pequeno e não há muito o que ver. O mais interessante é mesmo contemplar a vista. A visita é paga e, no início de 2020, custava 2 euros. Entretanto, aos domingos a visita é gratuita
Castelo de Estremoz
Apesar de não estar no centro da cidade O castelo de Estremoz possui boa e tranquila localização no ponto mais alto.
Diferente dos demais castelos do Alentejo, esse atualmente funciona como uma pousada. Apesar disso, é possível conhecer sua fortificação. A parte mais interessante do castelo é sua belíssima torre de três coroas, que foi construída em mármore banco e possui 27 metros de altura.
Castelo de Estremoz
Vale lembrar que na parte de fora do castelo existe uma estátua em homenagem à rainha Santa Isabel, que ficou conhecida por conta do milagre realizado no século XIV quando transformou moedas em diversas rosas.
Castelo de Evoramonte
Esse castelo é um verdadeiro paraíso para quem curte diferentes construções e está entre os castelos do Alentejo mais autênticos em sua construção. Sua estrutura é formada por 4 torres arredondadas e três pisos com salas muito bonitas, além de um terraço.
O castelo não é muito grande, porém está bem conservado e possui uma excelente vista da serra de Ossa. A entrada custa 2 euros, porém aos domingos é gratuita
Esse castelo está a aproximadamente 20 minutos de Évora, que é o principal destino do Alentejo. Situado no alto do Monte de São Pedro, o castelo de Arraiolos é envolvido por uma enorme muralha arredondada com uma pequena igreja no seu interior.
O castelo está em ruínas e não possui muita manutenção. Além da igreja (que abre somente aos domingos das 16h às 17hs), não há muito o que ver por lá. Por outro lado, a vista de 360 graus faz a visita valer a pena.
Com entrada gratuita, esse é o único castelo de Portugal e um dos poucos no mundo que possui arquitetura circular. Por conta disso, vale muito a visita.
Castelo de Montemor-o-novo
O castelo foi erguido em cima das ruínas de uma fortaleza muçulmana em 1755. Sua construção sobreviveu a um terremoto e a diversas invasões francesas que ocorreram no passado.
Atualmente suas fortificações estão em obras para melhora e revitalização. O castelo possui uma linda vista da região e, até o momento, sua visita é gratuita, assim como outros castelos do Alentejo. Não sabemos como ficará após a finalização das obras.
Castelo de Monsaraz
Monsaraz fica bem próximo a Évora e é um dos locais mais encantadores de toda a região do Alentejo. A vila é um charme, com antigas igrejas, ruas estreitas, diversos restaurantes e casinhas super peculiares.
O castelo em si não está preservado e parece que lá estão apenas as ruínas do que um dia foi uma grande fortificação. Entretanto, a vista de 360 graus faz o passeio valer a pena. A vista do Alqueva (considerado o maior lago artificial de toda a Europa) é incrível. Se possível, programe-se para assistir o pôr do sol de lá, pois vale muito a pena. Vale lembrar que a entrada para a vila e o castelo são gratuitas
Castelo de Noudar
O castelo de Noudar está localizado na vila de Barrancos, que é distrito de Beja, no Alentejo. Às margens do rio Ardila, o castelo possui localização estratégica.
Castelo de Noudar
Sua construção foi finalizada em 1308 e até hoje encontramos no seu interior ruínas de casas, uma grande cisterna e a igreja de Nossa Senhora do Desterro, além de passagens subterrâneas que levam até as ribeiras do rio Ardila
Castelo de Beja
O Castelo de Beja está mais ao sul da região do Alentejo (confira no mapa acima). Sua muralha possui forma pentagonal e é composta por 6 torres, incluindo sua imponente torre de mensagem que possui aproximadamente 40 metros de altura e é considerada a torre mais alta do país.
Castelo de Beja
A torre é composta por 3 salas que podem ser visitadas. Para isso, é preciso encarar uma escadaria de quase 200 degraus, mas todo esforço será recompensado com uma bela vista.
Castelo de Mertola
Localizado na Freguesia, em posição soberana junto à margem esquerda do rio Guadiana, este local foi terra de conquistas e reconquistas. Durante o século XIV, o castelo de Mértola foi a sede nacional da Ordem de Santiago. Sua área amuralhada total é de aproximadamente 3 mil metros quadrados
Castelo de Mertola
Por volta do século XI, o interior do castelo abrigou um bairro habitacional até ser militarizado. Durante muito tempo, as fortalezas do Mértola foram consideradas as mais invencíveis de toda a Ibéria Ocidental.
Atualmente, a antiga torre de mensagem do castelo foi transformada em um museu bem interessante, que abriga história e objetos dos séculos VI e X. Da torre, também é possível contemplar uma belíssima vista panorâmica do rio Guadiana e da região de Mértola.
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Espero que tenha curtido as dicas e que sua experiência seja incrível. Se tiver alguma dúvida, pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo nos Castelos do Alentejo!
Nós adoramos fazer trilhas, contemplar belas paisagens e passar o dia curtindo a praia. O Parque Estadual da Serra da Tiririca tem tudo isso e mais um pouco. Nesse post, te contarei todos os detalhes sobre esse paraíso da cidade de Niterói.
Sobre o parque
O parque – que também é conhecido como PESET – faz parte dos municípios de Maricá e Niterói, tendo sido criado em 1991. Com sua criação, o estado do Rio de Janeiro ganhou sua primeira unidade de conservação, que nasceu graças a uma grande movimentação de ambientalistas. Em 2008, a área do parque foi ampliada com parte da lagoa de Itaipu e o morro das Andorinhas. Já em 2012, novas áreas foram integradas ao parque, que passou a ter aproximadamente 3500 hectares.
O Parque Estadual da Serra da Tiririca possui grande importância histórica. No passado, naturalistas conhecidos estiveram pelas terras que hoje fazem parte da unidade de conservação. Por exemplo, o inglês Charles Darwin cruzou as matas do parque em 1832. Já o alemão Maximiliano de Wied-Neuwied se encantou tanto com a região que inclui suas belezas no livro “Viagem ao Brasil”.
O parque se tornou uma importante e belíssima área preservada em meio ao perímetro urbano. É perfeito para praticar diversos esportes ao ar livre, como trilha, rapel, treking, escalada e highline, além, é claro, da oportunidade de observar a biodiversidade local. Por conta disso, o parque recebe centenas de visitantes durante todo os meses do ano.
Objetivos do parque
Os principais objetivos do parque são a preservação e conservação de toda a biodiversidade local, auxiliar e estimular as pesquisas científicas, promover visitas responsáveis para que a sociedade possa conhecer e valorizar cada vez mais o local, investir na educação ambiental com uso de recursos naturais para aumentar a sustentabilidade, além de reduzir a erosão e o impacto nas espécies, nas paisagens e nos ecossistemas presentes em toda a sua área.
Infraestrutura do parque
A sede administrativa do Parque Estadual da Serra da Tiririca fica em Itaipuaçu, no município de Maricá. Lá fica a parte de fiscalização, estrutura técnica e de coordenação da unidade de conservação.
A área que recebe maior número de visitantes está em Itacoatiara. No local existe uma recepção para orientar e receber os visitantes, além de monitorar e controlar a visitação para que a preservação seja garantida. Ainda, o local também possui estrutura de banheiro, bebedouro e espaço para reuniões e exposições.
Trilha do Parque Estadual da Serra da Tiririca
O Parque Estadual da Serra da Tiririca é dividido em setores, são eles: Serra da Tiririca, Insular, Lagunar, Darcy Ribeiro e Entorno. Todos eles contam com diversas trilhas.
Na imagem acima, você confere as trilhas e suas respectivas distâncias Abaixo, vou falar um pouco sobre cada uma delas.
Pedra do Elefante (Alto Mourão)
A Pedra do Elefante – que também é conhecida como Alto Mourão – possui 412 metros de altitude e é o ponto mais alto do Parque Estadual da Serra da Tiririca. O local faz parte dos municípios de Maricá e Niterói, mais precisamente localizado entre as praias de Itaipuaçu (município de Maricá) e de Itacoatiara (município de Niterói).
A trilha que leva até o cume da Pedra do Elefante possui aproximadamente 4 km de extensão (ida e volta) e pode ser bem cansativa para quem não tem costume. O trajeto é muito interessante, pois a trilha bem sinalizada corta a Mata Atlântica e passa por diversos mirantes que proporcionam vistas incríveis.
Não é por acaso que o cume da Pedra do Elefante é um dos mais desejados da região. De lá, se tem a vista mais ampla – não só do parque – como também de toda a região. Do alto da pedra, é possível contemplar grande parte das montanhas da Serra da Tiririca, praticamente toda a região oceânica de Niterói, as praias e lagoas de Maricá e ainda pontos mais distantes, como as montanhas da cidade do Rio de Janeiro e até alguns morros da região Serrana do estado.
O nome “Pedra do Elefante” foi dado por conta da sua silhueta vista da praia de Itaipuaçu, que parece muito com a silhueta do animal. Já o nome “Alto Mourão” é devido ao nome de Duarte Martins Mourão, que era o proprietário das terras em meados do século XVI.
Como chegar
De carro, basta colocar no GPS do celular “Pedra do Elefante” que ele te levará até a entrada da trilha facilmente. Vale lembrar que um pouco depois da entrada da trilha tem um mirante onde é possível estacionar. Chegue cedo, pois as vagas são limitadas.
Se você for de ônibus, basta pegar o ônibus número 38 Itaipu e descer um ponto antes do ponto da praia de Itacoatiara. Dali, basta subir a rua do posto de gasolina. Vale lembrar que, apesar de íngreme, a subida dura uns 10 minutinhos até a entrada da trilha.
Trilha do Costão de Itacoatiara
A trilha do costão de Itacoatiara é uma das mais conhecidas do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Está localizada no setor Serra da Tiririca, que faz parte da cidade de Niterói. O Costão está entre a praia de Itacoatiara e a Pedra do Elefante.
Vista do alto do Costão de Itacoatiara
Com 217 metros de altitude, a trilha até o cume é muito bem sinalizada e possui aproximadamente 1,7 km de extensão (ida e volta), sendo tranquila para quem já está acostumado a trilhar. Em alguns pontos mais íngremes, foram instaladas correntes que auxiliam na subida. A vista do alto da pedra é maravilhosa. De lá, é possível avistar o Morro das Andorinhas com a Pedra do Cantagalo ao fundo e diversas praias de Niterói. Porém, sem dúvida a vista mais bonita é a panorâmica da praia de Itacoatiara. Em dias de céu limpo, é possível contemplar ainda as montanhas da cidade do Rio de Janeiro.
Como chegar
Saindo do centro da cidade do Rio de Janeiro, a distância até o início da trilha é de mais ou menos 35 km. Vale lembrar que a ponte Rio x Niterói possui pedágio.
A entrada para a trilha do Costão é feita na sede do parque, localizada no canto esquerdo da praia de Itacoatiara. O GPS leva tranquilamente até lá. Para facilitar, pode colocar como destino “clube dos engenheiros Itacoatiara” que o GPS chega certinho.
Trilha da Enseada do Bananal
A entrada para a trilha do Bananal é feita pelo mesmo lugar da trilha do Costão que explicamos acima. A diferença é marcada por uma placa, que indica as direções para cada trilha.
A trilha até a enseada é bem tranquila, apesar de ter uma pequena escalada no final, que é facilmente vencida graças a uma corda de apoio no local. O local é, em sua grande maioria, frequentado por aqueles que buscam o rapel com um visual super diferente. Fizemos um post exclusivo contando tudo sobre a trilha e o rapel na enseada do Bananal. Confira todos os detalhes e não deixe de viver essa aventura que vale muito a pena.
Rapel na enseada do Bananal – PESET
A enseada tem esse nome por conta da plantação de bananas que existia no local até meados do século 20.
Trilha do Córrego dos Colibris
Essa é uma trilha curta e plana que possui aproximadamente 1 km de extensão ida e volta. A região possui bastante vegetação em processo de renovação. Caminhar por essa trilha é ótimo para ter contato com inúmeras espécies importantes da flora da Mata Atlântica, como: paineiras, figueiras, ipês e helicônias, dentre outras.
Não deixe de conhecer o Brejo das Pacas (uma belíssima área alagada da floresta) e o poço dos Colibris (que possui águas calmas e cristalinas).
Essa trilha é indicada para todas as idades. O Parque Estadual da Serra da Tiririca costuma fazer diversas atividades de educação ambiental com visitantes interessados e alunos das escolas da região.
O início da trilha para o Córrego dos Colibris fica na rua Engenho do Mato, no bairro de mesmo nome da cidade de Niterói. O GPS te leva facilmente até o lugar.
Caminho Darwin
O Caminho Darwin faz parte do setor Serra da Tiririca do Parque Estadual da Serra da Tiririca e está localizado entre as cidades de Maricá (bairro de Itaocaia) e Niterói ( bairro Engenho do Mato). Seu percurso total possui aproximadamente 2 km de extensão.
Durante a trilha encontramos uma enorme figueira e um grande bambuzal. O ponto alto da caminhada é o mirante natural que tem uma linda vista voltada para a fazenda e a pedra de Itaocaia.
O Caminho Darwin ganhou fama depois da passagem do britânico Charles Darwin pelo local. Ele se apaixonou tanto pela região que a inclui no seu livro que conta a história de sua volta ao mundo.
Essa está longe de estar entre as trilhas mais interessantes do parque, mas se você estiver pela região e gostar de andar na mata vale a pena!
Trilha do túnel ferroviário
Construído em 1889, o túnel ferroviário faz parte da antiga estrada de ferro de Maricá que, no passado, ligou São Gonçalo a Cabo Frio. Essa estrada integrava todos os municípios entre as duas cidades e ajudou muito o desenvolvimento da região.
Apesar da estrada de ferro estar desativada há muitos anos, a caminhada por lá é muito bacana e vale a pena. Pelo caminho, passamos pelo túnel escavado na rocha e por diversas pontes e contenções, além de muitas estruturas originais da velha estrada de ferro.
O mais interessante desse passeio são os mirantes que possuem vistas para regiões de Maricá e para a serra do Calaboca.
Essa trilha fica na cidade de Maricá e seu início fica no final da rua das Rosas, próximo a uma enorme caixa d’água. É bem fácil chegar com a ajuda do GPS.
Trilha do Morro do Catumbi
Essa trilha do Parque Estadual da Serra da Tiririca possui aproximadamente 4,5 km de extensão e abrange os municípios de Niterói e Maricá.
Com altitude de 367 metros, o morro do Catumbi está no extremo norte da Serra da Tiririca. Em boa parte do trajeto, a mata é aberta e oferece vista panorâmica da Serra do Calaboca, que está bem em frente ao morro. Em vários trechos também é possível observar as serras do Malheiro e Grande. Já em dias de céu limpo, é possível avistar ainda as cidades de Itaboraí, São Gonçalo e até as montanhas da cidade do Rio de Janeiro.
Trilha do Morro das Orações
O morro das Orações fica na cidade de Niterói e possui aproximadamente 3,3 km de extensão. O local recebe diversos grupos religiosos que percorrem a trilha em oração, daí vindo o seu nome.
A caminhada nessa trilha é bem tranquila e fácil. A maior parte do percurso é plana, com pequenos trechos que possuem subidas e descidas suaves. Por conta da facilidade da caminhada, diversos visitantes costumam frequentar o local, principalmente durante os finais de semana.
A entrada da trilha fica na Estrada Mariano Nunes Vieira, nº 341. O GPS leva facilmente até o local.
Trilha do Morro da Peça
Essa é a trilha mais curta com vista panorâmica do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Com apenas 570 metros de extensão, o Morro da Peça oferece uma das mais belas vistas da região oceânica de Niterói. De lá é possível contemplar diversas elevações do parque e ainda a região lagunar de Itaipu.
O Morro da Peça está no bairro de Itaipu (em Niterói) e a entrada da trilha fica no final da rua Procurador Afrânio Moreira, ao lado do reservatório de água. O GPS leva facilmente até a entrada da trilha.
Morro das Andorinhas
Essa trilha faz parte do setor Lagunar do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Está localizada no bairro de Itaipu, na cidade de Niterói.
A trilha do Morro das Andorinhas possui 2,6 km de extensão, com aproximadamente 196 metros de altitude. O morro divide as praias de Itacoatiara e Itaipu. Do seu cume é possível contemplar a região oceânica de Niterói e as montanhas da cidade do Rio de Janeiro.
Conhecida pelos moradores locais como “trilha dos Andorinhas”, é muito procurada por conta do acesso fácil e, principalmente, pelos diversos mirantes que possuem vistas deslumbrantes para diversos pontos da região.
Na parte voltada para Itaipu, é possível ver as lagoas de Piratininga e Itaipu, as praias de Camboinhas, Itaipu, Sossego, Prainha e Praião de Piratininga. Além disso, em dias de céu claro é possível ver também as montanhas da cidade do Rio de Janeiro, como o Corcovado, Pão de Açúcar, Morro Dois Irmãos e a Pedra da Gávea. Do mesmo mirante é possível observar também algumas belezas do Parque Estadual da Serra da Tiririca, como o morro da Peça e a Pedra do Cantagalo.
Já dos mirantes com vista para Itacoatiara, dá pra contemplar grande parte da Serra da Tiririca, como a Pedra da Solidão, o Costão de Itacoatiara e a Pedra do Elefante.
Como chegar
O acesso é pela praia de Itaipu, bastando colocar no GPS rua da Amizade. No final desta rua existe um pequeno estacionamento. A entrada da trilha é ao lado do número 1093.
Circuito volta da lagoa de Itaipu
Esse é um ótimo passeio para quem deseja conhecer todo o entorno da Lagoa de Itaipu. A longa caminhada possui aproximadamente 14 km de extensão e atravessa trilhas, manguezais, dunas, trechos urbanos e até uma travessia de barco.
A caminhada pode ser considerada um verdadeiro circuito cultural, pois passa por diversos pontos históricos e interessantes. Nunca fizemos esse circuito, mas já ouvi dizer que vale muito a pena.
Trilha da Ilha da Mãe
A ilha da Mãe faz parte do setor insular do Parque Estadual da Serra da Tiririca. Está localizada no bairro de Itaipu, em Niterói, mais precisamente bem em frente à praia de Itaipu. Com 700 metros de extensão e aproximadamente 80 metros de altitude, a ilha também é conhecida como Ilha do Meio.
A ilha é quase toda rochosa e sua vegetação é cheia de cactos, arbustos, palmeiras e orquídeas. Porém, o mais interessante é o grande jardim de bromélias localizado em suas encostas. Já a vida marinha no entorno da ilha é um grande atrativo para mergulhadores.
Diversos barcos de pescadores oferecem o passeio para a Ilha da Mãe, que começa em frente à pracinha do Canhão, de frente para a Praia de Itaipu. A distância da praia até a ilha é de aproximadamente 2,3 km. O passeio é feito sempre na parte da manhã, por conta das condições do vento e mar estarem melhores. A travessia dura de 10 a 15 minutos, de acordo com as condições do tempo.
Para chegar ao topo da ilha, é necessário fazer uma trilha de aproximadamente 1 hora, mas nós nunca fizemos. Assim que conseguirmos fazer, atualizamos o post aqui com todos os detalhes.
Travessia Vila Progresso x Serra Grande
Localizada no setor Darcy Ribeiro do Parque Estadual da Serra da Tiririca, é uma sossegada travessia que possui aproximadamente 5 km de extensão.
O contato com a natureza é delicioso durante todo o percurso. Pelo caminho cruzamos com diversas espécies exóticas e nativas pelas encostas da floresta da Serra Grande.
Trilha da Pedra de Itaocaia
A Pedra de Itaocaia está localizada no entorno do Parque Estadual da Serra da Tiririca, no bairro de mesmo nome, fazendo parte do distrito de Itaipuaçu, na cidade de Maricá.
Com aproximadamente 372 metros de altitude, ao olharmos de baixo ficamos com a impressão de que é muito difícil chegar até o seu cume, o que não é verdade. O acesso ao alto da pedra é feito por uma trilha bem tranquila e fácil. Apesar de íngreme, a caminhada é bem agradável.
Do alto da pedra de Itaocaia temos uma vista de 360 graus da região. De lá, podemos observar grande parte da Serra da Tiririca, como a Pedra do Elefante, Pedra do Macaco e a Pedra de Inoã, além da lagoa de Maricá e a praia de Itaipuaçu.
Trilha das Ilhas Maricás
As Ilhas Maricás são um complexo composto por cinco grupos de ilhas, localizadas no distrito de Itaipuaçu – em Niterói . A principal delas possui 1,5 km de extensão, 64 metros de altitude e está localizada junto a um antigo farol.
A ilha principal possui diversos caminhos e trilhas. O mais conhecido sai da praia de Calhetas e vai em direção à outra metade da ilha, passando por fendas e muita vegetação nativa até chegar ao farol. Do alto do farol, dá pra ver todo o litoral das cidades de Niterói e Maricá. Quando o céu está limpo, é possível contemplar até os relevos da cidade do Rio de Janeiro, como o Pão de Açúcar, por exemplo.
A ilha é super disputada por mergulhadores, não só pelas águas repletas de vida marinha, como também pela constante visita de tubarões, baleias jubarte e diversos peixes raros. Além disso, muitos buscam a ilha para explorar os diversos naufrágios que aconteceram no seu entorno. O mais famoso (da embarcação “Moreno”) aconteceu em 1874.
Os barcos para as Ilhas Maricás saem em frente à rua 70, no Jardim Atlântico.
Dicas de Segurança
Sempre que estamos em meio à natureza, principalmente nas trilhas de mata fechada, trilhas expostas à altura e com a presença de animais silvestres, devemos ter cautela e tomar diversos cuidados. Vou listas alguns pontos para que você tenha ainda mais atenção:
Evite andar na mata sozinho. Sempre deixe alguém ciente do seu roteiro e da sua previsão de retorno;
Sempre que possível, tenha a companhia de um guia experiente, principalmente quando você não conhecer o caminho;
Jamais inicie uma trilha com chuva e evite também quando a previsão for de tempo ruim;
Em caso de tempestades repentinas com raios, saia da água ou do cume da montanha imediatamente. Não se abrigue em árvores nem se deite no chão;
Leve sempre água. Mesmo que diversos trechos do parque possuam rios, cachoeiras e praias, essas águas nem sempre são próprias para consumo;
Evite trilhar à noite. Por isso, calcule bem o tempo que você vai gastar e lembre-se que dentro da mata escurece mais cedo;
Tenha bastante atenção onde põe as mãos e onde pisa durante a trilha, pois podem existir animais peçonhentos, insetos ou espinhos.
Informações úteis
O horário de funcionamento da área administrativa do parque é de segunda à sexta-feira, das 9h às 17h. Já para receber visitantes, o parque funciona todos os dias das 8h às 17 h.
A sede principal do Parque Estadual da Serra da Tiririca está localizada na rua Engenheiro Domingos Barbosa, 4 – Recanto de Itaipuaçu, Maricá. A subsede fica na Rua das Rosas, 24 – Itacoatiara, Niterói.
Telefones úteis
É importante que você tenha gravado alguns telefones importantes no celular, pois nunca sabemos quando vamos precisar. Vou listar alguns números que você poderá gravar.
Sede do parque -> (21) 2638 4411 Núcleo Itacoatiara -> (21) 2709-9176 Policia Ambiental do P. da Serra da Tiririca -> (21) 2638-3690 Defesa Civil Municipal -> 199 Corpo de Bombeiros -> 193 Polícia -> 190
Espero que tenham curtido as dicas e que sua experiência pelo parque seja tão incrível como sempre é a nossa. Qualquer dúvida, pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo no Parque Estadual da Serra da Tiririca!
Quem nos acompanha já sabe o quanto somos apaixonados pela gastronomia italiana e hoje venho falar pra vocês de um restaurante que adoramos e frequentamos desde sempre. A La Trattoria chegou em Copacabana há mais de 40 anos e, ao longo deste tempo, seu sabor foi ganhando clientes fiéis e caindo nas graças dos apreciadores da boa massa italiana.
Sobre a cantina
Ter uma trattoria no país sempre foi o sonho do Sr. Mario Pautasso, desde que chegou ao Brasil em 1953 e decidiu ficar. Mario, que é natural de Turim – na Itália, trabalhou em hotéis e restaurantes em vários países da Europa, mas foi no Brasil que ele decidiu comprar um restaurante e transformá-lo em sua La Trattoria.
Atualmente, a aconchegante cantina ganhou decoração moderna, mas mantém a administração familiar. Um membro da família sempre está presente enquanto as portas estão abertas, ajudando a manter a qualidade e tradição dos seus deliciosos pratos.
Onde fica a La Trattoria?
A cantina fica na rua Fernando Mendes, 7, bem no coração de Copacabana, pertinho do mar.
A La Trattoria foi inaugurada em abril de 1976 na rua Constante Ramos e, depois de alguns anos, se mudou para a Fernando Mendes, onde já está há mais de 30 anos.
Ambiente
A La Trattoria possui um grande salão dividido em quatro partes. As paredes são de tijolinhos e as mesas e cadeiras de madeira com toalhas quadriculadas que dão a sensação de estar em uma típica cantina italiana.
Enquanto as luminárias e os espelhos dão um toque moderno ao ambiente, os diversos quadros espalhados pelas paredes nos remetem à Itália.
Tudo é muito bonito e aconchegante, mas sem dúvida o melhor da casa está bem ao centro do salão. Um balcão com um enorme pedaço de Grana Padano foi montado bem ao centro do salão para finalizar alguns pratos.
Confesso que minha mesa preferida da La Trattoria é essa que possui vista privilegiada para a estação onde acontece as finalizações desses pratos.
Cardápio da La Trattoria
Apesar de ser uma autêntica cantina italiana, a casa oferece também diversas opções de risotos e pratos de peixe, aves e carnes. Além, é claro, das pizzas, saladas e sopas.
Todo o cardápio com os preços pode ser acessado facilmente no site da cantina. Acho isso muito simpático e transparente da parte deles.
Entradas
A casa oferece diversas opções de entradas. Porém, como o ditado diz que time que está ganhando não se mexe, sempre que vamos lá pedimos o tradicional pão de alho da casa (R$ 7,20).
Tem também a opção do pão de alho com tomates temperados – tipo bruschettas (R$ 13,90). Nossos amigos adoram, mas nós nunca pedimos, pois o Vini não abre mão do clássico.
Vale lembrar que os pratos da La Trattoria são bem fartos e super bem servidos. Por isso, não exagere na entrada.
Prato principal
Quem me conhece, sabe que meu prato favorito da vida é o Spaghetti à Carbonara. Por isso, é praticamente impossível eu escolher outra opção numa cantina italiana.
O carbonara da La Trattoria é feito com bacon frito, creme de leite, ovo e queijo parmesão (R$ 46,70). Além de super bem servido, é uma delícia!
O Vini sempre dá uma variada no pedido, mas o preferido dele é o Spaghetti Pomodoro no queijo Grana Padano flambado na cachaça ( R$ 54,90). Além de delicioso, ver o preparo desse prato já é de dar água na boca.
Sobremesa
O cardápio da La Trattoria tem diversas opções de sobremesa, mas te confesso que os pratos são tão bem servidos que, geralmente, ficamos tão satisfeitos que acabamos dispensando a sobremesa.
Eu adoro a tortinha de limão da casa (R$ 9,80), que é uma delícia.
Endereço
Rua Fernando Mendes, 7 – Copacabana – RJ.
Funcionamento
A casa funciona todos os dias de 11h às 23h. Se preferir pedir delivery, além da entrega própria também é possível fazer pedido pelo ifood. O delivery funciona de 11h30 às 22h.
Salve no Pinterest
Se você assim como nós adora uma boa massa, conheça também:
Espero que tenha curtido a dica e que sua experiência seja tão deliciosa como sempre é a nossa. Qualquer dúvida, pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo na La Trattoria de Copacabana!
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