Se você ainda não conhece o quebra-mar da Barra da Tijuca, pare tudo o que estiver fazendo e já coloque na sua lista de lugares especiais para conhecer na Cidade Maravilhosa. Faz tempo que frequento esse cantinho, que, na sua grande maioria, é frequentado apenas por pessoas que moram nas proximidades ou familiares de pescadores. Decidi escrever sobre o local depois que postei no @tevejopelomundo um “vídeo caribenho” do local e meu direct lotou de mensagens perguntando onde era, além de pessoas querendo saber mais detalhes.
O que é um quebra-mar
Quebra-mar é uma sustentação que é construída com a principal finalidade de proteger a costa da força das ondas do mar.
Quebra-mar
O quebra-mar da barra da tijuca possui aproximadamente 50 metros de extensão. Na prefeitura existe um projeto para que essa extensão seja aumentada para 200 metros.
O quebra-mar está localizado no canto esquerdo da praia da Barra, colado no morro e no canal da Joatinga. Mais precisamente, entre a praia do Pepe (posto 2) e a praia dos Amores. Veja no mapa abaixo a localização exata. Caso você opte por ir de carro, o GPS te levará facilmente.
Se preferir ir de metrô, a estação mais próxima é a “Jardim Oceânico”. De lá, você pode caminhar por aproximadamente 22 minutos (conforme mapa abaixo) ou fazer o trajeto de mais ou menos 2 km de táxi ou Uber.
Dependendo do local onde você estiver na cidade, o melhor transporte pode ser o ônibus. Veja as opções de ônibus aqui.
O que fazer no quebra-mar da Barra da Tijuca
Uma simples caminhada pelo quebra-mar num dia ensolarado, observando o canal da Joatinga, a praia da Barra e a Pedra da Gávea, já faz o passeio valer a pena.
O que fazer no quebra-mar
Para quem gosta de pedalar, que tal um passeio de bike pela orla da praia, finalizando com uma paradinha no quebra-mar? Bem próximo existe uma estação das bicicletas do Itaú.
Praia da Barra ao fundo
Se você gosta de ficar observando a paisagem ou apenas descansando e ouvindo o barulhinho do mar, com certeza irá adorar ficar sentado nos bancos de madeira que foram construídos nas extremidades do quebra-mar.
Outra atividade super explorada no local é a pesca, principalmente ao entardecer e à noite. Atraídos pelo cheiro característico do pescado, muitos gatinhos estão sempre presentes no quebra-mar.
Passeios aquáticos
Diversos esportes aquáticos estão disponíveis para prática no entorno do quebra-mar da Barra da Tijuca. SUP (stand up paddle), caiaque e jet-ski são algumas opções. Em dias de mar calmo, é possível fazer a travessia até as Ilhas Tijucas.
Cuidado
Em dias de mar agitado, não entre na água! Já vi pessoas passando sufoco por ali e foi bem tenso. Lembre-se sempre: com o mar todo cuidado é pouco.
Praia do Amores
Ao lado do quebra-mar está a praia dos Amores, ainda pouco conhecida até mesmo pelos próprios cariocas. A pequena praia fica à esquerda do quebra-mar, bem abaixo do elevado do Joá. A água por ali está quase sempre rasinha, transparente e menos gelada do que a água da vizinha praia do Pepê. Repare na foto o elevado do Joá, de onde fizemos a foto de capa desse artigo.
Elevado do Joá
A praia possui aproximadamente 200 metros de extensão. Entretanto, quando o mar está muito agitado e a maré sobe, a faixa de areia desaparece por completo.
Praia dos Amores – Barra da Tijuca
Atenção: nem sempre a água está caribenha assim. Dependendo das condições climáticas e fluxo das marés, a água tende a ficar mais escura quando a água do oceano fica muito tempo sem entrar no canal da Joatinga e, algumas vezes, até imprópria para o banho.
Sinta a vibe da Praia dos Amores
Onde comer
Nas proximidades do quebra-mar existem diversos quiosques, bares e restaurantes. Foi durante uma caminhada que encontramos um restaurante simples, porém arrumadinho, bem abaixo do elevado do Joá e de frente para a praia dos Amores, Chamado Casa do Maick.
Repare no canto esquerdo da foto
Na foto acima, é possível identificar exatamente sua localização. Sem dúvida, o que nos fez parar ali foi a vista. As opções do cardápio são bem restritas (não tinha frango grelhado, por exemplo). Assim, foque na especialidade do local: peixe!
Onde comer na praia dos amores
Pedimos um prato de isca de peixe com arroz, feijão, farofa e mandioca frita, que estava super saboroso. Aos finais de semana, dependendo do tempo, o restaurante costuma lotar.
Cervejinha gelada
E se você não quiser almoçar mas tiver com vontade de beber aquela cervejinha gelada com os amigos, o local também é perfeito.
Onde se hospedar
Apesar de morarmos no Rio, nós adoramos turistar pela cidade. Constantemente nos hospedamos em hotéis próximos aos nossos pontos de interesse. Nos hospedamos numa pousada bem de frente para a praia dos Amores, mas, infelizmente, ela virou um flat. Aqui você vai encontrar outras opções de hospedagem pela região.
O que fazer pela região
Além dos 8 km de extensão da praia da Barra e dos esportes aquáticos disponíveis, você pode aproveitar para conhecer o Mirante do Joá. Saiba tudo sobre o mirante aqui.
Salve no Pinterest
Espero que tenha curtido a dica e que aproveite muito esse cantinho ainda pouco conhecido no Rio de Janeiro. Te Vejo Pelo quebra-mar da Barra da Tijuca.
Quando decidimos visitar a Malásia, foi bem difícil achar na internet artigos em português sobre o que fazer em Kuala Lumpur. Por isso, decidi escrever esse texto com as principais informações da maior cidade da Malásia. Minha intenção aqui é mostrar, da forma mais direta possível, tudo o que você precisa saber para otimizar seu tempo e conhecer bem a capital malaia.
Sobre Kuala Lumpur
Um destino rápido, econômico e cheio de surpresas que você vai adorar. Fundada em 1857 e com aproximadamente 1.6 milhões de habitantes, KL (como os malaios gostam de chamar) é uma cidade bem nova. Apesar disso, possui muita história e diversos lugares bacanas para visitar, como praças, templos, mesquitas, floresta tropical, parques e museus.
População e Culura
A cidade é formada basicamente por uma maioria malaia, além de indianos e chineses. KL possui uma cultura heterogênea e, o mais importante de tudo, todos se respeitam de uma maneira que achei fantástica. A constituição garante a liberdade de religião e, assim, todos têm direito de manifestar suas crenças e exercer sua fé. Apesar da absoluta maioria ser de adeptos do islamismo (religião oficial do país), KL possui diversos templos hindus, budistas e taoístas, que convivem em perfeita harmonia (até mesmo em proximidade) com as mesquitas.
Idioma e moeda
A língua oficial do país é o Malaio, porém o inglês é falado e compreendido por quase toda a população. Achamos bem fácil a comunicação em inglês.
Já a moeda local é o Ringgit malaio, que, quando convertido para reais, não tem muita diferença, como pode ser visto na conversão de real para malaio. Cartões de créditos são aceitos em quase todo lugar e também achamos diversos caixas eletrônicos para saque internacional, além de muitas casas de câmbio.
Brasileiro precisa de visto para entrar na Malásia?
Caso fiquem até 3 meses turistando pelo país, os brasileiros estão isentos de visto, porém o passaporte precisa ter ao menos 6 meses de validade.
Vale lembrar que a vacina da febre amarela deve estar em dia, apesar de ninguém ter nos pedido comprovação da mesma.
Transporte
O transporte público de Kuala Lumpur é de dar inveja a muitas metrópoles pelo mundo. Além de funcionar muito bem, é barato e capaz de levar aos principais pontos turísticos da cidade.
A principal estação de trem da cidade é a KL Sentral, contando com trens super modernos (Klia Express), que fazem o transporte até o aeroporto. Nós fomos e voltamos para o aeroporto usando essa opção de transporte e achei ótima.
O que fazer em Kuala Lumpur
Em KL existe também um transporte gratuito: os ônibus da Go KL. Eles operam em 4 linhas: azul, verde, roxa e vermelha, que passam pelos principais pontos da cidade. Achei ótima essa opção, mas, como ficamos pouco tempo na cidade, optamos por usar mais o Uber para otimizar o tempo.
Quando ir a Kuala Lumpur
Dificilmente você terá KL como seu destino principal. Geralmente quem visita a cidade estará em conexão ou stop over. Como já estávamos na Ásia, decidimos incluir a cidade no roteiro para conhecer. Mesmo ficando apenas 1 dia e meio, garanto que conseguimos conhecer bastante coisa. Super recomendo passar pelo menos 2 dias na cidade.
Infelizmente não conseguimos conhecer tudo o que gostaríamos, mas fizemos o máximo que deu no curto período de tempo que tínhamos.
Petronas Tower
As Petronas Twin Towers foram concluídas em 1998 e já tiveram o título de prédio mais alto do mundo, com 88 andares e 452 metros de altura. Atualmente, ocupam a sexta posição entre os edifícios mais altos do mundo. Construídas com estrutura de aço e vidro, seu desenho foi projetado para lembrar a arte islâmica.
As Petronas ficam na região do KLCC (Kuala Lumpur City Center), que é o coração da cidade. Tudo em KL parece girar em torno das torres. No primeiro andar do prédio funciona o Suria KLCC, que é uma espécie de shopping de luxo.
Petronas à noite
Se você tiver pouco tempo em KL, vale apena visitar as torres de tardinha, para pegar o dia ainda claro e depois vê-las acessas durante a noite.
Era pra ser apenas uma torre de TV. Mas, com uma vista panorâmica da cidade, é claro que virou um super mirante. Construída em 1995, a torre possui 421 metros de altura e possui uma vista fantástica da cidade. Atualmente, é a sétima torre de TV mais alta do mundo.
O que fazer em Kuala Lumpur
A KL Tower fica pertinho das Petronas, uma leve caminhada de 2 minutos apenas. São dois tipos de visita:
Open Deck: que é o último andar da torre e tem o incrível cubo de vidro;
Observation Deck: É todo fechado e tem ar condicionado.
Nossa amiga Gabi (foto), que divide várias dicas no instagram @viajandocomgabi nos deu uma que vale ouro. Cada pessoa ou grupo só pode ficar dentro do cubo de vidro por 2 minutos. Então, já vá com todas as poses em mente e preparado para a fila, que costuma ser grande.
Batu Caves
As Batu Caves são um complexo de templos hindus construídos dentro de uma imensa caverna. O local impressiona pela gigante estátua do deus hindu Murugan (o deus da guerra e da vitória) com 43 metros de altura, além dos 272 degraus que precisamos vencer para chegar até a entrada das cavernas.
Batu Caves
A gigante formação calcária possui mais de 400 milhões de anos e abriga templos coloridos, diversas cavernas e milhares de macacos. É o templo hindu mais importante fora da Índia.
Interior das cavernas
A catedral é a maior caverna do complexo, com 100 metros de altura, possuindo uma abertura no teto que dizem ser entrada de luz divina.
O que fazer em Kuala Lumpur
Dentro do complexo existe a Dark Cave, sendo possível fazer um tour guiado no escuro, que possibilita conhecer mais da história e dos animais que habitam as cavernas. Esse passeio precisa ser agendado e é pago.
Atenção com os macacos
Os macacos estão por todos os lados, principalmente nas escadas. Tenha muita, mas muita atenção com eles, pois são famintos e tentam conseguir comida a todo custo. Vimos um danado pegar os óculos de um turista desavisado e sair correndo.
Importante: Por se tratar de um templo Hindu, ombros e joelhos das mulheres devem estar cobertos para entrada no templo. Caso você não esteja com roupa adequada, pode alugar sarong para as pernas por 5 RM e na saída elas devolvem 2 RM.
Como chegar na Batu Caves
Apesar de Batu Caves ficar a aproximadamente 13 km de Kuala Lumpur, o acesso é super fácil. Basta pegar o trem em direção a Batu Caves na KL Sentral, com saída a cada 30 minutos. A estação Batu Caves é exatamente na entrada do templo. A duração do trajeto de trem entre KL Sentral e Batu Caves é de aproximadamente 1h.
Visitamos Kuala Lumpur durante uma viagem pelo sudeste asiático e, por conta disso, foi muito importante ter um dia para relaxar. A escolha do nosso hotel se deu por amor à primeira vista. Enquanto pesquisávamos no Booking as opções, encontrei uma foto da piscina do The Face Suites e, na mesma hora pensei: é esse! Veja onosso hotel na capital da Malásia.
Borda Infinita The Face Suites
A borda infinita do The Face tem 38 metros de comprimento e vista panorâmica de Kuala Lumpur, incluindo as Petronas e a Torre de TV, cartões postais da cidade.
O The Face Suites possui 2 torres (uma do hotel e outra de residências). Por conta disso, existem muitas opções de hospedagem com direito a essa piscina maravilhosa. Confira e reserve a que você mais gostar:
Como nós só tivemos 2 dias na cidade, não conseguimos ver tudo, mas separei aqui algumas opções bacanas de atrativos para você decidir o que fazer em Kuala Lumpur.
KLCC Park
Localizado no anexo das Petronas e possuindo uma das vistas mais bonitas das torres gêmeas, este parque urbano bem no coração de KL foi projetado pelo brasileiro Roberto Burle Marx. O parque conta com diversas atividades, como: parque infantil, lago artificial, pista para caminhada, cascatas, cachoeiras, fontes, ponte elevada e até uma piscina pública. No local acontece diariamente o Lake Symphony, um show de luzes e águas que dura aproximadamente 5 minutos.
Merdeka Square
A praça da Independência é um local que vale a visita. É lá que estão as famosas letrinhas “I ♥ KL”, sendo impossível resistir à foto. Ao redor da praça estão diversos prédios históricos, como o Museu Nacional de História, a Catedral Anglicana de Santa Maria, o Sultan Abdul Samad, onde funciona o Ministério da Informação, Comunicação e Cultura da Malásia, entre outros.
Central Market
O mercado central de KL é um dos pontos turísticos mais populares da cidade. Também conhecido como Pasar Seni, o lugar possui diversas lojas e barracas que vendem roupas, artesanatos e lembrancinhas locais. Existem também diversos restaurantes de culinária asiática. Vale conferir no site do central Market tudo que rola por lá.
KL Forest Eco Park
Na KL Forest encontramos ar puro, tranquilidade e muito sossego, sendo um ótimo lugar para descansar e relaxar. Se você gosta de aventuras, vai adorar o Canopy (pontes entre as copas das árvores). Infelizmente não deu tempo de visitar, mas adoraríamos. O KL Forest Eco Park não cobra entrada.
Masjid Jamek Sultan Abdul Samad
Uma das mesquitas mais antigas de KL, foi inaugurada em 1907 e, posteriormente, passou por diversos processos de ampliação. Foi a principal mesquita da cidade até a construção da Masjid Negara (mesquita nacional), finalizada em 1965. Vale lembrar que, para visitar a mesquita, mulheres devem estar com cabeça, braços e pernas cobertos e os homens com braços e pernas.
Thean Hou Temple
O Thean Hou Temple possui localização super privilegiada. Sua localização no alto da colina Robson Heights oferece vista panorâmica da cidade. Foi construído em 1989 em homenagem à deusa dos pescadores e está entre os templos chineses mais antigos do sudeste asiático.
Changkat Bukit Bitang
Podemos dizer que é a Kao San Road ou a Lapa de Kuala Lumpur. A rua é lotada de bares, festinhas e pubs, onde a boemia corre solta. Por lá também podemos encontrar restaurantes típicos de diversos países do mundo, como Brasil, Japão, França, Rússia, Itália, entre outros.
Espero que tenha gostado das dicas e que você aproveite ao máximo a capital da Malásia. Dúvidas, críticas e elogios pode deixar nos comentários. Te vejo em Kuala Lumpur.
A notícia da criação de uma taxa para entrar na Europa (UE) mexeu com o humor dos viajantes no último mês. Mas fiquem calmos, pois a cobrança ainda vai para a aprovação do Conselho de Ministros da UE e, em seguida, o Presidente do Parlamento Europeu e a Presidência rotativa do Conselho precisam, finalmente, assinar a lei. Somente após publicação no Diário Oficial da União Europeia, o novo regulamento entrará em vigor, com previsão somente para 2021.
No último dia 05 de julho, o parlamento europeu aprovou a implantação da ETIAS (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagens) e foi por conta da divulgação dessa aprovação que a notícia da criação da nova taxa se espalhou rapidamente pelo mundo.
Entenda a criação da taxa para entrar na Europa
Atualmente existem 60 países que não fazem parte da UE, mas possuem isenção de visto para visita à região. Os cidadãos desses países podem entrar na Zona Schengen para turismo e fins comerciais por até 90 dias. Durante esse período, esses visitantes não podem estudar nem trabalhar, mas podem participar de atividades de turismo e negócios. Veja aqui a lista com os 60 países isentos de visto.
Além disso, as preocupações com a crise dos imigrantes e os recentes ataques terroristas exigiram um maior controle de quem atravessa as fronteiras da União Europeia. Com a nova medida, a EU busca tornar as viagens dentro das suas fronteiras uma experiência mais segura.
Para diminuir o tempo de espera e deixar todo o processo mais dinâmico e seguro, a Comissão Europeia criou o ETIAS.
O que é o ETIAS
É um processo inteiramente eletrônico que permite (ou não) a entrada e acompanhamento de visitantes de países que não necessitam de visto para a União Europeia.
O ETIAS fará uma verificação detalhada de segurança de cada solicitante para estabelecer se eles podem ou não entrar nos países da Zona Schengen. Sua função é garantir que aqueles cidadãos que não passam por um longo processo de solicitação de visto não sejam uma ameaça à segurança.
Qual será o custo e a duração do ETIAS
A previsão é que a taxa para a obtenção do ETIAS custe 7 euros, podendo ser paga com cartão de crédito ou débito. Apenas maiores de 18 anos precisarão pagar a taxa. Uma vez aprovado, o ETIAS terá validade de até 3 anos ou até o final da validade do passaporte, o que ocorrer primeiro.
Leia aqui um roteiro de 3 dias em Paris e aproveite para conhecer a europa enquanto a taxa não entra em vigor.
O que muda para nós brasileiros
Na verdade não mudará nada acerca da necessidade de visto – continuamos sendo isentos. Entretanto, teremos que pagar a taxa e dar entrada no pedido do ETIAS.
Assim que forem divulgadas mais informações sobre o assunto, atualizo o post.
Coqueirais nativos, piscinas naturais com águas cristalinas, calmas e refrescantes, num vilarejo tranquilo, rústico e aconchegante no meio da Rota Ecológica. Parece um sonho, né? Mas te garanto que esse lugar existe! Japaratinga, anote esse nome.
Localizada na Costa dos Corais, entre as cidades de Maceió e Recife, Japaratinga encanta a todos que passam pela região. O município é um dos destinos menos explorados pelo turismo de massa no litoral norte de Alagoas (bem diferente da sua vizinha Maragogi) e preciso confessar que esse foi um dos principais motivos que despertaram em mim o interesse pela cidade.
História
Os primeiros habitantes de Japaratinga pertenciam a tribos indígenas e a cidade era conhecida como Japaratuba. Com o passar dos anos, os índios doaram as terras para uma colônia de pescadores, implantada no mesmo local onde hoje está localizada a sede municipal. Foram os pescadores que iniciaram o ciclo do coco na região.
Até metade do século XX, o povoado pertencia ao município de Maragogi e, em 1960, foi proclamada sua autonomia administrativa, passando a se chamar Japaratinga.
Atualmente
Como disse acima, o município faz parte da região da Costa dos Corais. Com aproximadamente 8 mil habitantes, o local evoluiu muito no turismo que, atualmente, representa uma das principais fontes de renda da cidade. Entretanto o clima de interior ainda está muito presente.
Ruas calmas
Ruas tranquilas e pouco movimentadas, com pracinhas, posto de saúde, prefeitura, escolinhas, igreja, delegacia e até uma pracinha dedicada aos idosos.
Achei uma delícia caminhar pelas ruas da cidade. A calmaria traz uma sensação de muita paz e tranquilidade. É bastante comum encontrar moradores nas portas de casa, prontos a bater um papo – coisa bem típica de interior, não é mesmo?
Praça do idosos
A praça dos idosos fica no centrinho, bem em frente à praia que deu origem ao nome da cidade. A jangadinha com a frase “Eu ♥ Japaratinga” também fica nessa praça. Pra quem não resiste a fotos com essas frases, vale a visita a esse lugar.
Melhor época para ir
Como todo destino de praia, a melhor época para visitar a cidade é durante o verão. Entretanto, essa costuma ser a época em que as pousadas estão lotadas, além do custo na cidade ser maior. Então minha dica é:
Evite o final de maio, junho e julho, pois as chuvas são mais constantes e a água não fica tão transparente;
Vá tranquilo em setembro, outubro, novembro, março e abril, pois chove pouco e a água está bem clara. Como ainda está em baixa temporada, os preços são melhores.
Vá preparado em dezembro, janeiro e fevereiro. O clima estará ótimo, porém a cidade estará cheia e os preços mais altos por conta da alta temporada.
Ultimamente a temperatura no mundo anda bem descontrolada, com casos de calor em pleno inverno e frio no verão, por exemplo. Por conta disso, eu sempre dou uma conferida no site do Climatempo para saber como anda a temperatura e clima atuais.
Como chegar em Japaratinga
Os aeroportos mais próximos estão em Maceió e Recife, sendo o primeiro a aproximadamente 115 km de distância e o segundo mais ou menos 140 km de distância. Vale pesquisar seu voo chegando pelos dois aeroportos, pois a diferença no valor da passagem de um para o outro pode ser grande. Fica a dica!
Saindo de Maceió
A primeira opção de caminho é seguir pela AL-101, AL-413, AL-105 até Porto Calvo e depois seguir pela AL-465 até Japaratinga.
A segunda opção é seguir pela AL-101 direto até Porto de Pedras e lá pegar a balsa para atravessar o Rio Manguaba. Já do outro lado do rio, continuar seguindo pela AL-101.
Melhor opção
Se estiver saindo de Maceió, o caminho pela AL-101 fazendo a travessia do rio Manguaba pela balsa é o mais rápido em situações normais. Entretanto, a balsa leva apenas 6 veículos por vez e, por isso, pode ter fila de espera. Em dias de pico, a espera na fila pode ser superior a 1h. Dessa forma, pode ser mais vantajoso usar a primeira opção.
Saindo de Recife
Siga pela BR-101 e depois pela PE-60 até a divisa de Pernambuco com Alagoas. A partir da divisa, a rodovia se torna AL-101 e basta seguir até o destino final.
Vale a pena colocar o caminho no GPS, pois ajuda muito.
O que fazer em Japaratinga
Como já expliquei no início, a tranquilidade reina na cidade e dá para explorar quase tudo a pé. Vale lembrar que não existem boas opções de transporte público pela cidade. Alugar um carro ajuda muito, caso você também queira visitar as cidades vizinhas. Porém, mesmo sem carro, várias opções de passeios te ajudarão a conhecer a região.
Aproveite o centrinho
O centrinho da cidade é super simples e bonitinho. Que tal um sorvete curtindo a brisa e apreciando a paisagem?
Descanso após o almoço
Esse banquinho fica bem em frente à praça dos idosos que comentei no início do texto
Veja a cidade do alto
Eu adoro ver as paisagens de cima. Por isso, sempre procuro por mirantes ou o ponto mais alto dos lugares.
Mirante
Encontramos esse mirante quando estávamos saindo da Pousada do Alto, onde ficamos hospedados durante nossa passagem pela cidade.
Piscinas naturais de Japaratinga
As jangadas para as piscinas naturais do Picão (nome das piscinas naturais de Japaratinga) saem da praia de mesmo nome bem no centrinho da cidade. Os picões não são enormes como as galés da vizinha Maragogi. Por outro lado, não são lotadas de turistas. Adoro isso! O passeio até as piscinas naturais custa em média R$50,00.
As piscinas de Japa possuem águas mais profundas. Portanto, quem tiver com criança deve ficar de olho. De resto, é aproveitar a água morninha e relaxar em meio aos recifes e peixinhos coloridos.
Vale lembrar que o passeio para as piscinas naturais depende sempre da tábua da maré, por isso não esqueça de verificar a tábua antes do seu passeio. Saiba como consultar a tabua da maré.
Foto nas letrinhas
Levanta a mão quem, assim como eu, ama fotos nas frases com o nome da cidade. Não importa o lugar do mundo que eu esteja: se tem letrinhas, eu quero a foto!
Impossível resistir à foto
As letrinhas ficam no mirante em frente a pousada Aruanã. No mesmo local existe um quiosque e uma lojinha de souvenires com lembranças da cidade.
Praias de Japaratinga
A cidade possui 15 km de praias num litoral paradisíaco. A exótica beleza recebe contribuição das diversas fazendas de coqueiros à beira mar. Ao todo, são cinco praias que, com disposição, podem ser exploradas durante uma bela caminhada.
Praia de Japaratinga
Praia do centro
É a praia mais urbana da região e que deu origem ao nome do município, servindo de ponto de partida para os passeios de jangada. Essa praia é a que possui melhor estrutura e varias opções de restaurantes e pousadas. Durante a maré baixa, é possível caminhar por cerca de 500 metros mar adentro. Suas águas são mornas e mansinhas, ideais para crianças.
Praia do Bitingui
Essa praia é cercada por casas de veraneio. Suas águas são sempre calmas e rasas, com temperatura super agradável. O mar é rodeado por falésias, o que deixa o mergulho com um cenário ainda mais bonito.
Barreiras do Boqueirão
Também é conhecida como praia da Bica, por conta das suas fontes de água mineral. Além de retirar o sal do corpo, o banho na água doce e gelada ajuda a renovar as energias. Casas e pousadas mais rústicas estão presentes no local.
Nós ficamos hospedados na Pousada do Alto. Confesso que a escolha se deu principalmente por sua incrível piscina de borda infinita, que entrou para nosso seleto grupo de piscinas incríveis.
Espero que tenha curtido a dica e que em breve você possa curtir esse paraíso incrível. Além disso, qualquer dúvida que você ainda tenha pode deixar nos comentários que te responderemos. Te Vejo em Japaratinga!
O restaurante Scotton foi um achado! Se você procura um restaurante com vista cinematográfica, comida deliciosa e preço justo, esse post é pra você!
Uma coisa que eu adoro é procurar lugares pouco explorados e que ainda não caíram na moda. E foi nessa busca que encontrei o Scotton. Mesmo no Rio de Janeiro (uma cidade super turística), esses achados ainda são possíveis. Como vocês lerão aqui, o Scotton está entre os melhores restaurantes de Botafogo.
Vista do bar
Confesso que não sei como é possível o Scotton ainda ser tão pouco conhecido pelos cariocas e turistas. Sua vista é de tirar o fôlego, que é recuperado graças aos seus saborosos pratos.
Sobre o restaurante
Fundado em 1990 pelo Sr. Osni S. Scotton, o restaurante e buffet realiza eventos personalizados, corporativos e sociais, com alto padrão de qualidade e foco total no objetivo e sonho dos clientes.
O restaurante possui um ambiente de muito requinte e elegância, com capacidade para 150 pessoas.
Interior do Scotton
Além disso, realiza casamentos, bodas, aniversários e confraternizações em geral, com diversos tipos de serviços. Confesso que, ao entrar no restaurante, a primeira coisa que pensei foi em um casamento no local. Imagine casar com o Pão de Açúcar ao fundo e sem preocupação com a chuva. Um sonho, não é mesmo?
O restaurante está localizado no segundo andar do Edifício Argentina (Praia de Botafogo, 228), na zona sul carioca.
Ao chegar no Edifício Argentina, é necessário passar pelo controle de entrada do prédio. Basta informar que vai ao Scotton e fazer o cadastro de acesso ao prédio, mediante apresentação de um documento de identidade. Você receberá um cartão para a liberação da sua entrada na área dos elevadores.
Entrada do restaurante Scotton
O prédio não possui estacionamento próprio; entretanto, existem estacionamentos privados nas suas duas laterais. Caso você prefira ir de metrô, será necessário uma pequena caminhada de 20 minutos até o local, saindo da estação Botafogo.
Almoço
O restaurante abre para o almoço de segunda a sexta no período de 12h até 15h30. O funcionamento durante os finais de semana e feriados é apenas para eventos fechados.
Almoço com vista maravilhosa
Durante o almoço existem 3 opções para sua refeição:
Buffet self service
No buffet livre, você paga um valor fixo e come à vontade. São diversas opções de pratos quentes e saladas, tudo super saboroso e fresquinho.
O cardápio do Scotton possui diversas opções de entradas, saladas, massas, risotos, peixes/frutos do mar, carnes, aves e sobremesas. Todos os pratos são individuais.
Filet de linguado espanhol
Nossa sugestão para quem gosta de peixe é o filet de linguado, que vem acompanhado com arroz de brócolis e batata sauté (R$ 41,80). Para aqueles que não abrem mão da salada, a caesar clássica (R$ 23,80) estava uma delícia, com croutons super crocantes, do jeito que eu gosto.
Salada caesar clássica
Menu executivo
Todos os dias existem 2 opções do chefe que fazem parte do menu executivo. O valor de R$ 33,80 é independente da sua opção de prato. Nas quartas, por exemplo, as opções do menu são:
Escalopinho ao champingnon com arroz a piamontese e batata sauté;
Filet de frango grelhado com arroz de brócolis e batata noisette.
Opções de menu executivo
Como cortesia para quem optar pelo menu executivo, é oferecido um pudim de leite de sobremesa.
Pudim de leite
O menu executivo possui diferentes opções a cada dia da semana, como bife a cavalo, salmão ao molho de uvas, bife a parmegiana, filet de linguado, contra filet a argentina, camarão a Comodoro, entre outras.
Jantar
A vista noturna do restaurante Scotton também é de tirar o fôlego, principalmente nos dias de céu limpo. O restaurante é perfeito para um jantar romântico ou para comemorações especiais.
Vista à noite
Durante o jantar estão disponíveis apenas as opções à la carte.
Jantar romântico
Reservas
Como as mesas com vista são mais disputadas, acho muito válido fazer reserva antecipada como garantia.
Comemoração de aniversário
Levei minha mãe para almoçar no Scotton no dia do aniversário dela, que ficou encantada com o lugar.
Vale destacar
Na minha opinião, a vista da Enseada de Botafogo é uma das mais bonitas do Rio de Janeiro. Por conta disso, o ponto alto do restaurante Scotton não poderia ser outro que não sua vista. Mas o custo também nos surpreendeu bastante, com preços super atraentes para os pratos e bebidas.
Informações Importantes
Endereço: Praia de Botafogo, 228 – 2° andar, Botafogo Telefone para reserva: 2554-8729 E-mail: scotton@restauranteescotton.com.br
O Forte do Leme ou Forte Duque de Caxias é um dos meus cantinhos preferidos da zona sul da cidade maravilhosa. Já perdi a conta de quantas vezes estive por lá e de quantos amigos (cariocas e de outras cidades) já levei para conhecer a incrível vista de Copacabana que o forte oferece.
Como chegar no Forte do Leme
O forte fica na Praça Almirante Júlio de Noronha, s/n. Dependendo de onde esteja no Rio, você pode chegar a pé, de metro, ônibus ou carro. O mapa abaixo serve para você se guiar indo a pé, saindo da estação de metrô Cardeal Arco Verde.
Metro x Forte do Leme
Se sua opção for ônibus, confira aqui o melhor trajeto para ir de ônibus. Caso você opte por ir de carro, tenha bastante atenção pois as vagas de estacionamento são bem reduzidas pela região.
Se possível, tente evitar os finais de semana, quando o forte está mais cheio. Se, assim como eu, você ama assistir ao pôr do sol, tenho certeza que vai adorar assistir esse momento por lá.
Por do Sol visto do Forte
Para quem olha do Forte do Leme, o sol sempre se esconde por trás das montanhas. Por conta disso, consulte aqui o horário exato do pôr do sol no dia da sua visita e se programe pra chegar antes para não perder o momento.
Sobre o Morro do Leme
Com 124 metros de altitude, o morro do Leme está ao lado da Praia do Leme e do Morro dos Urubus. O morro possui 12 hectares de Mata Atlântica nativa, além de16 hectares de mata de reflorestamento.
Foto da pedra do Leme
Em seu cume, está o Forte Duque de Caxias, que foi parte do sistema defensivo da cidade no passado. Na base do morro, está o CEP (Centro de Estudos de Pessoal), um centro de ensino técnico e superior do Exército Brasileiro.
O morro está dentro em uma Área de Proteção Ambiental (APA). A mesma APA engloba também a ilha de Cotunduba, a pedra e praia do Anel, além do Morro dos Urubus.
História do Forte Duque de Caxias
O Forte Duque de Caxias ganhou esse nome em 22 de agosto de 1935 para homenagear o maior de todos os militares brasileiros da época. Além de forte do Leme, também já foi conhecido como Forte da Vigia e Forte da Espia.
Foi construído por ordem do Marquês do Lavradio, por volta do ano de 1776. Nessa época, a construção tinha a função de alertar as outras fortificações sobre a chegada de navios à cidade do Rio de Janeiro. Após a Proclamação da República Brasileira em 1895, passou a se chamar Forte do Leme, ganhando o nome atual somente em 1935.
O Forte participou de importantes atos na História do Brasil, como: revolta do Forte de Copacabana (1922), Revolução de 1932, Movimento Integralista (1938) e a segunda guerra mundial (1939 a 1945).
Desativado em 1965, passou a sediar o CEP, voltado ao estudo e à pesquisa na área do comportamento humano, que continuou a missão de preservar o Sítio Histórico Forte Duque de Caxias, tendo seu nome alterado em 2008 para Centro de Estudos de Pessoal e Forte Duque de Caxias.
Em dezembro de 2009 iniciou-se o projeto de revitalização do antigo forte, que reabriu as suas dependências ao público em 24 de setembro de 2010.
Canhões restaurados
Entre as obras feitas, destacam-se a instalação de rede elétrica independente, impermeabilização da laje de cobertura, reforma das salas e galerias, sinalização e iluminação da fachada. O novo forte passou a contar com um memorial a Duque de Caxias, sala de vídeo com exibição de filmes, salas com exposições fixas sobre a história do forte e espaço para a realização de exposições temporárias.
Atualmente
Atualmente, o Forte do Leme é um monumento que divulga os valores culturais e históricos do Exército. É aberto à visitação pública e possui uma das vistas mais bonitas da praia de Copacabana. O entorno do forte é conservado como Área de Proteção Ambiental (APA do Morro do Leme).
Ingressos
O ingresso deve ser comprado na bilheteria que fica bem em frente ao Centro de Estudos de Pessoal.
Entrada CEP
Você encontrará diversas informações importantes na cabine. Não deixe de ler.
Compre o ingresso nessa cabine
Valores
Preço normal -> R$ 4,00
Meia entrada (estudantes) -> R$ 2,00
A visitação é gratuita às terças-feiras.
Militares e dependentes, maiores de 60 anos e menores de 10 anos não pagam, independente do dia da semana.
A trilha
Por estar dentro de uma área militar, sem dúvida a segurança é o ponto forte do passeio.
Inicio da trilha
O caminho até o Forte do Leme não é bem uma trilha, estando mais para uma caminhada ecológica dentro de uma APA, já que todo o percurso é de paralelepípedos, cercado pela Mata Atlântica.
Subida para o Forte
Apesar da subida íngreme (afinal são 800 metros de altura), achei o caminho bem tranquilo, pois grande parte do trajeto é feito à sombra das árvores. Para quem está acostumado com longas caminhadas e trilhas, o trajeto será bem fácil. Entretanto, para pessoas com mais idade, ou que não estejam acostumadas a caminhar, a subida pode exigir maior esforço físico.
Surpresas durante a subida
Ao longo do caminho são representadas as 15 estações da Via Sacra.
Via Sacra
As esculturas foram inaugurados em 2005 e, posteriormente, reinauguradas pelo arcebispo do Rio de Janeiro Dom Orani Tempesta em abril de 2017. Para os religiosos, é uma boa oportunidade para orações e reflexão sobre o último percurso de Jesus.
Vista durante a trilha
Em poucos minutos de subida já é possível avistar o mar e muitos micos, que estão espalhados por todo o caminho.
Quanto tempo de trilha
Isso vai depender do seu foco! Se você deseja apenas chegar ao cume sem parar pelo caminho, levará em torno de 15 minutos. Essa é uma caminhada que vale a pena fazer com calma, observando a paisagem e toda a vegetação local. Durante a “trilha”, existem vários painéis contando um pouquinho sobre a vegetação local, que, como já disse, é protegida por uma APA. Como eu sempre gosto de tirar muitas fotos levo aproximadamente 25 minutos para chegar ao cume do morro.
Chegando ao Forte
A caminhada termina no cume do morro do Leme. Antes de entrar no forte, não resistimos e paramos nesse muro branco, que acaba sendo um super mirante.
Antes de entrar no forte
Dependendo do horário da sua visita, o ideal é parar nesse murinho na hora do pôr do sol para apreciar o espetáculo com calma.
Entrada do Forte
Bem em frente a este muro branco está a entrada do forte. Se der aquela sede por conta da subida, fique tranquilo! O forte possuibebedouro com água geladinha, além de máquina de refrigerante.
Se você quiser saber mais sobre a história do forte, vale assistir ao filme que é exibido na sala de vídeo, bem como visitar as galerias.
Vista do Forte Duque de Caxias
O forte possui um dos cenários mais bonitos da cidade maravilhosa, começando pela vista panorâmica de toda a orla de Copacabana. Além disso, também é possível ver lá de cima: Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Forte de Copacabana, llhas Oceânicas, Montanhas da Floresta da Tijuca, Morro Dois irmãos e a Pedra da Gávea.
Praia do Leme, Pedra da Gávea e Morro dois irmãos
Pão de açúcar e Niterói
Ilha de Cotunduba e Niterói
Cristo redentor
Eu e Jessica, minha amiga de Natal- RN
Enquanto contempla a paisagem, você encontrará diversos moradores fofinhos que estão por toda a área do Forte do Leme, como esses aqui das fotos
Mico e os bondinhos do Pão de Açúcar
Vale lembrar que, para preservar a saúde dos animais, não devemos alimentá-los.
Observando a Ilha de Cotunduba
Duas lunetas estão disponíveis para quem quiser apreciar a paisagem vista do mirante com mais detalhes: uma na parte de trás do forte (onde é possível ver a ilha de Cotunduba e a cidade de Niterói) e outra na parte da frente, com vista para a orla do Leme e Copacabana.
O Forte do Leme ainda é bem pouco conhecido pelos turistas e até mesmo pelos cariocas. Por conta disso, mesmo aos finais de semana, o forte costuma estar bem tranquilo. É muito comum presenciar casais e grupos de amigos relaxando na tranquilidade do forte.
Casal relaxando
Importante saber
O pagamento do ingresso deve ser feito somente em dinheiro;
é proibido usar trajes de banho e circular sem camisa na trilha e no forte;
em dias de chuva a visitação é suspensa;
é proibido conduzir ou consumir bebida alcoólica dentro de toda a área militar;
não existe cantina dentro do forte. Leve um lanche;
existe um bicicletário na praça em frente a entrada do forte.
Foi em 2014 que descobri e me apaixonei pelo lago de Furnas (nessa ocasião, ele era conhecido apenas como canyons Capitólio). Mas foi só no final de 2015 que consegui desbravar essa apaixonante cidade mineira localizada entre o lago e a Serra da Canastra. Na época, o turismo por lá era bem tímido e, por isso, eu e duas amigas partimos sem nada reservado. Atualmente, Capitólio atrai muitos turistas de dentro e fora do Brasil. Portanto, não recomendo que você vá sem ao menos a pousada garantida
Tudo na cidade é adorável. Porém, certamente o que mais gostei foi o passeio de lancha pelos canyons e, por isso, meu primeiro post sobre Capitólio não poderia ser sobre outro assunto.
O passeio pelo “mar de Minas” (como são conhecidas as águas de Capitólio) pode ser feito de duas formas:
Chalana ou catamarã -> São embarcações maiores, com estrutura de bar, poltronas e banheiros. Esse tipo de barco leva um número maior de turistas, e por conta disso, o custo é menor (R$ 45,00/por pessoa).
Nessa opção, seu passeio pelos canyons fica um pouco mais restrito devido ao tamanho da embarcação.
Lanchas -> Levam até 8 pessoas e, por isso, o custo do passeio é um pouco maior (R$ 70,00/pessoa), Lembrando que também existe a opção de alugar uma lancha só para um grupo fechado.
A lancha vai até partes dos canyons de Capitólio que as embarcações maiores não conseguem chegar.
De onde saem os passeios
Os passeios saem do píer em frente ao restaurante do Turvo, que fica na Rodovia MG-050, km 306.
Como nós fizemos
Chegando em Capitólio vimos um restaurante na estrada e decidimos parar para pegar informação. Que sorte! Paramos no lugar certo. Era o restaurante do Turvo, que fica exatamente em frente à parte do lago de furnas de onde saem os passeios aquáticos.
Canyons Capitolio
No próprio restaurante, fechamos nosso passeio com o pessoal da Lancha Carioca. Optamos pela lancha para visitarmos os lugares que só as lanchas chegam e também para ter maior privacidade.
Passeio de lancha pelos Canyons de Capitólio
O passeio dura em média 2h e percorre 13 km pelas águas do lago de Furnas. Durante o percurso, estão previstas três paradas para banho e muita diversão.
Canyons Capitolio
A lancha avança rapidamente pelas águas e, aos poucos, a beleza vai se revelando e vamos ficando cada vez mais ansiosas.
Lago Azul
A primeira parada da lancha é no Lago Azul. A lancha deixa os passageiros em um bar flutuante que fica junto desse enorme e delicioso lago. A temperatura da água é perfeita e a transparência é incrível. Muitas pessoas vão para essa área dos canyons com o intuito de passar o dia.
Enquanto eu curtia a água do lago, a Day (do blog Seguindo Viagem) encontrou uma subidinha que dava em outra queda d´água. Não resistimos e fomos conferir o que tinha por lá.
Ao chegarmos, descobrimos que, na verdade, o Lago Azul (que é verde) era aquele (e não o primeiro onde estávamos). Muita gente deve fazer essa parada do passeio e passar batido pelo verdadeiro Lago Azul. Fique esperto e não esqueça de subir as pedras pelo lado esquerdo. É bem fácil encontrar.
O Lago Azul está dentro de uma propriedade particular, o que justifica a cobrança de uma taxa no valor de R$ 10,00/pessoa para conhecer o local. No entanto, ninguém nos havia informado isso enquanto subíamos e só fomos saber da cobrança quando já estávamos na lancha indo embora.
Cachoeira dos Canyons
A segunda parada da lancha é na parte mais bonita do passeio. Não consegui confirmar o nome dessa cachoeira. O guia noss disse que era “cachoeira da esmeralda”, mas não vi esse nome em nenhum outro lugar. Independente do nome, é uma surpreendente queda d´água que despenca do paredão no meio do canyon
Sem dúvida, a cor da água foi o que mais me impressionou nessa parte do canyon, sempre muito transparente e variando entre o azul e o verde.
É importante lembrar que a posição do sol faz total diferença na cor da água. Se o passeio for feito na parte da manhã (quando o sol ainda não bate na água) pode ser que a cor não esteja azul nem verde, mas a transparência certamente estará presente.
Nessa parte dos Canyons param muitas lanchas particulares, o que pode acabar lotando e prejudicando um pouco a paisagem. Por outro lado, as embarcações maiores não conseguem chegar até aqui.
Cachoeira da Cascatinha
Sem dúvida, a terceira parada da lancha foi a que mais nos surpreendeu. Aqui, os paredões são mais próximos e nem a lancha consegue chegar.
Canyons Capitolio
Tivemos que caminhar entre os paredões (as opções são nadar pela enorme piscina natural que se forma no meio dos canyons ou andar pelo cantinho). Mesmo escolhendo a caminhada, tenha certeza que você vai se molhar. Por isso, é indispensável levar roupa de banho.
Canyons Capitolio
Encontramos essa pequena queda pelo caminho e foi impossível não parar e aproveitar um pouquinho. A temperatura da água estava uma delícia.
Finalmente chegamos na cascatinha, um conjunto de quedas no meio dos canyons. A água é muito transparente e a temperatura uma delicia. Ficamos um bom tempo na cascatinha e ficaria mais se não tivessemos um encontro marcado com o pôr do sol.
O incrível pôr do sol no meio dos Canyons Capitolio
Esse momento você só vai viver se fizer o passeio de lancha na parte da tarde.
Navegar pelas água do Lago de Furnas com esse pôr do sol é algo que certamente ficará pra sempre na memória. O sol já estava baixando e eu só queria ficar ali vivendo aquele momento e agradecendo ao Pai por tudo de maravilhoso que esse passeio me proporcionou.
Pôr do sol no Lago de Furnas
Assim que o sol baixou, seguimos nosso caminho de volta ao píer. Não tinha forma mais especial para encerrar esse passeio. Foi lindo!
Lago de Furnas
Como vocês acompanharam foram muitas aventuras para uma unica tarde. Se você estiver só de passagem por Capitólio, vale muito a pena tirar algumas horinhas para fazer esse passeio.
Bustour chega trazendo novidade para moradores e turistas das 2 cidades capixabas. Se você deseja conhecer ou “reconhecer” as duas cidades capixabas ao mesmo tempo, certamente vai adorar esse passeio.
O ônibus panorâmico tem capacidade para 49 passageiros e oferece um tour com visual privilegiado dos principais pontos turísticos dos dois municípios.
O passeio começa às 9h, com embarque no quiosque 1 na orla de Camburi e retorna para o mesmo local da partida por volta das 17h. Durante o passeio são feitas paradas que variam de 20 a 40 minutos, conforme a atração visitada. Também é feita uma parada de aproximadamente 1h30 para o almoço.
Roteiro do Bustour
O passeio começa com um tour pela orla de Camburi e, em seguida, passa pelas principais avenidas de Vitória. A primeira parada é feita na Basílica de Santo Antônio, com a belissíma vista dos arredores da Ilha de Vitório. A segunda parada é feita no museu da Vale, que possui a maior maquete ferroviária do Brasil.
A seguir, o ônibus faz o percurso até o centro de Vitória, onde mais uma parada é feita, dessa vez na região conhecida como Cidade Alta. Depois, o roteiro segue com parada na praça Costa Pereira para visitar algumas atrações no seu entorno. Logo após, é feita a parada de 1h30 para o almoço no Hortomercado.
O passeio segue com a encantadora vista durante a travessia da 3° ponte, onde preciso destacar o cartão postal do Espírito Santo: o Convento da Penha. Em Vila Velha, o ônibus passa pelos principais atrativos da cidade, como as praias de Itapoã, Itaparica, praia da Costa até a praia da Sereia, seguindo para a parada no Farol de Santa Luzia.
Finalmente, o Bustour faz o caminho de volta, passando pela praça Duque de Caxias e, novamente, pela 3° ponte. De volta à capital, é feita a última parada na curva da Jurema, um excelente lugar para fotos. O passeio segue com um tour pela praia do Canto e finaliza o dia retornando para o quisque 1, na praia de Camburi.
Ingressos Bustour
Adultos e crianças a partir de 8 anos: R$ 50,00
Crianças de 2 a 7 anos: R$ 30,00
Bebês e crianças até 2 anos incompletos: Não pagam
Importante
O tour funciona às quartas e aos sábados, domingos e feriados.
A segunda edição da feira nacional do podrão promete agitar a cidade nesse final de semana. O sucesso foi tão grande na primeira edição que o evento cresceu e ganhou casa nova.
Dessa vez, o festival do podrão ganhou mais espaço e patrocinadores de peso. O evento acontecerá no Terreirão do Samba, no Centro da cidade, entre os dias 11 e 12 de agosto (sábado e domingo).
O festival contará ainda com diversas atrações de rua, como músicos e acrobatas, que prometem deixar o clima ainda mais legal. Além disso, terá também um parquinho para as crianças com brinquedos a preços populares (R$5,00 um bilhete ou R$20,00 cinco bilhetes). A brincadeira também estará garantida para os adultos: haverá guerra de cotonete (adorei!!!!). Quem for comemorar o dia dos pais no festival do podrão vai assistir ao show do grupo Revelação no palco Globo. Quer programa melhor entre pais e filhos neste domingo?
Os “podrões” serão as grandes estrelas do evento e os preços, assim como na primeira edição, serão super justos, variando de R$3,00 a R$ 40,00.
Conheça oPavão Azul o pé sujo queridinho de Copacabana.
Destaques da Feira Nacional do Podrão
O evento terá aproximadamente 30 expositores, dentre eles:
a famosa batata frita de Marechal (Finalmente vou conhecer essa delícia);
coxinha de 1 Kg (Ai Jesusssss que eu amo coxinha!);
pastel gigante (quero muito o de strogonoff);
açaí na melancia (que que isso minha gente!!!);
pizza de churros (eu Amo churros!!)
rodízio de caldo de cana (é isso mesmo: você pode beber à vontade)
barca de hambúrguer (4 hambúrgueres de tamanho normal, 6 nuggets, calabresa, batata frita e 3 tipos diferentes de molho).
Ingressos para a feira nacional do podrão
Hoje (10/08), você já pode comprar seu ingresso antecipado na bilheteria do Terreirão do Samba de 11h às 17h. Nos dias do evento, os ingressos estarão à venda a partir de 11h. Vale lembrar que o local tem lotação máxima e que menores devem estar acompanhados dos responsáveis. O valor é R$5,00 + 1kg de alimento, que deve ser entregue no ato da compra do ingresso.
Importante: o pagamento da entrada deve ser feito somente em DINHEIRO. Os boxes e tendas de comida e bebida aceitarão cartão de crédito e débito. Não serão aceitos tickets refeição.
Como Chegar
O Terreirão do Samba fica na rua Benedito Hipólito, 66 – Centro. O local não dispõe de estacionamento próprio e, embora tenha estacionamento no entorno, acredito que a melhor opção seja o transporte público. As estações do metrô mais próximas são Central e Praça Onze. Para garantir a segurança, o evento contará com efetivo da guarda municipal e Polícia Militar durante os dois dias de festa.
Mapa para o evento
Espero que tenha gostado da dica e Te Vejo Na Feira Nacional do Podrão…
O vale do Alcantilado é um dos meus lugares preferidos na região de Visconde de Mauá. Um refúgio de muita paz e imenso contato com a Mata Atlântica. Desde março de 1992, o sítiocachoeiras do Alcantilado se reformulou e abriu suas portas para receber os amantes da natureza. O espaço se transformou no principal local de lazer e entretenimento da região de Visconde de Mauá.
Como chegar no Vale do Alcantilado
O acesso para a estrada de chão que leva ao sítio está localizado entre as vilas de Visconde de Mauá e Maringá.
Fique atento a esta placa
Se você estiver saindo da Vila de Mauá, basta pegar a estrada sentido Maringá e ficar de olho no lado direito da estrada. Logo aparecerá a placa sinalizando o Vale do Alcantilado (foto acima). A partir deste ponto, a estrada é de chão e você deverá seguir em direção ao Museu de Duas Rodas (basta seguir as placas indicativas).
Siga à esquerda
Atenção na foto acima! Esse foi o único momento que nos deixou em dúvida durante o caminho. Nesse ponto da estrada, vire à esquerda! Chegando no Museu de Duas Rodas, o Vale do Alcantilado estará um pouco mais a frente. Não tem erro!
Vale lembrar
O caminho até o Vale do Alcantilado é todo em estrada de chão. Por conta disso, todo cuidado é pouco, já que a estrada costuma ser bastante irregular, mas nada que impeça seu passeio.
Sobre o Sítio Cachoeiras do Alcantilado
O sitio é uma propriedade privada que contribui com o desenvolvimento social e turístico da região de Visconde de Mauá. Para a manutenção e preservação das trilhas, é necessário pagar uma taxa de visitação no valor de R$ 20,00, que pode ser paga em dinheiro ou com cartão de débito.
Entrada do Sítio do Alcantilado
Sinceramente, eu achei o valor bem justo pois o sítio é super bem cuidado e conservado. Além disso, os visitantes recebem um pequeno mapa das cachoeiras e trilhas do sítio logo na entrada.
Mapa das cachoeiras
Além das trilhas e cachoeiras, o sítio também possui vestiário, bar, lanchonete e casas para alugar.
Cachoeiras do Alcantilado
O sítio possui 9 cachoeiras e um mirante distribuídos em um percurso de 1,5 km (perfazendo 3 km de ida e volta). O tempo para conhecer todas as cachoeiras dependerá do quanto você ficará em cada uma delas e do seu ritmo nas trilhas. Nós passamos aproximadamente 3 h dentro do sítio e confesso que foi muito pouco.
Trilhas bem demarcadas e conservadas
A aventura já começa em 1215 metros de altitude, por um caminho totalmente demarcado. Além da excelente sinalização, a trilha nos surpreendeu pela conservação e pelos diversos degraus e corrimões (foto acima) que encontramos pelo caminho. Durante a trilha, o desnível é de aproximadamente 300 metros, com a aventura terminando em 1500 metros de altitude.
Inicio da trilha
Logo no início da trilha, já é possível visualizar a gigante cachoeira do Alcantilado, vista de pertinho no final do passeio.
1 – Cachoeirinha
A Cachoeirinha é a primeira queda da trilha. O Vini (que não tem medo de água fria), correu logo para o mergulho. O poço é ótimo para banho, possibilitando ficar embaixo da queda facilmente.
Cachoeirinha
Durante nossa visita, estava um friozinho de aproximadamente 15 graus e confesso que não tive coragem de encarar a água fria.
2 – Poço da Areia
Poço da Areia
Com águas clarinhas e uma pequena queda, o Poço da Areia é ótimo para crianças, pois é bem rasinho.
3 – Poço das Raízes
Quando passamos pelo Poço das Raízes, um raio de sol estava batendo na água, deixando super convidativa ao mergulho.
Poço das Raízes
Mais uma vez, o Vini não perdeu tempo e mergulhou nas suas águas transparentes.
Poço das raízes com sol
Mesmo com a luz do sol, a água estava bastante gelada e eu preferi ficar só admirando mesmo. Rs
4 – Cachoeira do Açude
Como ficamos mais tempo na cachoeira anterior, optamos por não parar no Açude. Passamos apenas para conhecer e fazer a foto. Porém, o poço da cachoeira do Açude também merece um mergulho e já queremos voltar no verão.
Cachoeira do Açude
Seguindo o caminho, chega a hora de decidir entre virar à esquerda e subir em direção ao Mirante da Candeia ou continuar na rota para as cachoeiras.
Mirante x Cachoeiras
Nós decidimos seguir para as cachoeiras e passar pelo mirante no final do passeio.
5 – Cachoeira das Muralhas
A queda da Cachoeira das Muralhas é bem rente à pedra, com um poço bem raso.
Cachoeira das Muralhas
Molhei só o pezinho e já foi suficiente para sair de lá com ele congelado. Rsrs
6 – Cachoeira do Lajeado
A cachoeira do Lajeado é mais uma com poço bem raso e ótimo para as crianças.
Cachoeira do Lajeado
Dessa vez, como a temperatura tinha caído, nem o Vini conseguiu entrar na água fria!
7 – Cachoeira da Toca do Penhasco
A sétima cachoeira do Alcantilado fica escondida pela vegetação, o que confere todo um charme especial ao lugar.
Cachoeira da Toca do Penhasco
A mata nesse trecho da trilha é mais fechada, contribuindo para deixar a água ainda mais gelada.
8 – Cachoeira Gruta do Granito
Na nossa opinião, essa é uma das cachoeiras mais bonitas do vale; inclusive tinha um casal fazendo fotos de casamento por lá durante nossa visita. Localizada numa enorme clareira, sua queda d’água fica de frente para um paredão verde que parece cenário de cinema.
Cachoeira Gruta do Granito
A água continuava gelada e o tempo nada de esquentar. A única certeza é que voltaremos durante o verão.
9 – Cachoeira do Alcantilado
E finalmente chegamos na gigante cachoeira do Alcantilado.
Cachoeira do Alcantilado
A principal queda do passeio possui 50 metros de altura, mas infelizmente não é possível entrar em suas águas.
Vista da Cachoeira do Alcantilado
A vista do alto da cachoeira do Alcantilado é lindíssima e dá vontade de ficar horas por ali, só ouvindo o barulho da queda e observando a natureza. Confesso que curti mais a vista do que a cachoeira do Alcantilado em si. Vale muito a pena ir até lá!!
Antes de ir embora, passamos pelo mirante da Candeia (aquele no meio da trilha) para observar a paisagem.
Mirante do Candeia
Achamos ótimo parar no mirante na volta pois pudemos parar para descansar um pouco da aventura e observar a paisagem. Como tínhamos o tempo contado, não foi possível ficar para o pôr do sol. Porém, caso você tenham tempo, não perca, pois deve ser bem bonito.
Importante saber
Se o tempo estiver aberto, com um lindo dia de sol, vale passar o dia todo no vale do Alcantilado e curtir cada pedacinho com calma;
Leve água e um lanche leve;
Não esqueça do repelente e do protetor solar;
A lanchonete do sítio (famosa pelos seus pastéis) não aceita cartão;
O estacionamento é grátis;
Leve canga ou toalha para se secar após cada mergulho;
Detalhes
Funcionamento: todos os dias, de 8h às 16h
Telefone: (24)9264-5146
e-mail: info@cachoeirasdoalcantilado.com.br