A trilha Itaguassu em Mambaí é um ótimo passeio para reunir a família, os amigos ou até mesmo curtir alguns momentos de contato com a natureza. Sobretudo, é uma oportunidade única para conhecer um pouco mais sobre a fauna e flora típicas da região.
Sem dúvida, a diversidade da vegetação local encanta. Nunca tínhamos visto tantos tipos de árvores e plantas diferentes no mesmo ambiente, tal como encontramos ao longo do caminho da trilha.
A região apresenta quatro tipos relevantes de vegetação: mata de galeria, mata seca, vereda e mata calcária, cada uma com sua peculiaridade.
Os labirintos entre as rochas fazem a caminhada ainda mais divertida e encantadora.
No caminho da trilha Itaguassu, você também encontrará esse mirante lindo. Dá vontade de ficar horas curtindo o contato com a natureza.
Caverna Lapa Rio das Pedras
Pouco depois de passar da metade da trilha, começamos a margear o rio que nos levou à caverna Lapa Rio das Pedras. Entramos pela direita, subindo com muito cuidados pelas pedras. Da parte mais alta da caverna, a vista de onde nós estramos é espetacular.
Sem dúvida, a melhor parte da trilha é a enorme piscina que se forma do outro lado da caverna. A temperatura da água é uma delícia e o seu reflexo verde no interior da caverna deixa tudo incrível.
Como chegar no início da trilha Itaguassu em Mambaí
Saindo do centrinho de Mambaí, são mais ou menos 700 metros em estrada de asfalto e mais 400 metros em estrada de chão com ótimo estado de conservação. A trilha tem aproximadamente 3460 metros e nível de dificuldade médio.
Dicas importantes
Protetor solar é super importante.
Repelente não pode faltar.
Leve água e lanche leve, pois não tem onde comprar.
Escolha tênis ou bota confortável, apropriado para trilhas.
Leve roupa de banho para o mergulho.
Não esqueça a câmera fotográfica com flash para fotografar dentro da caverna.
E quem diria que um simples meio de transporte criado em Tirol, na Áustria, se transformaria em um dos principais atrativos para os amantes de adrenalina, não é? Como um bom destino aventureiro que se preze, é claro que Mambaí tinha que ter uma tirolesa para chamar de sua. Já que não somos bobos nem nada, não perdemos tempo e tratamos de conhecer a famosa tirolesa de Mambaí e contamos tudo aqui neste post.
Sobre a Tirolesa de Mambaí
Com 102 metros de altura e 320 metros de extensão, a imponente tirolesa de Mambaí é diversão garantida para aqueles que curtem uma boa aventura.
O mirante é um ótimo local para assistir ao pôr do sol em algumas épocas do ano.
Após várias fotos no mirante, paramos em um ponto de apoio onde os instrutores da @mambai_adventure deram uma palestra de segurança e começaram a equipar a galera. Nesse exato momento, alguns integrantes do nosso grupo já começaram a desistir. Não seja um desses (rsrs)!
Devidamente equipados, partimos para o tão esperado momento. Foram 15 minutinhos de caminhada leve e lá estávamos de frente para a plataforma de salto.
Como em todas as nossas aventuras, aqui o ditado é ao contrário. Logo, cavalheiros primeiro (rs)! E lá foi o Vini começar a brincadeira. Já no alto da plataforma, como sempre dei aquela travadinha marota. Porém, bastaram alguns segundos pra superar o medo e lá fui eu e minha GoPro pra mais uma aventura. Uhullll
A tirolesa alcança uma velocidade de 47 km/h e conta com um visual incrível da caverna Lapa do Penhasco e dos cânions que cercam a região.
Não deixe de curtir a paisagem durante a travessia.
Como chegar
São 16 km (completamente asfaltados) do centro de Mambaí até a propriedade particular que abriga a tirolesa.Em seguida, são mais 400 m de caminhada por trilha leve do estacionamento até o inicio da tirolesa.
Dicas Importantes sobre a tirolesa de Mambaí
Não esqueça do repelente, pois você vai precisar.
Vá com roupa confortável.
Não esqueça a água e o lanchinho. Afinal de contas, saco vazio não fica de pé.
Para aqueles que possuem cabelo comprido: não esqueça do prendedor de cabelo, uma vez que não é permitido brincar na tirolesa de cabelo solto.
São tantos os atrativos naturais de Mambaí, que a gente até se perde na hora de escolher o que visitar primeiro. Imagine no nosso caso, que só tínhamos um final de semana. Com a ajuda da Mambaí Adventure, conseguimos otimizar o nosso tempo ao máximo, mas não paramos um minuto sequer. Foi literalmente um roteiro para os fortes. Pra se ter ideia, só conseguimos visitar a caverna Lapa do Penhasco na parte da tarde, depois da tirolesa.
Sobre a Caverna Lapa do Penhasco
A caverna Lapa do Penhasco fica no Município de Buritinópolis, dentro das fazendas Barro Preto e Olho d´agua. Dentre todas as cavernas da região de Mambaí a Lapa do Penhasco se destaca por conta do grande volume de seus salões e por sua beleza ímpar. Na entrada da caverna você não consegue imaginar o que te aguarda lá dentro.
Saindo do centro de Mambaí, são 18 km de estrada de asfalto em ótimas condições até o estacionamento da propriedade particular (por isso, só é possível entrar com guia local).
Do estacionamento até a entrada da caverna são cerda de 250 metros de caminhada pela trilha, mais 80 metros de descida bem íngreme e com muitas pedras soltas pelo caminho. Portanto, tenha muita atenção nessa descida.
Trilha para a caverna
Dentro da Caverna Lapa do Penhasco
Se você pretende entrar na caverna, vá preparado para se molhar. Será preciso cruzar um pequeno lago até o interior da caverna e nós atravessamos com a água na altura do peito.
De dentro da caverna
Com aproximadamente 30 metros de altura, a entrada possuí uma beleza raramente encontrada em cavernas brasileiras. Além da “porta” de entrada, a Lapa do Penhasco também possui uma espécie de janela, que pode ser vista de dentro da caverna ou por quem faz a tirolesa.
Fiquei muito surpresa com o interior da caverna: são diversas quedas d’água, vários poços e muita diversão.
Uma pena que a pouca luz no interior não ter ajudado muito na qualidade das fotos. Porém, se sua câmera não for à prova d’água, pense duas vezes se vale a pena entrar com ela na caverna.
Cachoeira no interior da caverna
Como fomos na época da cheia, não conseguimos andar muito por dentro da caverna. Entretanto, se você avançar pelas pedras por uns 400 metros adentro, encontrará formações rochosas impressionantes, como estalagmites e estalactites.
Como vocês sabem, amo adrenalina e todo tipo de aventura, esse ano, finalmente fui conhecer a exuberante cachoeira do funil em Mambaí, Goiás. Como poucas pessoas ouviram falar desse paraíso hoje eu vim compartilhar com vocês as minhas dicas sobre a cachoeira.
Sobre a Cachoeira do Funil
Dona de um visual surpreendente, a cachoeira do funil possui 20 m de altura e grande volume de água durante todo o ano, sendo uma das únicas cachoeiras do Brasil que desagua dentro de uma caverna (daí vem seu nome).
E do pêndulo humano (Com uma cadeirinha de rapel presa à corda, você literalmente se joga, em direção às águas da cachoeira).
O pêndulo foi eleito pela Expedição Citroën como uma das melhores atividades de aventura do Brasil!!!!!!
Pendulo humano
Como chegar na Cachoeira do Funil?
A Cachoeira do Funil fica a 6 km do centrinho de Mambaí por asfalto e depois são mais 900 metros por trilha. Os visitantes podem acessar enorme queda d’água pelo modo tradicional (trilha) e também pelo modo aventureiro, passando por dentro de uma caverna. Eu certamente optei, pelo modo mais aventureiro. Fui pela caverna!
Caminho pela caverna
Depois de caminhar cerca de 900 metros avistamos a entrada da caverna, quem olha esse pequeno buraco na pedra não faz idéia de onde ele vai nos levar.
Uma caminhada escura devido ao teto rebaixado de cerca de 200 m pelas águas do rio. A aventura finaliza na surpreendente visão traseira da queda d’água.
Interior da caverna
Conforme nos aproximamos da queda o barulho da água vai aumentando cada vez mais e a chegada é indescritível. De repente surge a Cachoeira e a emoção toma conta.
Cachoeira do funil, vista de dentro da caverna
É obrigatório a contratação de um guia
Por conta de uma lei municipal, é terminantemente proibida a entrada nos atrativos sem a presença de um guia local vinculado a uma empresa com sede na cidade. Afinal o cuidado com o meio ambiente estará sempre em primeiro lugar.
Nós fizemos todos os passeios com aMambaí Adventure e super recomendamos. A equipe é super experiente e igualmente atenciosa.
Dicas Importantes
Leve protetor solar, repelente, roupas leves e de banho, bem como tênis antiderrapante ou de esportes aquáticos,
Leve bastante água e lanches leves, pois o passeio tem uma duração de aproximadamente 4 horas
Caso você escolha chegar pela caverna, leve uma lanterna, principalmente se você não curte ambientes escuros.
Uma câmera aquática fara toda diferença na hora das fotos, dessa forma você não corre risco de molhar o celular.
Fique atento a pedras soltas dentro da caverna, pois todo cuidado é pouco.
Continuando nossa aventura por Mambaí, descobrimos a Cachoeira do Alemão, localizada na estrada que faz fronteira com a Bahia. É claro que não poderíamos deixar de conhecer, né? Combinamos com os guias da @mambai_adventure e partimos para explorar mais essa beleza de Mambaí.
A cachoeira é cercada pela mata, o que deixa o local ainda mais bonito. Com águas claras e mornas (adorei isso!), é possível ficar sentado embaixo da queda só relaxando (garanto que não existe massagem melhor do que essa). O poço da Cachoeira do Alemão é tão rasinho que é, literalmente, o paraíso das crianças em Mambaí, Goiás.
Ótima para crianças
A cachoeira também é paraíso para os adultos, que, como nós, não têm maturidade para uma deliciosa piscina de água natural. Sem dúvida, a Cachoeira do Alemão foi aquela com água mais tranquila e quentinha que encontramos por Mambaí.
Do centrinho de Mambaí até a entrada da fazenda que dá acesso à cachoeira são aproximadamente 12 km. A saída do asfalto para a estrada de chão não possui sinalização alguma e é super escondida (se não estivéssemos com o guia, certamente não teríamos encontrado).
Estrada para a cachoeira do Alemão
Dos 12 km até o estacionamento da cachoeira, um bom pedaço é feito por estrada de terra (cuidado para não atolar, caso seu carro seja baixo). O caminho pela estrada de terra é muito bonito, com várias plantas nativas da região.
Flora local
O caminho até a Cachoeira do Alemão
Deixamos o carro já dentro da propriedade, bem em frente a uma casa com pessoas que estavam fazendo a maior festa na piscina. Depois descobrimos que essa casa pode ser alugada por temporada.
Em seguida, deve-se passar por dentro do quintal da casa, mas não se preocupe: os hóspedes já estão acostumados com isso. Logo após a piscina, inicia-se a trilha, com aproximadamente 200 metros de descida em nível fácil até a cachoeira.
Chegamos na cachoeira por volta de 10 h da manhã e o sol estava iluminando bem a queda. Acredito que na parte da tarde não tenha toda essa iluminação, uma vez que a Cachoeira do Alemão é rodeada por árvores e muita natureza.
Cachoeira do alemão
Muita atenção!
Conforme expliquei acima, uma boa parte da estrada até a cachoeira é de terra batida, com alguns pontos de areia fofa. Na ida, nosso carro foi no embalo, mas na volta ficamos atolados! Rsrsrsrs. Por sorte, um anjo apareceu e nos salvou. A dica nesse caso é colocar o tapete do carro bem encostado nos pneus da frente e acelerar. Ufa!!!! Que sufoco! Mas o que vale é ter história pra contar, não é mesmo?
Por conta de sua localização geográfica, Mambaí é uma cidade super propícia para a formação de cânions, cavernas e cachoeiras. Com tanta obra da natureza no mesmo local, os esportes de aventuras vieram como consequência. Nesse sentido, um dos principais atrativos que nos trouxe até a cidade foi o rapel na Claraboia, na caverna Lapa das Dores.
Desenvolvida em rochas carbonáticas, a Caverna Lapa das Dores possui em sua amplitude aproximadamente 40 metros de largura e 25 metros de altura. Cortada pelo córrego das dores, suas paredes ornamentadas ficam ainda mais belas quando vistas durante a descida do rapel na claraboia.
Interior da caverna
O rapel na Claraboia
Em primeiro lugar, o que é a Claraboia? É uma fenda existente no topo da caverna Lapa das Dores, onde foi montada uma estrutura metálica na parte exterior para servir de base na descida do rapel.
Preparando para iniciar a descida
Do alto da estrutura metálica, não é possível enxergar absolutamente nada dentro da caverna. A saída da base do rapel já é feita no negativo.
Entrando na fenda da caverna
O Vini foi primeiro e, quando eu vi ele desaparecendo na escuridão, bateu o desespero… Assim que ele sumiu na fenda, logo gritou: – tem morcegoooo!
Nesse momento eu quase desisti, mas como sigo o lema “se tiver com medo, vai com medo mesmo”, lá fui eu.
Fenda da caverna lapa das dores
Depois que você vence o medo de mergulhar no buraco escuro, é muita emoção.
Durante a descida de aproximadamente 25 metros do rapel na claraboia, é possível passar ao lado de estalactites, apreciar as 2 entradas da caverna e diversas formações cavernícolas.
Eu juro que tentamos capturar com o celular um pouco da beleza de dentro da caverna, mas é impossível.
A caverna Lapa das Dores fica a 16 km do centro de Mambaí, com caminho feito pelo asfalto. São apenas 400 metros de estrada de terra batida em ótimas condições e mais 600 metros de caminhada fácil.
Chegando no interior da caverna
Para acessar o interior da caverna, você tem duas opções: descer pelo rapel na claraboia ou fazer uma pequena trilha.
Tenha certeza que, se você optar pelo rapel, será inesquecível.
Vai fazer uma viagem para fora do país? Fique atento, pois dependendo do destino, a apresentação do CIVP (Certificado internacional de Vacinação ou Profilaxia) pode ser uma exigência.
O documento certifica a vacinação contra doenças. No caso da febre amarela, o comprovante é essencial para viajantes a partir de nove meses que saem ou passam por países onde há risco de transmissão – caso do Brasil.
Pode solicitar o certificado apenas quem vai para nações que exigem o CIVP. Para retirar, será necessário apresentar comprovante de passagem, voucher ou algum documento que justifique a viagem internacional.
O certificado será necessário mesmo em caso de escala ou conexão em países que requerem o documento. A emissão é gratuita e, com o artigo que preparei, você vai ver que é fácil de fazer!
Como emitir o CIVP?
Passo 1 – Vacine-se
A Anvisa recomenda que a imunização contra febre amarela seja realizada
pelo menos dez dias antes da viagem.
A imunização é gratuita e oferecida em postos
de saúde do SUS (Sistema Único de Saúde). Procure o mais próximo de
sua casa e leve um documento de identidade e os cartões de vacina e do SUS, se
possuir.
Após tomar a dose, garanta que seu cartão de vacina seja devidamente
preenchido com:
Data da aplicação;
Lote da vacina;
Fabricante;
Assinatura de quem realizou a imunização;
Identificação da unidade de saúde.
Esses dados são essenciais para a emissão do CIVP.
Depois da vacinação, será emitido um certificado. Guarde-o, porque ele é exigido para a emissão do certificado internacional.
Para emitir o CIVP, procure um Centro de Orientação para Saúde do Viajante da Anvisa. As unidades estão localizadas em aeroportos, portos e perto de fronteiras.
Também há clínicas particulares credenciadas e unidades do SUS que
emitem o certificado.
A lista completa das unidades credenciadas à Anvisa que fornecem o documento está disponível online.
Após escolher o local, entre em contato para checar o horário de
funcionamento.
Passo 4 – Retire o
CIVP
O CIVP geralmente fica pronto na hora. Se você fez o cadastro do viajante online, o atendimento é mais rápido.
Será necessário apresentar o cartão de vacinação completo e um documento de identidade oficial com foto para pegar o certificado. Para menores de idade, a certidão de nascimento é válida.
A presença do requerente é exigida, a menos que o viajante seja menor. Neste caso, os pais ou responsáveis podem solicitar o comprovante.
DICA IMPORTANTE: dê preferência para postos de saúde credenciados à Anvisa. Assim, você economiza tempo e burocracia, pois poderá se vacinar e retirar o certificado no mesmo local.
Emissão online do Certificado internacional de vacinação
É possível obter o CIVP pela internet, mas essa é uma alternativa
apenas para quem marcou uma viagem a longo prazo. Pode demorar até 15 dias
úteis.
Se não tem pressa, solicite o certificado no Portal de Serviços do Governo Federal. Quem tem cadastro, basta acessar o sistema. Quem não tem, pode fazer a inscrição informando CPF, nome completo e e-mail.
A vacina contra febre amarela, se aplicada a dose padrão, é válida por toda a vida. Ou seja, não é necessário reforço ou segunda dose. Por isso, guarde bem o CIVP. O certificado não tem prazo de validade.
No caso de perda, a segunda via pode ser emitida nos Centros de Orientação de Viajantes da Anvisa sem custos.
Espero que tenha entendido como emitir o certificado internacional de vacinação! Qualquer dúvida ou pergunta, pode deixar aqui nos comentários que responderei assim que possível. Te Vejo Pelo Mundo ♥
Quando vi a foto da Cachoeira Santa Bárbara (Cavalcante) pela primeira vez, fiquei literalmente apaixonada. Confesso que imediatamente pensei: – nossa, exageraram no Photoshop! Logo depois, começaram a aparecer várias outras fotos da cachoeira, todas muito parecidas, apenas variando na tonalidade do azul. Foi assim que eu decidi que precisava ver com meus próprios olhos se a cor daquela água era mesmo real.
Estive na Chapada dos Veadeiros e na cachoeira Santa Bárbara em duas ocasiões (janeiro/15 e abril/17). Você vai perceber como o horário de visitação pode fazer toda diferença no seu passeio.
A cachoeira Santa Bárbara está localizada dentro da comunidade quilombola Kalunga, na cidade de Cavalcante (GO).
Foto que foi perfil do @tevejopelomundo durante muito tempo.
Quando ir à cachoeira Santa Bárbara
Como costumo sempre dizer, a melhor época para visitar qualquer lugar é quando você tem disponibilidade. Jamais deixe de ir a um destino que você deseja muito só porque, teoricamente, não está na melhor época.
O clima semitropical da Chapada do Veadeiros ajuda bastante, já que o sol brilha por lá durante o ano todo. Farei um post exclusivo sobre a melhor época, pois vários atrativos têm seus prós e contras para cada estação do ano. De qualquer maneira, já tenha em mente que:
Abril a Setembro – época de seca
Outubro a Maio – época de chuva
Dezembro e Janeiro – meses mais chuvosos
A cor da água muda de acordo com a época do ano
Sobre Cavalcante
Localizado ao norte da Chapada dos Veadeiros, o município de Cavalcante abriga 60% da área total do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
Algumas distâncias de cidades próximas até Cavalcante: Goiânia (500 km), Brasília (322 km), São Jorge (124 km) e Alto Paraíso de Goiás (90 km).
A melhor forma de chegar até Cavalcante é seguir de carro pela GO-188 até a cidade de Teresina de Goiás e, então, seguir pela GO-241 até Cavalcante. A estrada é muito boa e bem sinalizada. Não tem erro!
Chegando no centrinho de Cavalcante, existe um CAT (Centro de Apoio ao Turismo), onde você pode pegar diversas informações.
Do centrinho de Cavalcante, siga em direção ao Engenho II (onde fica a comunidade Kalunga). Serão aproximadamente 25 km. Dessa vez foi bem mais fácil do que em 2015 pois, além das placas, o GPS funcionou perfeitamente.
Mirante da Nova Aurora
No alto da serra da Nova Aurora, mais ou menos na metade do caminho até a comunidade Kalunga, você vai ver a placa “Mirante da Nova Aurora” (lado direito da estrada). Vale muito a pena parar alguns minutinhos por lá para respirar o ar puro e contemplar a belíssima paisagem do cerrado.
Vista do Mirante Nova Aurora
Antes de começar a visita
Uma espécie de CAT funciona logo na entrada da comunidade Kalunga. O local possui estacionamento, banheiro, lojinhas de artesanato e comidinhas típicas dos quilombolas (tudo feito pelos moradores da comunidade).
O passeio custa R$ 20,00 por pessoa, que deve ser pago em dinheiro logo na entrada. Também será necessário contratar um guia local por R$ 70,00 para até 7 pessoas (valor de abr/17). Esse valor deve ser pago diretamente ao guia no final do passeio.
É opcional a contratação de transporte para economizar na caminhada (que custa R$ 10,00 ida e volta por pessoa). Caso você esteja em um grupo menor, é só combinar com outro grupo para “dividir” o valor do guia.
Importante escolher
O pagamento da entrada e do guia dão direito à visita de 2 cachoeiras. Além da Santa Bárbara, você pode optar por conhecer também a Cachoeira Candaru ou a Cachoeira da Capivara.
Cachoeira Candaru
Foto retirada do site oficial do Quilombo Kalunga
A queda da Cachoeira Candaru tem aproximadamente 70 metros e encanta aqueles que optam por conhecê-la.
Logo abaixo da cachoeira existe uma imensa piscina natural, ideal para relaxar e descansar das trilhas.
São 4 km de caminhada até a cachoeira, passando por vários tipos de formações de vegetação típica, como mata de galeria, campo sujo, mata de encosta e cerradão.
Cachoeira da Capivara
Cachoeira da Capivara
A trilha das cachoeiras do rio Capivara tem cerca de 600 metros, com descida íngreme e muitas pedras, sendo necessário ter cautela na descida.
O primeiro poço é uma delícia para nadar e possui uma pequena queda.
Depois de descer mais um pouco, encontramos 2 quedas no mesmo poço. Apesar da água escura, a cachoeira é uma delícia e vale muito a visita.
Nas duas vezes que visitei a cachoeira Santa Bárbara, optei por ir também na Cachoeira da Capivara. Na próxima visita, certamente escolherei a cachoeira Candaru.
Caminho até Santa Bárbara
É importante ressaltar que a cachoeira tem limite de pessoas. Por conta disso, chegue cedo para conseguir ir direto para a cachoeira Santa Bárbara e, em seguida, para a outra cachoeira escolhida.
Deixamos o carro no estacionamento da comunidade e optamos por pegar o transporte que os quilombolas oferecem por R$10,00 (ida e volta).
Transporte para economizar na caminhada
Dependendo da época do ano, você pode ir com o seu carro até bem próximo do início da trilha. Nós achamos melhor não arriscar e essa decisão se mostrou corretíssima, pois vimos muitos carros atolados pelo caminho.
Trilha para a cachoeira Santa Bárbara
Depois de descer da caminhonete, resta mais ou menos 1 km de caminhada tranquila, porém em campo aberto (ou seja, não esqueça o protetor solar).
Cachoeira Santa Bárbara
Já dentro da mata, basta subir um pouquinho a trilha e ela já surge, imponente, linda, magnífica… Sim, é real! As fotos que eu via não tinham filtros. Esse paraíso existe!
Essa foto foi feita dia 01/01/15. Enquanto todos estavam de ressaca da festa de réveillon, a cachoeira era praticamente só nossa. Chegamos pontualmente às 12 h e o Sol deixou a cachoeira ainda mais incrível.
Com Sol batendo
Um paredão coberto de vegetação, com poço cercado de pedras e raízes, uma queda de aproximadamente 35 metros. É impossível não se apaixonar pela energia desse lugar.
A incrível Cachoeira Santa Bárbara
Não deixe de ir até a parte de trás da cachoeira e ficar um tempo ali só sentindo a água cair nas costas. Amei esse momento e tenho certeza que você também irá amar.
Feche os olhos e apenas sinta o momento
Quando retornei à Chapada dos Veadeiros no feriado de semana santa em abril de 2017, o cenário foi bem diferente. Infelizmente, Santa Bárbara estava cheia e tivemos que alterar a ordem do passeio, indo primeiro na cachoeira da Capivara, o que atrasou muito nossa chegada em Santa Bárbara.
Não tinha mais sol e a cor da água não estava incrivelmente azul como da primeira vez que estive lá, o que causou grande decepção na galera que foi comigo.
Cachoeira Santa Bárbara sem sol
Santa Barbarinha
Bem pertinho da Santa Bárbara, está sua “filha” Santa Barbarinha. Apesar de sua queda ter apenas 4 metros e seu poço ser bem menor, o lugar também encantaHá quem diga que prefere a Barbarinha, já que na maioria das vezes está bem mais vazia. Infelizmente, tem gente que sequer passa por ela, pois acaba se empolgando demais com a Santa Bárbara. Porém, não deixe de conhecer essa pequena belezura.
Assim como a Santa Bárbara, sua filha Barbarinha também está na mata fechada, fazendo com que a luz só entre quando o sol estiver bem no alto, por volta do meio dia.
Barbarinha sem sol
Tanto na Barbarinha quanto na Santa Bárbara, a água é azul graças às suas formações rochosas compostas de calcário, além de possuírem águas menos profundas. Frequentemente, Barbarinha pode estar mais azul e transparente do que sua mãe, mesmo sem sol.
Alimentação na Comunidade Kalunga
É possível almoçar uma comidinha super caseira e deliciosa entre uma cachoeira e outra. O prato custa em média R$ 25,00 e a jarra de suco R$ 10,00.
Caso você queira almoçar, é necessário avisar o guia para fazer sua reserva em um dos restaurantes (casas dos nativos), para que seu almoço seja preparado até que você volte do primeiro passeio.
Hospedagem na Comunidade Kalunga
Também é possível ficar hospedado no sítio histórico do Engenho II (Comunidade Kalunga). Para aqueles que gostam de um contato mais próximo com a natureza, o valor da diária no camping Santa Bárbara é de R$ 25,00. Já para quem curte um pouco mais de conforto, pode ficar em uma das casas para temporada por R$ 50,00 a diária por pessoa (valores de abr/2017).
Importante saber
Chegue cedo pois a portaria abre às 8h da manhã.
Leve dinheiro em espécie.
Abasteça o carro em Cavalcante. O caminho é longo, em estrada de chão. Não vá com combustível contado.
Não faça a trilha de chinelo.
Leve água e um lanche leve.
Caso tenha tempo, acampe na comunidade Kalunga e chegue cedinho nas cachoeiras.
O almoço precisa ser reservado na saída para o passeio. Se esquecer de reservar, vai ficar com fome.
Você precisa ter um guia que será responsável pelo seu grupo durante todo o passeio.
O Mirante do Leblon é um dos meus lugares preferidos na cidade maravilhosa. É um daqueles lugares que você não pode deixar de conhecer de jeito nenhum! Se você mora no Rio e ainda não visitou o mirante, vou te contar tudo pra que você vá já no próximo final de semana.
No fim da Praia do Leblon, na zona sul do Rio de Janeiro, há um deck de madeira sobre as rochas. Esse deck é o Mirante do Leblon, muito conhecido pela maioria dos cariocas e que merece ser visitado por todos que passam pelo Rio de Janeiro.
De lá, é possível conferir uma vista incrível independente para qual direção você olhe.
Olhando para o mar à esquerda, você tem a vista da praia do Leblon, praia de Ipanema e, mais à frente, a famosa Pedra do Arpoador, que também é um lugar imperdível para assistir ao pôr do sol. Ainda olhando para a sua esquerda, é possível ver o morro do Corcovado e o Cristo Redentor.
Olhando para a direita, é possível ver algumas montanhas, como o morro Dois Irmãos, por exemplo, a praia do Vidigal, o Hotel Sheraton e a comunidade do Vidigal.
Mesmo quem é carioca (e está acostumado aos cenários do Rio de Janeiro) fica encantado com as paisagens. Já estive várias vezes no mirante e confesso que não me canso de retornar!
Pôr do sol no Mirante do Leblon
Acredito que seja um dos melhores pontos do Leblon para assistir ao pôr do sol. Ficar por lá para ver a noite chegar e as luzes do bairro serem acesas é uma experiência que vale a pena!
À noite, o mirante oferece uma bela vista da orla oceânica à luz das estrelas e da iluminação urbana.
Onde comer
No mirante há dois quiosques com preços e petiscos bem parecidos. Já fui nos dois e confesso que não tenho um preferido. Vale parar no que tiver a mesa com a melhor vista.
Como chegar
É muito fácil chegar ao mirante do Leblon! O trajeto pode ser feito por transporte público, carro, a pé ou de bicicleta.
O endereço do mirante é simples: Avenida Niemeyer s/n. Do posto 12 da Praia do Leblon até lá são cerca de 350 metros. Um pulo!
Metrô
Desça na Estação
Antero de Quental, na praça de mesmo nome. A distância é de aproximadamente
1 km até o mirante, então dá para ir a pé. Vá pela orla para aproveitar a
paisagem!
Ônibus
Há um ponto na
Avenida Niemeyer que fica a poucos metros do mirante. Diversas linhas param
ali, como:
Troncal 4 (São Conrado x Rodoviária);
Troncal 9 (Central x São Conrado);
525 (General Osório x Alvorada); e
Integrada 9 (Rio Sul x Piabas).
Carro
Vale lembrar que o estacionamento do mirante é bem pequeno – acredito que caiba no máximo uns 10 carros. Caso você não consiga vaga por ali, a opção é deixar o carro na orla e subir até o mirante caminhando.
Estacionamento
Se colocar “mirante do Leblon” no GPS, você chega facilmente. De qualquer forma, seguem algumas opções de caminho:
Zona Sul/Zona
Norte/Centro – Leblon
Uma das opções de
trajeto é seguir, no Leblon, pela Avenida General San Martin até Rua General
Venâncio Flôres. Passe pela Avenida Delfim Moreira e continue em frente para a
Avenida Niemeyer.
Zona Oeste – Leblon
Sugiro pegar a Avenida das Américas e seguir pelo túnel e elevado do Joá.
Após a Estrada da Gávea, siga pela Rua Engenheiro Amandino de Carvalho e Avenida Prefeito Mendes de Morais. Mantenha-se à direita para acessar a Avenida Niemeyer.
O mirante do Leblon é perigoso?
Muita gente nos faz essa pergunta. Então, se você também tem essa dúvida, pode ficar tranquilo e ir sem medo. Claro que, como em qualquer lugar turístico do mundo, sempre vale ter atenção, mas nada que vá impedir o seu passeio.
Vale lembrar
O melhor desse mirante é que a entrada é gratuita. Da praia até lá, são menos de cinco minutos!
É muito comum as pessoas debruçarem ou sentarem na mureta para ver a paisagem ou tirar fotos. Vale lembrar que, para isso, você precisa ter muita atenção e total cautela.
O lugar é pet friendly e seu cãozinho é super bem vindo.
O canto direito da plataforma de madeira é sempre frequentado por pescadores e, se você curte, vale levar sua vara de pescar.
Dica de ouro
Ao chegar no final do deck de madeira, caminhe aproximadamente uns 100 metros pela ciclovia até encontrar outro mirante.
Esse mirante não tem nome, mas também te oferecerá uma bela vista das praias. Além disso, você ainda poderá conferir mais de perto a praia do Vidigal.
Praia do Vidigal
Espero que tenha curtido a dica e que, principalmente, sua experiência seja incrível. Qualquer dúvida ou pergunta, pode deixar aqui nos comentários que responderei assim que possível. Te Vejo no mirante do Leblon ♥
Uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e Patrimônio Mundial da Humanidade, Machu Picchu tem novas regras de visitação.
A partir deste ano de 2019, aqueles que visitarem a Cidade Perdida dos Incas, no Peru, precisarão ficar atentos a algumas mudanças em aspectos como horário de visitação, permanência e ingresso.
A partir de agora, o ingresso terá o nome de quem adquiriu a entrada, sendo intransferível e sem possibilidade de reembolso.
Entrada em horários pré-agendados
Para entrar na Cidade Perdida dos Incas, o visitante terá que marcar horário. Há nove disponíveis, entre manhã e tarde: 6h, 7h, 8h, 9h, 10h, 11, 12h, 13h e 14h.
Atenção: o reingresso é proibido
A partir de agora, ao fim do passeio o visitante terá que deixar Machu Picchu. Para voltar será necessário comprar outro ingresso, em outro horário.
Quem já visitou e retorna, pode fazer o
passeio sem guia. Neste caso, é preciso apresentar o ingresso da primeira
visita.
Permanência máxima de 4 horas
Visitantes não poderão mais ficar o dia todo passeando pelo parque. O limite de visitação é de quatro horas, o que é verificado através de um “selo” que o turista recebe na entrada. A cor varia segundo o horário de ingresso.
Trilhas pelas montanhas
O turista que, além de visitar a cidade, optar por fazer a trilha pela Montanha Huayna Picchu ou pela Montanha Machu Picchu também encontra novas regras. Elas dizem respeito à lotação, aos horários de entrada e de permanência.
Montanha Huayna Picchu
Ingresso para três horários: 6h, 7h ou 8h;
Até 400 visitantes.
Entrada às 6h ou 7h:
Início da trilha entre 7h e 8h;
Permanência de até 7 horas, entre trilha e cidade.
Entrada às 8h:
Trilha entre 10h e 11h;
Permanência limite de 6 horas, entre trilha e cidade.
Montanha Machu Picchu:
Ingresso para três horários: 6h, 7h ou 8h;
Permanência máxima de 8 horas (5 na trilha e 3 na cidade);
Limite de 800 visitantes.
Entrada às 6h ou 7h:
Início da trilha entre 7h e 8h;
Entrada às 8h:
Trilha entre 9h e 10h.
Além dessas mudanças, foram feitas proibições.
“Pau de selfie” e tripés para câmeras e celulares estão vetados,
assim como câmeras profissionais. Para ingressar com esse tipo de equipamento,
é preciso autorização da administração.
Espero que tenha entendido as novas regras para visitar Machu Picchu. Se tiver qualquer dúvida ou pergunta, pode escrever aqui nos comentários, que responderei assim que possível. Boa Viagem ♥