Autor: Thaís Macedo

  • Etnia Casa Hotel: um oásis de tranquilidade no centro de Trancoso

    Etnia Casa Hotel: um oásis de tranquilidade no centro de Trancoso

    Em janeiro estive em Trancoso na Bahia para conhecer as Experiencias Priceless de verão da Mastercard. Na ocasião, tive a oportunidade de conhecer o belíssimo Etnia Casa Hotel, onde ficamos hospedados. Fiquei encantada com o lugar e vou contar um pouquinho sobre minha experiencia por lá.

    Sobre o Hotel

    O hotel é um conjunto de sete casas, bem espaçosas, distribuídas pela propriedade. Todas são privativas, separadas por “muros” naturais de eucalipto que preservam o ambiente de natureza do lugar. É o perfeito balanço entre o rústico e o chique.

    vilas etnia casa hotel

    A estrutura e decoração utilizam materiais que harmonizam com o verde da natureza e são provenientes de reaproveitamento das fazendas de cacau. Impossível não relaxar ouvindo o som dos pássaros que ficam por lá.

    Localização

    A maneira mais fácil de chegar em Trancoso é via aeroporto de Porto Seguro. Dali, são 35km de carro em uma estrada sinuosa e em grande parte conservada. Há também opções de ônibus e vans saindo de Porto Seguro e Arraial D’Ajuda, porém essas opções ficam para os mais aventureiros.

    O Etnia Casa Hotel fica muito bem localizado, a 5 minutos de caminhada até o centro histórico, conhecido como Quadrado. Ali ficam os melhores restaurantes, as melhores lojas e as principais atrações de Trancoso. Portanto, nos sentimos em um oásis de tranquilidade em meio ao mais movimentado ponto do distrito. Confira como chegar no hotel!

    Acomodações

    As casas são chamadas de villas. São ideais para famílias, casal e pequenos grupos de casais. As villas são diferentes entre si e possuem 1, 2 ou 3 suítes, dependendo da escolha do hóspede. Cada uma recebe um nome de origem indígena. Todas contam com varanda, banheiro comum, sala de estar e cozinha bem equipada. Perfeita para quem gosta de preparar a própria comida.

    vilas etnia casa hotel trancoso


    As villas são separadas por muros de eucalipto o que garante muita privacidade. E sem perder o conforto já que possuem serviço de hotelaria. O destaque fica para a decoração. Muitas obras de arte, muito artesanato e muitas cores dão o aconchego de uma casa. Não é difícil se imaginar morando ali.

    Minha villa no Etnia Casa Hotel

    Eu tive a oportunidade de me hospedar em duas villas, uma de 2 suítes e, depois, a de 3 suítes.

    A decoração muda de uma para outra. A de 2 suítes era mais isolada e era decorada toda em azul. Batizada de Afín. possui aproximadamente 218 metros quadrados e suas instalações são extremamente confortáveis.

    Suite afin etnia

    A villa de 3 suítes se chama Oriré e fica logo na entrada do hotel. Com aproximadamente 240 metros quadrados e uma decoração super descontraída em amarelo com tema de frutas, era difícil não querer tirar foto de tudo.

    Suite Oriré

    As suítes são super privativas, excelente para dividir a viagem com mais gente e manter privacidade. O lustre da sala de jantar é uma obra de arte. E eu poderia passar todos os meus dias na rede da varanda. Impossível escolher a melhor.

    Os detalhes

    Certamente o diferencial do Etnia Casa Hotel é a atenção aos detalhes. Desde a entrada à área comum, dos quartos ao banheiro, da varanda à sala, tudo é muito bem cuidado.

    Cozinha villa orire

    A cozinha até inspira a gente a se arriscar no fogão em plenas férias. Os amenities são da linha Capim Limão da marca francesa L’Occitane.

    etnica casa hotel amenites

    Eu amo cheiro de capim limão então foi uma grata surpresa quando vi os produtos.

    Piscina

    Cansou da praia? Não tem problema, pois dá pra passar o dia na bela piscina do Etnia Casa Hotel.

    Piscina etnia casa hotel

    Ela fica bem no meio da propriedade e é cercada de muito verde. Eu tive azar porque peguei chuva todos os dias e não consegui nem dar um mergulho. Mas ao lado há uma área comum e coberta para quem quiser ler um livro ou apenas apreciar aquele reduto de paz. Aproveite e dei algumas dicas para você saber o que fazer em Trancoso com chuva.

    Café da manhã

    Por falar em piscina, o café da manhã é servido bem ao lado dela. Reserve sempre um bom tempo para ficar ali degustando um excelente café e quitute com muitas cores e variedades. Além de curtir o visual.

    Cafe da manha casa hotel

    O café da manhã é a minha refeição preferida, portanto eu quis experimentar de tudo: tapioca, pão de queijo, bolos, empadas, omeletes e sanduíches.

    Além de muitas frutas. As meninas da cozinha são super simpáticas e sempre perguntam a nossa preferência. Eu gostei que elas não julgaram a enorme quantidade de coisa que eu comi, pelo contrário, ficaram sugerindo mais opções rs. Puro sabor da Bahia.

    Equipe

    Todos muito atenciosos, sorridentes e muito bem treinados. Todos prezam pelo seu conforto e sua privacidade. São super discretos, mas para quem gosta de conversar, como eu, são muito amigáveis.

    Os gerentes foram uns queridos, o tempo todo preocupados com o nosso bem estar. Até o dono circula por lá, conversando com os hóspedes e assegurando a qualidade no atendimento. De bônus, ainda tem dois simpáticos cachorrinhos na recepção, garantindo as boas vindas.
    Tudo é incrivelmente lindo, receptivo e bem cuidado. Fiquei impressionada.

    Reservas

    As diárias no Etnia Casa Hotel incluem café da manhã e os valores podem aumentar ou diminuir conforme o período do ano, confira o valor atual e faça sua reserva aqui

    Endereço

    Rua principal, nº 25 – Trancoso – Bahia

    Fiquei muito feliz pela oportunidade de conhecer este hotel incrível. Como normalmente viajo sozinha, dificilmente teria uma chance como esta. Usufruir de tanta tranquilidade, em um lugar tão bem localizado certamente fez com que a viagem ficasse ainda mais especial. Sem dúvidas, uma opção maravilhosa em um lugar incrível como Trancoso.

    Etnia casa hotel salve no pinterest

    Espero que vocês tenham curtido a dica e que sua experiência seja tão bacana quanto foi a minha. Qualquer dúvida pode deixar aqui nos comentários que reapoderemos assim que possível. Te Vejo vivendo dias incríveis no Etnia Casa Hotel!

  • O que fazer em Trancoso com chuva

    O que fazer em Trancoso com chuva

    Sabe quando a gente programa uma viagem para a praia, vai cheia de expectativas e, quando chega lá, chove todos os dias? Inicialmente, é uma frustração. E foi o que aconteceu comigo em uma viagem recente para Trancoso: três dias de viagem, três dias de chuva. Aí pensei: o que fazer em Trancoso com chuva? E descobri que dá pra aproveitar muito.

    Trancoso é um pequeno distrito de Porto Seguro, na Bahia e tem atraído cada vez mais turistas, muitos deles famosos. Suas ruas charmosas, casinhas coloridas e praias lindíssimas são os principais motivos.

    Reserve sua hospedagem com desconto

    Quem visita Trancoso, quer conhecer suas praias e centro histórico, já que essa região foi uma das primeiras a ser explorada pelos portugueses, em 1500. Portanto, sempre esperamos um belo sol para podermos curtir o destino. E se chover? Bom, no meu caso, posso garantir que não me impediu de conhecer – e me apaixonar por Trancoso.

    Quando ir pra Trancoso

    Trancoso não tem uma estação seca, as chuvas são distribuídas ao longo do ano. Mas é Bahia, né? Calor o ano todo e mesmo quando chove, o sol arruma um jeito de aparecer, nem que seja rapidinho. Quem não gosta de muito agito, a dica é fugir da alta temporada, ou seja, o verão. Principalmente ano novo e carnaval. De qualquer forma, Trancoso é bom o ano inteiro.

    O que fazer em Trancoso com chuva

    Caminhar pela cidade

    Sim, é possível explorar o centro histórico (conhecido como Quadrado), mesmo em um dia de chuva. Como as temperaturas na Bahia se mantém altas, os programas a céu aberto podem seguir tranquilamente com a ajuda de um guarda-chuva. O passeio é curto, tudo muito próximo e perfeito para conhecer as lojas, galerias e casinhas coloridas do Quadrado.

    Igreja do Quadrado de Trancoso
    Igreja de São João Batista

    Vale também conhecer a Igreja de São João Batista (ou Igreja do Quadrado). Ela foi construída no século XVII e é um dos símbolos da cidade. Na frente da igreja, ficam os três mastros dos padroeiros de Trancoso: São Sebastião, São Brás e São João. Os mastros são pintados pelo artista local Valquito Lima e as bandeiras são pintadas pelo artista Damião Ferreira.

    Aliás, tive a oportunidade de fazer um workshop com os dois artistas, representando o Te Vejo Pelo Mundo, em um projeto de Experiências Priceless da Mastercard.

    Quem gosta de fazer umas comprinhas, esse passeio também é uma boa pedida. As principais lojas de artesanato ficam nessa área. Nem preciso dizer que o artesanato de Trancoso é lindo! Cheio de cores, brasilidade e referências indígenas. Os preços são um pouco salgados, mas certamente são peças bastante exclusivas.

    Comer bem em Trancoso mesmo com chuva

    Nada melhor para fazer em um dia chuvoso do que comer, não é mesmo? Para sorte dos comilões, como eu, o que não falta é boa opção em Trancoso. Adivinha onde? Isso mesmo, no Quadrado. Tem para todos os gostos e bolsos. Eu tive a oportunidade de conhecer alguns excelentes restaurantes e vou recomendar alguns.

    O restaturante El Gordo, é um deles. O dono é português, então dá para encontrar muitas opções de bacalhau, frutos do mar e uma excelente carta de vinhos. Eu comi um Bacalhau com Nata maravilhoso. Além disso, o ambiente é super agradável. Dá para ficar umas boas horas por ali.

    Outra dica, preferencialmente para o jantar, é o restaurante Jacaré do Brasil. O dono possui outros empreendimentos no distrito e é bem conhecido por lá. A vantagem é que o Jacaré do Brasil fica logo na entrada do Quadrado e, dependendo de onde estiver hospedado, dá pra ir a pé.

    Restaurante Jacare do Brasil
    Restaurante Jacaré do Brasil

    O restaurante tem um cardápio variado, a la carte, e excelentes drinks. Sugiro provar a caipirinha com uma das variadas frutas que eles oferecem. Eu provei a de lima da Pérsia e amei! O restaurante ainda tem música ambiente que vai se agitando ao decorrer da noite, certamente uma ótima maneira de fechar o dia, sem se importar com o tempo lá fora.

    Uma experiência diferente

    O meu preferido foi o Restaurante Floresta, do mesmo dono do Jacaré do Brasil. O Restaurante Floresta fica um pouco mais longe 20 minutos do centro. Para chegar, é preciso pegar uma estradinha bem chatinha, especialmente com chuva, mas vale o esforço. Fica realmente na floresta. Ele foi construído no meio de um seringal e sua decoração combina perfeitamente com o ambiente.

    Restaurante Floresta trancoso com chuva
    Restaurante Floresta

    Algumas cabanas ao redor do restaurante são transformadas em espaços super confortáveis e privados para receber os público. Perfeitos para se abrigar da chuva. A comida é regional, caseira, no estilo self-service e tudo (tudo!) é muito saboroso. A cozinha é comandada pela Jandira, muito famosa por lá, e a comida é feita no fogão à lenha. Impossível ficar ruim.

    O Floresta abre às 18h30 e no verão tem horários especiais, inclusive para almoço. Para comer por lá é necessário fazer reserva. Portanto, se houver previsão de chuva, corra para garantir a sua reserva, pois as chances de lotar são altas. Certamente é um lugar para ficar algumas horas do dia chuvoso e exagerar na comida. Sem arrependimentos.

    Ir à praia

    Praia com chuva? Sim! E isso não é coisa da cabeça dessa paulista aqui.

    praia de trancoso com chuva
    Praia sem Sol

    Mesmo nos dias de chuva, é possível passar um bom tempo na Praia dos Nativos, a principal de Trancoso.

    Beach Club

    A praia possui várias barracas, de vários estilos, conhecidas como “beach clubs”. Inclusive uma das Experiências Priceless Mastercard na cidade é o beach club, porém quando fui, já estava fechado.

    Eu conheci o Beach Club Uxua e adorei! É preciso pagar um valor fixo, por pessoa, para pode usufruir do espaço, mas esse valor volta em consumação.

    O beach club Uxua possui banheiro, espreguiçadeiras e guarda sol grande o suficiente para servir de guarda-chuva. O cardápio é variado, com várias porções, para passar o dia por ali sem fome. Para beber, recomendo o drink Uxua Spritz, é perfeito para refrescar.

    Enquanto a chuva não passa

    Como a chuva não costuma durar muito tempo, ainda dá para esperar ela passar. Aproveite para dar um mergulho no mar quentinho da Bahia e caminhar pelas areias da praia. Com sol ou com chuva, a Praia dos Nativos é o melhor lugar para desacelerar e entrar no clima relaxante da Bahia.

    Não deixe a chuva te desanimar

    Uma viagem também serve para sair da rotina e relaxar. Então, não se culpe de passar um dia descansando no hotel, por exemplo. Eu fiquei no Etnia Casa Hotel e passei uma tarde inteira deitada na rede, lendo um livro e ouvindo o barulhinho da chuva ao fundo. Quantas oportunidades temos de curtir um dia assim, sem fazer nada? Então é bacana também aproveitar esses momentos de merecido descanso. Alivie o peso na consciência jogando a culpa no mau tempo e fique de pernas pro ar.

    Relaxando em trancoso com chuva

    Trancoso mesmo com chuva tem muito para oferecer. Vale visitar os ateliês dos artistas locais, conhecer um pouco mais da população que vive ali e explorar os outros restaurantes e bares do Quadrado. Sem dúvidas, um destino para repetir quantas vezes for possível. Além disso, o distrito fica muito bem localizado.

    Quem tiver mais tempo, pode conhecer a região indo até Caraiva ou passando alguns dias em Porto Seguro e Arraial D’Ajuda. Caso o lema baiano de “sol o ano inteiro” não funcionar, não deixe que uma chuvinha estrague essa viagem incrível. Afinal, não somos feitos de açúcar.

    trancoso com chuva pinterest
    Salve no Pinterest

    Espero que tenha curtido as dicas e que sua experiência seja incrível. Qualquer dúvida pode deixar aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te vejo curtindo Trancoso com mesmo com chuva!

  • Priceless Experiences: as experiências da Casa Mastercard em Trancoso

    Priceless Experiences: as experiências da Casa Mastercard em Trancoso

    A Mastercard abriu, na temporada de verão 2019-2020, uma casa especial para receber os seus clientes Mastercard Black. A casa ficou aberta do dia 26/12/19 ao dia 26/01/2020 e funcionava diariamente das 16h às 22h. Fui conhecer as Priceless Experiences e vou contar tudo que vivi na casa Mastercard em trancoso, vem comigo. E já se prepare pois ano que vem tem uma nova temporada da Casa Mastercard em Trancoso.

    Reserve sua hospedagem em Trancoso

    O Te Vejo Pelo Mundo foi convidado pela Mastercard para conhecer a Casa e as Experiências Priceless em Trancoso. Quando a Lu me perguntou se eu queria ir representando o blog eu topei na hora. Afinal de contas eu nunca tinha ido à Bahia. Além de conhecer a Bahia ainda tive a oportunidade de viver diversas experiencias que de fato não tem preço.

    Localização

    Localizada no Quadrado, região central de Trancoso, a Casa era referência para os turistas que sempre iam conferir a programação das atividades. Nela, o cliente Black encontrava um espaço confortável, estilo lounge, para relaxar, com comidinhas especiais, bebidas e atividades, chamadas Experiências Priceless, com personalidades importantes da região. Sem pagar nada por isso. Bastava ser cliente Mastercard Black.

    casa mastercard trancoso verao 1920
    Casa Mastercard

    Experiência Priceless com Damião Vieira

    Logo no primeiro dia na casa Mastercard em Trancoso conhecemos o Damião Vieira, pintor renomado da cidade. Ele é responsável por pintar as bandeiras de São Sebastião, São Brás e São João que são colocadas no topo do mastro, nas festas dos Padroeiros. Aliás, a cidade é a maior fonte de inspiração de Damião e está presente em todas as suas pinturas.

    Pintando com Damião Vieira
    Meu desenho

    A experiência consistia também em colorir um pequeno desenho representando a parte central de Trancoso, o Quadrado. Misturar tintas, escolher os pinceis e deixar a criatividade fluir resgataram sensações maravilhosas da infância. Havia algumas crianças na sala conosco, o que tornou aquele momento ainda mais mágico. Eu nem lembrava que gostava tanto de colorir. O Damião passou o tempo todo nos auxiliando e elogiando nossas “obras de arte”. No final, até que deu para considerar levar o desenho de presente para alguém. Uma feliz lembrança com espírito de infância.

    Experiência Priceless com Zé da Cerâmica

    No segundo dia, voltamos à Casa Mastercard para conhecer o trabalho do Zé da Cerâmica. Muito conhecido na cidade, ele tem obras de cerâmicas tradicionais espalhadas pelos estabelecimentos de Trancoso. Além de um ateliê onde ensina e produz obras de cerâmica.

    Quando eu vi aquele aparato, com uma peça de cerâmica ainda desforme, logo me lembrei da clássica cena do filme Ghost, protagonizado por Demi Moore e Patrick Swayze. E não fui só eu. Assim que comecei a tentar modelar a cerâmica, com a ajuda do Zé, colocaram a música Unchained Melody para tocar e foi só risada. Sorte que esta experiência, neste dia, foi exclusiva para nós.

    Saiba o que fazer em Trancoso se o Sol não aparecer

    Nos outros dias, era aberta aos clientes Black. Confesso que o máximo que consegui fazer foi uma vaso meio torto. Foi mais difícil do que parecia. Mas o Damião foi super paciente e o clima descontraindo encheu meu vasinho torto de boas lembranças. Para completar, pintamos algumas obras que o Zé da Cerâmica havia preparado anteriormente.

    Confira nossa hospedagem em Trancoso

    Experiência Priceless com Valquito Lima

    Conhecer o artista responsável pela pintura dos mastros de São Sebastião, São Brás e São João que ficam exposto o ano todo na frente da Igreja, já era uma experiência sem preço. Ainda mais ter uma aula com ele, para em seguida pintarmos os nossos próprios mastros.

    Experiencia com Valquito Lima
    Pintando mastros com Valquito Lima

    O processo envolve fita crepe, muitas tintas e criatividade para escolher as cores. O dia estava chuvoso portanto a Casa estava cheia. Foi a oportunidade ideal para adultos e crianças passarem o tempo de uma forma divertida e lúdica. No final, levamos orgulhosos nossos mastros embora e ficou a lembrança da grande generosidade de um artista talentoso dividindo o seu dom.

    Mais Experiências Priceless na Casa Mastercard em Trancoso

    A Casa Mastercard ainda oferecia rodas de conversas com personalidades da região e se tornou um ponto de cultura, lazer e diversão para os clientes Black. Uma cidade como Trancoso, com praias maravilhosas, merece sempre receber ideias inovadoras e a Casa Mastercard é uma delas.

    A Casa encerrou as atividade do Verão 2019/2020 já com grandes expectativas para a temporada de verão 2020/2021 que começa em dezembro deste ano.

    Confira nossa Priceless Cities no Rio de Janeiro

    Eu levo comigo algumas obras produzidas por mim, outras produzidas pelos artistas que conheci e muitas lembranças maravilhosas dessas Experiências que não têm preço. Foi realmente Priceless.

    Quem quiser saber mais, pode ir no site da Mastercard (www.priceless.com ) onde tem mais informações sobre as Experiências Priceless que acontecem durante o ano no mundo todo.

    Espero que tenha curtido as experiencias e que na próxima temporada você esteja curtindo cada um dos momentos incríveis que curti por la. Qualquer dúvida pode deixar aqui nos comentários que respondo assim que possível. Te Vejo na Casa Mastercard em Trancoso!

  • Belém do Pará: roteiro de 3 dias

    Belém do Pará: roteiro de 3 dias

    Belém é a capital do estado do Pará, na região Norte do Brasil. É muito conhecida pela Festa do Círio de Nazaré, pela gastronomia incrível e por ter parte do seu território na exuberante Floresta Amazônica.
    A cidade já foi uma das mais ricas do mundo, durante o ciclo da borracha. Belém e Manaus por anos disputaram esse título de riqueza e ainda é possível ver as heranças de tanta bonança espalhadas pela cidade. Além disso, a diversidade cultural impressiona. As cores, os sabores, as danças e o artesanato formam a maior riqueza dessa região. Junto com o receptivo povo paraense. Belém é o tipo de cidade onde se pode ficar por muitos dias e ainda terá coisas a explorar. Mas se você só tem 3 dias, montamos aqui um roteiro curtinho para você saber o que fazer em Belém do Pará e aproveitar ao máximo a cidade.

    Caminhe pela cidade

    A sugestão é começar o dia no Marco Zero da cidade, o complexo chamado de Feliz Lusitânia. Ali é possível visitar a Catedral Metropolitana de Belém (ou Catedral da Sé), com sua bela arquitetura. A Catedral foi restaurada em 2005 e está aberta para visitação do público desde 2009. É também parte importante da procissão do Círio, sendo ali a missa solene que inicia a procissão até a Basílica.

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    Casa das Onze Janelas

    Ainda no Complexo é possível visitar a Casa das Onze Janelas. Esse Palacete é hoje o Museu de Arte Moderna e Contemporânea de Belém, também conhecido com Museu de Arte Casa das Onze Janelas. Ali era a antiga casa do senhor de engenho Domingos da Costa Barcelar. Ao fundo, é possível admirar a bela visita para a Baía do Guajará. Ali támbem está o Forte do Presépio, construído em 1616, para proteger contra invasões holandesas e inglesas.

    Mercado Ver-o-Peso

    Após uma breve caminhada, a fome pode bater, então é hora de parar para comer no Mercado Ver-O-Peso. O Mercado de 392 anos é um resumo da cultura de Belém do Pará. Tem de tudo: ervas, produtos naturais, roupas, artesanato e, claro, muita comida típica. Tudo é separado por zonas organizadas e sinalizadas. Vale caminhar por todas elas e conversar com os vendedores que são uma atração à parte.

    Conhecem muito da terra, da natureza e possuem produtos para todos os males. A parte que eu mais gostei foi a dos sucos e das comidas. Existe uma seção de sucos de todos os tipos, com toda fartura de frutas amazônicas. O suco de taperebá dá para tomar um litro, de tão gostoso. Ainda mais que, no calor úmido de Belém, é preciso tomar bastante líquido.

    Gastronomia Paraense

    Quanto aos restaurantes, não se deixe enganar pelo aspecto simples. A comida é rica em sabor. E o melhor, os preços são bem acessíveis. Ali dê asas à imaginação e experimente o diferente: Maniçoba, tucupi, filhote frito, farinha, tudo acompanhado pelo açaí paraense, claro. Vale lembrar que eles comem açaí com comida e não como sorvete, portanto, vale arriscar e experimentar. E aguentar as piadas de que nosso açaí com banana é um crime.

    Ainda na região do Mercado, existem dois outros muito interessantes. O Mercado de Carne e o Mercado de Peixe. São prédios históricos lindos, com cobertura e muito espaço para conhecer as diferentes espécies de peixes amazônicos. O da carne tem também algumas lojas de artesanatos. A dica é: se joga! Conversar com os vendedores, sentir o cheiro do peixe fresco, admirar a riqueza de cores do Pará são experiências para todos os nossos sentidos.

    Estação das Docas

    Para fechar o dia, nada como conhecer a Estação das Docas. A restauração dos armazéns do Porto de Belém resultaram em um lindo complexo turístico e cultural da cidade. São três galpões de ferro que hoje abrigam lojas, restaurantes e é um reconhecido ponto de eventos.

    A parte interna é toda climatizada e a parte externa é presenteada com a bela vista para a Baía o Guajará. Uma ótima dica é ver o por-do-sol dali.

    Os pontos altos, na minha opinião, são os sovertes da famosa Sorveteria Cairu e a cervejaria Amazon Beer, de produção artesanal com produtos locais. Aliás, a cervejaria oferece às segundas, terças e quartas, das 18h30 às 21h, a opção do happy hour. O valor fixo é de R$64,90 e dá direito a três tipos de cervejas e uma mesa de buffet com frios, sopas e comidas típicas, à vontade. Tudo para encerrar o dia com chave de ouro.

    O que fazer em Belém do Pará

    Visite os monumentos de Belém do Pará

    Independentemente da religião, uma visita à Basílica de Nazaré é obrigatória. A história diz que a Basílica foi construída, em 1909, no lugar onde foi encontrada a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré. Em 1992, a Basílica foi tombada como Patrimônio Histórico do Estado do Pará. A construção abriga a imagem original da Nossa Senhora de Nazaré, cuja procissão recebe cerca de 2 milhões de pessoas, num trajeto que vai desde a Catedral até a Basílica. É um monumento lindo!

    Em frente à Praça da República, fica o Teatro da Paz, inaugurado em 1878. Como Belém era uma cidade muito rica, entenderam que ela deveria ter um teatro à altura de sua grandiosidade e inspirado nos grandes teatros europeus. O teatro tem estilo neoclássico. Muito do que se vê por lá é original da sua construção, como as 1100 cadeiras e a pintura do teto, feita por Domenico de Angeles que utilizou a mesma técnica de Michelângelo. O teatro tem visita guiada a cada hora cheia e custa R$6.

    É muito legal conhecer a história de um prédio tão bonito e importante centro cultural. Ainda mais porque Belém tem a “hora da chuva”, que cai todo dia após o almoço. Nada melhor que estar abrigada e ainda conhecer uma construção tão importante.

    Parque Mangal das Garças

    O Parque abriga uma variedade enorme de fauna e flora. É um ótimo lugar para relaxar no fim de tarde. Dentro do parque é possível ver as garças que dão nome ao local, conhecer um borboletário, ver as árvores da região e finalizar com o por-do-sol do alto do mirante dentro do parque. A vista de toda Belém lá de cima certamente será inesquecível. E que tal um jantar no restaurante Manjar das Garças, que fica dentro do parque?

    Passeio pelas águas

    Um passeio diferente e que leva o dia todo é pegar o barco, na Praça Princesa Isabel, em Belém, e seguir para a Ilha do Combu. São apenas 10 minutos de barco para chegar em uma área mais original da região amazônica. A Ilha é a 4º maior de Belém que tem aproximadamente 39 ilhas ao redor. É também a mais procurada pelos turistas. Apesar de rústica, a ilha atrai muitos moradores que buscam a tranquilidade do lugar e a proximidade com a capital. Possui uma floresta de várzea e lá é possível ver as belezas naturais da nossa terra.

    A Samaúma, árvore símbolo da Amazônia, conhecida pelo tamanho avantajado está em todos os cantos. Durante o passeio, pudemos conhecer o Seu Ladir, um morador com conhecimento impressionante sobre as árvores e suas propriedades.

    A ilha é chamada de “Veneza da Amazônia”, por possuir canais mais estreitos entre a mata. Há uma parte com restaurantes em todos os lados da margem. É só escolher o que mais agrade e passar umas boas horas apreciando as delícias da gastronomia paraense. Alguns dos restaurantes possuem áreas reservadas para banho no rio também. Uma ótima maneira de reduzir o calor que sentimos o tempo todo em Belém.

    Casa do Chocolate

    Desde 2006, a Dona Nena produz chocolates utilizando cacau orgânico da Ilha do Combu. Os produtos são deliciosos. Há chocolates ao leite, com cacau 55%, 75% e até 100%. Além dos brigadeiros e licores. Um passeio doce para encerrar o dia e comprar algumas lembranças suculentas para os amigos.

    Certamente depois desses três dias, a vontade vai ser de já planejar a volta para esta cidade tão incrível. A cada dia em Belém, mais passeios entram na lista de coisas para conhecer. Fora as outras cidades da região, como a Ilha de Marajó, Alter do Chão, Santarém e Algodoal.

    O Pará tem lugares lindos, uma cultura rica e um povo apaixonante. Para mim, vai ser sempre uma opção de viagem e sempre que tiver oportunidade de voltar para lá, vou me esforçar para ir. Ainda tem muita coisa para conhecer e facilmente me apaixonar por essa terra que costumo chamar de “original do Brasil”.

    O que fazer em Belem do Para salve no pinterest
    Salve no Pinterest

    E aí, ficou com vontade de conhecer Belém? Já conhece? Conta para gente nos comentários. Este é só um gostinho do mundo de coisas que podemos ver por lá. Ainda tem dúvidas? Deixe aqui nos comentários que responderemos assim que possível. Te Vejo em Belém do Pará!

  • Visita Guiada na Bodegas Lopez em Mendoza

    Visita Guiada na Bodegas Lopez em Mendoza

    Mendoza é uma cidade na região nordeste da Argentina, quase na fronteira com o Chile. Com um visual incrível dos Andes no horizonte, a região é muito conhecida pela produção de vinhos, em especial o Malbec, e azeites. Pelas suas montanhas famosas muitas pessoas fazem a rota Argentina – Chile, mas não sem antes parar por alguns dias em Mendoza e degustar os maravilhosos vinhos produzidos por lá. As Bodegas fazem parte do passeio, já que muitas oferecem visitas guiadas e degustações. A mais popular é a Bodegas Lopez, porque é a única que oferece o passeio gratuito.

    Reserve seu hotel em Medoza

    Eu tive a oportunidade de conhecer a região e fazer este passeio regado a bons vinhos e informação. Muitas agências oferecem o passeio, mas é muito fácil fazer por conta própria. A recomendação é apenas que não planeje dirigir após o passeio, porque parte essencial dele é experimentar as maravilhas produzidas por lá.

    Conhecendo a Bodegas Lopez em Medoza

    Ficou com vontade de conhecer? Então siga as nossas dicas, com tudo que você precisa saber antes de seguir a rota dos vinhos.

    Como chegar na Bodegas Lopez

    A Bodega Lopez, assim como as outras bodegas, fica na região de Maipu. O ônibus 821 sai da Plaza da Independência, centro de Mendoza e, em 30 minutos, passa por Maipu.

    onibus para Maipu
    Achei bem tranquilo ir de ônibus

    Há também a opção do trem, que sai da região do Parque San Martín e em 30 minutos chega na cidadezinha. Ambas paradas, do ônibus e do trem, são muito próximas das bodegas, cerca de 300m. Há muitas placas indicando e não há chance de perder o caminho. O melhor é o preço, são 18 pesos o trecho da viagem, aproximadamente R$ 1,20.

    Quando ir

    As Bodegas Lopez abrem de segunda à sexta das 9h às 17h. E sábados, domingos e feriados das 10h30 às 12h30. Durante a alta temporada, há mais opções de horários. Há também um restaurante que abre de segunda a sexta, ao meio dia.

    Filmes que falam de viagem e que você vai adorar ver

    Sobre a Bodegas Lopez

    Fundada em 1898, a Bodega Lopez segue sendo administrada pela família Lopez, agora em sua quarta geração. Possui uma grande oferta de produtos como azeite, espumantes, produtos industrializados com o brasão da família e, claro, vinho.

    bodegas Lopez em Medoza

    Eles ainda possuem edições limitadas e especiais de seus grandes clássicos, inclusive das primeiras safras, em 1938. Apenas 5% da produção é exportada, o restante é para consumo nacional. Eu não julgo os argentinos por tomarem tanto vinho, é realmente de alta qualidade. Os preços são bem acessíveis. Claro, dependendo da safra e da qualidade do produto. Mas eu consegui comprar uma garrafa de vinho deliciosa por 126 pesos (aproximadamente R$ 8,50). Por esse preço, no Brasil conseguimos no máximo um estilo “sangue de boi”.

    Visitas guiadas na Bodegas Lopez

    A Bodega Lopez oferece visitas guiadas grátis. E é de graça mesmo, não tem nenhuma “pegadinha” para pagar depois. A não ser que você queira comprar um vinho na saída. O que deve acontecer.

    um brinde a bodegas lopez
    Um brinde!

    As visitas acontecem a cada três horas e não é necessário agendamento prévio, basta chegar e aguardar a próxima. Na alta temporada, é recomendável chegar cedo. Além disso, eles oferecem tours guiados em espanhol, inglês e português.

    O passeio começa com uma pequena explicação sobre a história da bodegas e da família Lopez. Em seguida, conhecemos a área onde estão os enormes barris onde os vinhos ficam armazenados.

    Visita guiada Bodegas Lopez Medoza

    Os barris vieram da França e cada um armazena apenas um tipo de vinho, já que a madeira absorve muito do aroma e do sabor. Em seguida, vamos para as máquinas de produção. O guia nos explica cada detalhe do processo de uma maneira rápida e simples, portanto todos conseguem entender rapidinho.

    Confira outras vinícolas imperdíveis em Mendoza

    Maquinas que produzem o vinho

    Uma parte interessante é a área onde são despejadas as uvas em uma das primeiras etapas da produção. Vale ressaltar que Maipu não possui vinícolas, já que foi encontrada outra região melhor para plantação. As uvas chegam de caminhão nas bodegas onde é feita a produção do vinho. A Bodegas Lopez chega a receber 180 toneladas de uvas por dia.

    Confira nossas dicas sobre Mendoza

    A degustação

    No fim da visita, chega a melhor parte: experimentar os vinhos. O guia nos explica como o vinho deve ser degustado e ensina todos os movimentos que devemos fazer desde como segurar a taça até como saborear o vinho na boca.

    Degustacao na vinicula

    Confesso que nesta parte dei vexame, porque engasguei com todo aquele movimento e foi vinho para todo lado. Superado o constrangimento, partimos para o vinho branco. Nesse eu já acertei melhor o ritual e consegui apreciar aquele vinho delicioso de maneira apropriada.

    A visita termina em um espaço muito agradável, onde é possível comprar os produtos Lopez e até relaxar e tomar mais vinho em um dos sofás do espaço.

    loja da bodegas lopez

    É possível visitar outras bodegas no mesmo dia, caminhando ou de bicicleta. É uma boa opção, já que Maipu não possui muitos atrativos além das bodegas. O caminho de volta também é muito tranquilo e em menos de uma hora, já dá para estar de volta em Mendoza.

    Vinícola 0800 salve pinterest
    Salve no Pinterest

    Muito conhecidos visitaram outras bodegas e disseram que os passeios não são muito diferentes. O que muda é o vinho e o estilo de produção. Mas se você não for um especialista e quiser apenas conhecer um pouco sobre o processo e tomar um vinho bom, a Bodegas Lopez possui tudo que é necessário: informação e vinhos deliciosos. E o melhor, de graça.

  • Ilha do Marajó: tudo o que você precisa saber antes de ir

    Ilha do Marajó: tudo o que você precisa saber antes de ir

    O arquipélago do Marajó fica no estado do Pará. É banhado pelos rios Amazonas e Tocantins e pelo Oceano Atlântico. Possui 12 cidades, sendo as mais conhecidas: Soure e Salvaterra. A ilha de Marajó é cultura milenar, paisagens amazônicas de tirar o fôlego e vai muito além de fazendas de búfalos.

    A convite do Governo do Estado do Pará, o Te Vejo Pelo Mundo embarcou em uma viagem incrível pelo Pará, acompanhando o Círio de Nazaré, conhecendo Belém e explorando o Marajó. Eu Tata Macedo, tive a honra de representar o site nessa aventura e viver intensamente cada momento dessa viagem inesquecível.

    Soure Ilha de marajo

    Confesso que não tinha muitas expectativas com o Marajó, mas me surpreendi muito com o arquipélago. Vou compartilhar aqui algumas dicas e informações com todas as informações para você saber o que fazer na ilha de Marajó antes da sua visita.

    Como chegar na Ilha de Marajó

    A maneira mais comum para chegar no Marajó é de barco, a viagem dura 3h aproximadamente com o barco lento e 2h com o barco rápido. Ambos partem do Terminal Fluvial de Belém. Na ida, fomos com a empresa de barco rápido Expresso Golfinho, por R$48 o trecho. A lancha rápida tem um maior conforto, mas é mais leve então balança mais, principalmente na chegada na Ilha.

    Portanto, quem tem problemas de enjoos, deve estar mais preparado para o “sacolejo”. Voltamos para Belém com a lancha lenta, que custa R$35 o trecho. O barco não é tão novo, nem tão confortável, mas realmente a viagem é mais tranquila. Recentemente, abriram voos comerciais, em aviões de pequeno porte, de Belém para a Ilha, mas acho que vale a pena ter a experiência de barco.

    Onde ficar na Ilha do Marajó

    As cidades mais conhecidas do Marajó são Salvaterra e Soure. E são mais preparadas para receber os turistas. Entre as duas, eu achei Soure com mais opções de hospedagens, restaurantes e atrações.

    Foi a minha preferida. Eu fiquei no Hotel Casarão da Amazônia e recomendo muito. O espaço é lindo, quartos bem equipados, com ar condicionado (claro) e um atendimento de acordo com a boa receptividade do Paraense.

    Hotel Casarao da Amazonia Ilha de Marajo
    Hospedagem na Ilha de Marajó – Hotel Casarão da Amazonia

    Destaco também a cozinha do hotel. O café da manhã é servido na varanda, perto da piscina, e oferece delícias paraenses: como pão de Açaí, queijo marajoara, frutas locais. E ainda é possível pedir tapiocas e omeletes de diversos sabores.

    Que tal Aproveitar para conhecer Alter do Chão

    Para jantar, também vale a pena comer uma noite no hotel. O menu é diversificado e repleto de sabores locais. O gnocchi de batata com pesto paraense é mais um motivo para que eu volte ao Pará.

    O que fazer na Ilha de Marajó

    A Ilha tem praias belíssimas, mas também oferece muita cultura e contato com a natureza.

    Cultura Marajoara

    Uma das coisas que me surpreenderam no Pará foi a cultura Marajoara. Eu não tinha ideia de que era tão rica e tão antiga. São 3 mil anos de história, tradições e artesanatos. Pudemos visitar a comunidade dos Caruanas e aprender mais sobre esse povo tão talentoso. Estudiosos dizem que há sinais de comércio entre estes povos e os incas.

    Motivos para conhecer o Caribe Amazônico

    Descobri também que os povos originários do Marajó foram os primeiros a utilizar três cores diferentes nas cerâmicas, por isso elas são tão lindas. E, claro, têm um valor histórico muito importante, já que através delas, se pode entender a rotina e vida do povo. As cerâmicas são também ótimas lembranças para levar da ilha, para presentear pessoas queridas.

    Outra descoberta interessante foi ver como o povo marajoara é ligado à natureza e busca conviver de forma respeitosa com ela. Nos caruanas, por exemplo, há o Instituto Caruanas, comandado pela Pagé cabocla Zeneida Lima, referência mundial em educação.

    Surpreenda-se com a Ilha de Algodoal

    O Projeto, que tem ajuda do Criança Esperança e parceria com a prefeitura, trabalha para a educação de crianças carentes das comunidades da região. Lá elas têm as aulas comuns da grade curricular brasileira, mas também aprendem sobre a terra, a cultura marajoara e sobre os povos da era pré colombiana.

    A visita nos enche de esperança, ao saber que vem uma nova geração que sabe sua história e valoriza sua cultura. Um passeio inspirador!

    Para quem gosta da noite, há muitos shows de Carimbó, dança típica paraense.

    Carimbo na Ilha de Marajo
    Carimbó

    Tivemos o privilégio de conhecer um menos turístico, que é o Tambores do Pacoval, que acontece às segundas, à noite.

    Carimbo com roupa tipica

    A entrada é gratuita e a diversão garantida.

    Praias da Ilha de Marajó

    Sendo a maior ilha costeira do Brasil é banhada por água doce e salgada.

    Ilha de marajo encontro dos rio

    Assim, não faltam praias para desfrutar de toda essa abundância.

    Praia Pesqueiro

    A Praia fica na Reserva Extrativista Marinha de Soure e é perfeita para passar o dia todo com a família. O mar é mais calmo e quando a maré baixa, é possível ficar nas pequenas “piscinas” que se formam na areia.

    Praia do Pesqueiro Marajo
    Praia do Pesqueiro

    Além disso, a praia tem muitos restaurantes e uma boa estrutura para não ter que se preocupar. Nada como uma porção de camarão ou um filé de carne de búfalo com queijo marajoara de frente para um visual incrível.

    Praia do Céu

    Esta não poderia ter outro nome, pois a impressão é de chegar no paraíso. Também fica na região de Soure. Antes de chegar, fizemos um tour pelos maravilhosos igarapés.

    Igarapes de marajo

    Passear de barco por dentro da selva amazônica é uma experiência incrível. Conhecemos também uma comunidade ribeirinha, onde pudemos entender como é a vida na beira do rio.

    Quase na praia do ceu
    Enquanto não chegamos na praia do Céu

    Depois paramos na Vila do Céu, que é pequena, charmosa e tranquila. Dali caminhamos até a Praia do Céu.

    Ela tem um clima de praia deserta, por isso tão especial. Há alguns restaurantes, com a maravilhosa comida paraense. A água é quentinha, mas o visual é o principal atrativo desse paraíso quase exclusivo.

    Praia Barra Velha

    É a Praia mais popular de Soure e talvez de toda a Ilha de Marajó. De fácil acesso e com muita estrutura, a praia costuma ser mais frequentada pelos locais.

    Praia de Barra Velha
    Praia de Barra Velha

    Os restaurantes da orla oferecem espaço e comida para passar o dia todo por lá. Porém, o mar é muito agitado portanto, não é muito seguro para banho.

    Praia Joanes

    Esta fica em Salvaterra e é apenas para passar algumas horas.

    Praia Joanes Ilha Marajo
    Praia Joanes – Ilha de Marajó

    O mar é muito agitado, mas a paisagem garante fotos incríveis. Vale a pena incluir outra praia no mesmo dia e otimizar o tempo.

    Praia Recanto dos Gaviões

    Esta praia fica ao lado da Pousada Recanto dos Gaviões , portanto não tem um nome oficial, mas é conhecida pela Pousada. A foto do recanto dos Gaviões está na Capa desse post.

    A paisagem lembra falésias e se vê a praia do alto. Podemos ver exatamente onde mar e rio se juntam e formam uma cor incrível. O restaurante da Pousada é aberto ao público e garante uma boa refeição de frente para o mar. É fácil de combinar com a visita à Praia Joanes.

    Os Búfalos de Marajó

    Habitantes de honra do Marajó. Não se sabe muito como chegaram lá, há muitas teorias, mas certamente são animais muito valorizados. É o maior rebanho de búfalos do Brasil. “São dois búfalos para cada pessoa”, como dizem. Muitas fazendas são dedicadas à criação de búfalos e a visita é liberada para turistas. A que eu mais gostei e recomendo é a Fazenda Mironga.

    Fazenda Mironga Marajo

    Dedicada não somente à criação de búfalos, como também ao estudo do animal. O Seu Tonga, proprietário, é um ótimo contador de histórias e totalmente apaixonado pelo trabalho com búfalos. Ele nos explicou muito sobre a criação e como as coisas funcionam por lá.

    A fazenda oferece cafés da manhã é da tarde com muitos produtos derivados do leite de búfala. Além de pães saborosos, com aquele clima de café de fazenda. Não tem como resistir a levar os produtos pra casa.

    O mais interessante é como é feita a venda. Há um chalé com uma geladeira e todos os produtos para compra. O visitante entra, pega o que quer e deixa o dinheiro em uma jarra ao lado. Na base da honestidade. A boa notícia é que Seu Tonga nos garantiu que nunca teve problemas com o seu método.

    Confira mais um Pouquinho da Ilha de Marajó nesse video:

    Vale lembrar

    Todos os passeios foram feitos com a Ecoturismo Marajó. Nossa guia Dirlene, além de ter um ótimo humor, simpatia, nos deu uma aula sobre o Marajó. O transporte por Salvaterra e Soure foram feitos em parceria com a Edgar Turismo. O ônibus tinha ar condicionado e o Edgar era muito paciente em nos esperar nas paradas e até tirar nossas fotos.

    Dá para fazer muita coisa sem guia por lá. Mas dependendo do orçamento da viagem, vale investir em profissionais especializados, porque enriquece muito o passeio. É um investimento em conhecimento.

    Ilha Marajo Pinterest
    Salve no Pinterest

    Espero que tenha curtido as dicas e que sua experiência na Ilha de Marajó seja tão incrível como foi a minha. Qualquer dúvida pode deixar aqui nos comentários que respondemos assim que possível. Fico sempre muito feliz em escrever em recomendar destinos do nosso país tão lindo! Te Vejo explorando as belezas do Pará.

  • Conheça Algodoal, o paraíso escondido do Pará

    Conheça Algodoal, o paraíso escondido do Pará

    A pequena vila de Algodoal é a maior ilha de um conjunto chamado Maiandeua. O conjunto fica no nordeste do Pará, próximo da cidade de Marudá, a 160 km de Belém. As outras ilhas são: Fortalezinha, Camboinha e Mocooca. Eu que adoro uma bela praia não resisti quando uma amiga paraense me indicou esse paraíso pouco explorado. Preparamos algumas dicas para quem também gosta de praia e quer saber o que fazer em Algodoal.

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    Como chegar em Algodoal

    Saindo de Belém, é possível pegar um ônibus ou uma van até Marudá. A viagem de van dura aproximadamente 3 horas, de ônibus, 5 horas. Do Porto de Marudá é onde saem os barcos para Algodoal. A passagem custa R$ 10 e a viagem dura aproximadamente 40 minutos.
    A beleza já se mostra durante o trajeto, com paisagens de tirar o fôlego.

    A ilha de Algodoal

    Área de proteção ambiental desde 1990, são aproximadamente 20 quilômetros quadrados de natureza, trilhas e praias. A ilha é banhada pela Baía de Marapanim, Canal de Mocooca e pelo Oceano Atlântico. No centro, há uma pequena vila com pousadas, hotéis e restaurantes.

    Vila de Algodoal
    Simplicidade em Algodoal

    As ruas são de areia e não é permitida a entrada de veículos, portanto o transporte é feito por carroças de tração animal. Eu não gosto muito desse tipo de transporte, então fazia tudo a pé tranquilamente. Alugar uma bicicleta pode ser uma boa opção também.

    Saiba onde comer em Belém do para

    Apesar de não ser tão conhecida turisticamente, para quem não é do Pará, a ilha tem uma certa estrutura. Considerando que a energia elétrica chegou na ilha em 2005, há que se esperar algo mais rústico.

    Possui escola municipal, supermercados, vários tipos de estabelecimentos que aceitam cartão de crédito e uma vasta rede de hotéis e pousadas para todos os bolsos. Não possui bancos, nem caixas eletrônicos, portanto vale levar uma boa quantia em dinheiro para não ficar na mão.

    Melhor época para conhecer Algodoal

    A ilha é muito tranquila, o que é maravilhoso para quem procura destinos menos turísticos. Caso prefira um agito, o fim do ano é quando a ilha fica lotada, portanto é preciso se programar antes com hospedagem e passeios. Os moradores locais dizem que chove muito pouco por lá, mesmo nas estações chuvosas, o que facilita na hora de planejar as férias.

    Onde ficar

    Algodoal tem uma ampla rede de hospedagens de todos os tipos. Eu fiquei no Hostel Kite Life que é mais simples e ideal para mochileiros. Há muitas pousadas, com os mais variados preços.

    Dependendo da época do ano, não é necessário nem fazer reserva, basta caminhar pela cidade e buscar a opção que mais agrade. Mesmo com o estilo mais rústico da ilha, há também hotéis mais estruturados. A mais famosa é a Pousada Ponta do Boiador, localizada na praia da Caixa d’Água. A pousada oferece qualidade de serviços e tranquilidade. O ponto alto é o café da manhã, servido em um espaço de frente para o mar.

    Que tal conhecer Alter do Chão

    Praias de Algodoal

    Quem vai para Algodoal procurando por praias tranquilas e paradisíacas não se decepciona. A ilha possui diversas opções e os barcos também levam os turistas para as outras belas praias da região.

    Praia da Beira

    A Praia da Beira é a praia onde fica o Porto com os barcos e ponto de chegada na ilha.

    Praia da beira
    Praia da Beira

    Pelo movimento dos barcos, não é boa para banho, principalmente quando a maré está baixa.

    Praia da Caixa d’Água

    A Praia da Caixa d’Água fica em frente à vila. Tem uma boa estrutura de bares e restaurantes. Ela é boa para banho, só não é indicada quando a maré está baixa. À noite, é nesta praia que acontecem shows de Carimbó e outros agitos.

    Alguns motivos para você conhecer Alter do Chão

    Praia da Princesa

    A Praia da Princesa é a estrela do lugar. E não à toa, é belíssima! Já foi eleita por algumas revistas internacionais como umas das dez praias mais interessantes do mundo. Com mais de 13km de extensão, com uma orla larga, a praia tem areia fina e branquinha e água esverdeada. Diferente das águas mais escuras das praias paraenses, já que muitas são de rio. Vários bares e restaurantes estão instalados na orla e oferecem serviços e refeições para quem quiser passar o dia todo por lá.

    O trajeto da vila até a praia pode ser feito todo a pé quando a maré está baixa. Quando está alta, é preciso utilizar os serviços dos canoeiros que fazem uma curta travessia por R$2. À noite, alguns bares oferecem música ao vivo e o reggae é o ritmo predominante. Com tantos atrativos, dá pra entender a fama e o nome dessa Princesa.

    O que fazer em Algodoal

    Além de passar o dia relaxando nas praias, a ilha oferece trilhas muito bacanas, para os mais aventureiros. Dá para ir até o Lago da Princesa, a Pedra Chorona ou visitar as dunas da região. O mais legal é que os guias são os próprios moradores, basta perguntar na praia sobre os passeios que vários deles se dispõe a fazer.

    Fortalezinha

    Outra dica é fechar passeios com os barqueiros para conhecer as outras ilhas de Maiandeua. A mais famosa é a Fortalezinha, com uma linda praia, ótima para prática de kitesurfing.

    Fortalezinha

    Aliás para quem gosta de esporte, a ilha tem muita opção bacana. Seja kitesurf nas praias da Fortalezinha e Princesa, ou surf na praia da Marieta, até mesmo wakeboard pela região.

    passeio de barco em Algodoal

    Os barqueiros ficam na praia da Beira e ali é possível negociar passeios para o dia todo. Eu fiz os passeios com o dono do hostel onde me hospedei, pois ele também era barqueiro e instrutor de kitesurfe, além de ter o nome mais divertido que já ouvi: my love. Haha!

    A melhor dicas para quem quer saber o que fazer em Algodoal é: tire os sapatos, deixe o stress para trás e vá curtir a boa vibe e simplicidade da ilha. Uma boa trilha, um banho de mar e uma comida paraense na beira da praia renovam o espírito e recarregam as baterias. Conheça Algodoal, o paraíso que é paz e amor.

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  • Onde comer bem em Belém do Pará

    Onde comer bem em Belém do Pará

    O Pará surpreende por inúmeras razões: cultura, natureza, religiosidade e, sem dúvidas, pela gastronomia. A culinária amazônica cheia de cores e sabores se espalha por Belém, dando um destaque especial para o circuito gastronômico da cidade. Sem medo de errar, digo: come-se muitíssimo bem em Belém. Vai passar uns dias na cidade? Pois, então segue um pequeno roteiro de onde comer em Belem.

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    Onde comer em Belém

    Vou resumir aqui nesse post um pouquinho sobre os melhores lugares que passei durante minha passagem por Belém do Pará

    Confira os melhores atrativos de Belém do Pará

    Point do Açaí

    Rede de restaurantes famosa da cidade, você não pode deixar de conhecer. Restaurante de comida tradicional paraense, a fama não vem à toa. Tudo é extremamente saboroso. A proposta da rede de restaurantes é levar para a mesa o “gostinho de casa”, ou seja, comida regional caseira. O que no Pará vai muito além do arroz com feijão.

    Restaurante Point do Acai
    Onde comer em Belém

    A Amazônia deixa sua marca em vários pontos, nos pratos com seus peixes e ervas, nas apresentações de Carimbó que acontecem nos restaurantes e na decoração típica da região. O bolinho de pirarucu é de comer rezando, como diz a expressão popular. Uma boa pedida é a Chapa Mista Paraense, com Açaí, claro. É uma oportunidade de experimentar um pouco de todas as delícias do lugar. Uma ótima pedida para ir com a família naquele almoço de mesa farta e que dura a tarde toda.

    Endereço: Rua Veiga Cabral, 450

    Conheça Alter do Chão

    Famiglia Sicilia

    A alta gastronomia também se faz presente na capital do Pará. O Restaurante Sicília que chegou há mais de duas décadas em Belém fica na região central e garante uma refeição requintada e deliciosa. A chef Ângela Sicília mistura a alta culinária italiana com ingredientes típicos paraenses. Um dos pratos, o Raviolli de Maniçoba, é premiado internacionalmente, e não poderia ser diferente. É incrível! Difícil é escolher no cardápio o que vai comer, porque tudo é muito saboroso.

    Chocolate Famiglia Sicilia
    Chocolate Famiglia Sicilia

    É o tipo de lugar que vale pedir entrada, prato principal e sobremesa. Aliás, falando sobremesa, eles produzem o próprio chocolate e, mantendo o conceito de utilizar ingredientes locais, misturam com Açaí, castanhas e cupuaçu. Inusitado e delicioso! O restaurante ainda tem uma extensa carta de vinhos. Certamente vale a pena reservar uma noite para jantar por lá e ter um experiência de requinte e sabor.

    Endereço: Av. Conselheiro Furtado, 1420

    10 motivos para conhecer Alter do Chão

    Manjar das Garças

    Caso queira unir passeio e refeição, vale a pena passar o dia no Parque Mangal das Garças e aproveitar o almoço no Restaurante Mangal, que fica dentro do parque, a já foi eleito o melhor da cidade. As inúmeras atrações do parque: borboletário, mirante, as garças, etc, se somam ao restaurante e seu cardápio extenso para tornar o dia perfeito. O ambiente é super agradável, com uma decoração quase temática, com muitas folhas e árvores.

    Manjar das Garças
    Onde Comer em Belém do Pará

    O almoço é servido em sistema de buffet, mas não se engane, tudo tem muito sabor e muita variedade. As comidas típicas também dão o tom do lugar. É uma ótima oportunidade de provar algumas das delícias paraenses e comer um pouco de tudo.

    Endereço: Rua Dr. Assis, s/n

    Conheça histórias de devotos que estavam no Círio de Nazaré 2019.

    Sushi Ruy Barbosa

    Quer provar algo diferente? Este restaurante de comida japonesa pode ser uma boa opção para dar uma pausa na culinária regional. Pausa, mas nem tanto, pois estes pratos incríveis, com uma apresentação impecável, peixes frescos, têm uma surpreendente pitada de Pará.

    Onde comer Sushi em Belem
    Onde comer Sushi em Belém

    A comida chega com uma apresentação tão bonita que dá até dó de comer. Mas é só colocar o peixe na boca para sentir uma explosão de sabor. Acho que os japoneses ficariam intrigados com a mistura do sushi com ingredientes amazônicos, mas certamente adorariam.

    Aproveite para conhecer a Ilha de Marajó

    Endereço: Travessa Rui Barbosa, 1816

    Ver-o-peso

    Uma experiência mais real e mais popular é ir ao Mercado Ver-O-Peso e escolher uma das barracas para almoçar, durante um passeio pela região. O mercado tem quase 400 anos e fica próximo da estação das docas e funciona diariamente. Como os principais pratos levam peixe, o bom é ir no almoço, para comer tudo fresquinho.

    Acai no ver o peso

    O mercado é separado por áreas: comidas, ervas, roupas, industrializado, etc. portanto, é fácil encontrar a parte de alimentação e ali escolher a barraca que mais lhe agrade. Vale levar em conta a experiência de estar ali, comendo a comida do dia a dia do paraense, não só típica, como rotineira. O açaí vem de litro, claro. O sabor é incrível e é uma ótima forma de vivenciar a cultura local.

    Endereço: Av. Blvd. Castilhos França, s/n

    Sorveteria Cairu

    Eleita como a melhor sorveteria do Brasil, em 2014, a Sorveteria Cairu é quase um ponto turístico . Com mais de 50 sabores de sorvetes disponíveis, preparados artesanalmente, não há forma mais saborosa de afastar o calorão de Belém. São 13 lojas na cidade (e duas no Rio de Janeiro).

    Algodoal um paraíso que merece sua visita

    Sorveteria Cairu

    O mais famoso é o sorvete de tapioca, mas também é possível misturá-lo com outros sabores, como é o caso do sorvete de Açaí, mistura conhecida como Mestiço. As frutas típicas do Pará enriquecem ainda mais o saboroso sorvete, vale arriscar e tentar um sabor diferente a cada visita.

    Endereço: Travessa 14 de Março, 1570

    É importante ressaltar as maravilhas da culinária paraense para que você não tenha dúvidas de onde comer em Belém. Vale muito a pena experimentar as delícias locais como a Maniçoba, o pato no tucuri, o filhote, tacacá, caruru, e se deixar surpreender com as delícias naturais que só encontramos no Brasil. Independente das indicações aqui, é muito fácil encontrar um bom lugar para comer. Certamente, Belém não é um lugar para passar fome. Pelo contrário, os sabores são tão surpreendentes que a gente não tem vontade de parar de comer. Bom apetite!

  • O Círio de Nazaré e suas histórias

    O Círio de Nazaré e suas histórias

    A Festa do Círio de Nazaré acontece todo ano, no mês de Outubro, em Belém do Pará, em homenagem à Nossa Senhora de Nazaré, Padroeira da Amazônia e dos Paraenses. A procissão do Círio, principal de uma série de eventos, atrai quase dois milhões de turistas e promesseiros, como são conhecidos os devotos, e é tida como a maior procissão católica do mundo. Mas é muito mais que um evento religioso, é uma grandiosa manifestação popular, cultural e histórica. As duas frases que mais ouvi quando cheguei no Pará foram: “Feliz Círio”, cumprimento típico da festa, e “o Círio é feito de histórias”. Esta me intrigou porque amo histórias e estava pronta para ouví-las. Confesso que me emocionei em diversos momentos e decidi trazer para vocês algumas histórias do círio de Nazaré. Espero que vocês se emocionem tanto quanto eu.

    Amor ao próximo independente de religião

    Chamando muita atenção de todos que passavam, este grupo de evangélicos da Assembleia de Deus distribuía água, café e sorrisos para a multidão que seguia a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré.

    Evangelicos ajudando no cirio

    Dois jovens do grupo logo me explicaram: “Estamos aqui cumprindo o principal mandamento: amar o próximo.”
    História da Rebeca e do Caio, Belém – PA

    De Castanhal até Belém a pé

    Há 13 anos participando da romaria a pé de Castanhal até Belém (aproximadamente 72km), Edson estava sendo atendido pelos voluntários da Casa de Plácido, local especial para receber e cuidar dos promesseiros que chegam na cidade. Seus pés necessitavam mesmo de cuidado. Ele me contou que só falhou a caminhada em 2015, após uma operação no joelho, mas que é fiel à sua romaria e pretende não falhar mais. Edson começou a caminhada em agradecimento à proteção de sua família, mas após três anos, nasceu um sobrinho com autismo, portanto, ele leva uma atenção especial nas intenções.

    atendimento na casa de Placido
    Histórias do círio de Nazaré

    Escritor e professor de sociologia, ele pretende lançar um livro no próximo ano sobre o que presencia na estrada. As histórias de solidariedade, como quando estava sozinho, muito cansado e encontrou três rapazes, que ao verem seu estado, seguiram com ele até o fim, para ter certeza de que ele conseguiria. Ou como quando se passou por mendigo, devido ao aspecto cansado de estrada, e conseguiu muito apoio das pessoas. Como diz Edson “há muita fé, mas também coisas ruins”, como alguns assaltos e até acidentes. “Eu tenho um material vasto, são muitas histórias” finalizou, confirmando o que venho escutando desde que cheguei.
    História do Edson Menezes, Capanema-PA

    Conheça Alter do chão, o caribe amazônico

    Somente agradecer

    22 horas de caminhada, sem parar. Foi o que Luciana levou para percorrer os 65km que separam Mosqueiro e Belém. Há 18 anos na romaria, Luciana diz que sempre vem agradecer, nunca pedir. Em troca, diz que recebe muitas graças ao longo do ano. “A gente vem em oração e vigília até a Basílica e depois se recupera na Casa de Plácido. O ônibus leva todo mundo de volta.” Ao ser questionada sobre a maior motivação para tanto sacrifício, Luciana responde: “a fé. Eu venho repetindo na minha mente ‘a fé é maior que a minha dor.’ Quando a imagem passa por nós no caminho, esqueço que meu pé está em carne viva e ganho mais força para chegar até aqui. Chego feliz e satisfeita”.
    Luciana Moares, Mosqueiro-PA

    A famosa corda

    Um dos maiores símbolos do Círio é a corda. Ela é atrelada à berlinda e carregada pela multidão, como se puxasse a imagem pela procissão. O Lucas, que todo ano se espreme para carregar a corda, conta que estar ali durante a procissão é não ter o controle dos movimentos, “é uma onda que te leva e você tem que se deixar levar”. Para ele “a corda é como um cordão umbilical que liga a Mãe (a Imagem) ao filho (o povo).”

    corda do cirio de nazare
    Corda do Círio de Nazaré

    Talvez por essa sensação, seja tão importante encostar na corda, apesar da imensa dificuldade, afinal são quase 2 milhões de pessoas tentando. A solidariedade de quem está ali segurando, é mesmo de irmão, todos se ajudam e se protegem. Inclusive as pessoas vão descalças para não machucar as outras.
    Toda esta simbologia talvez explique a grande comoção quando a corda é cortada, já no final da procissão. É a separação entre mãe e filho que, a partir dali, seguem unidos pelo amor.
    História do Lucas Leal, Icoaraci-Belém – PA

    Família reunida

    Lídia estava com sua filha assistindo a trasladação, evento que acontece na noite anterior ao Círio que leva a Imagem de Nossa Senhora de Nazaré da Basílica até a Catedral. Ela contou que tem a programação “típica do Círio”, reúne sua família toda em sua casa para ver a procissão passar, incluindo a nora que “é evangélica, mas sempre participa”. Em seguida, almoçam Maniçoba, prato tradicional de Belém e muito comum nas mesas das famílias nestes dias de festa. Lídia encerra dizendo: “eu amo Nossa Senhora, amo o Círio, pra mim essa festa é a melhor do mundo. Que Deus e Nazinha nos dê saúde e nos proteja.” Amém, Lídia, amém.
    História da Lídia e da Ana Paula, Belém-PA

    Cachorrinha promesseira

    Dona Maria do Socorro carregava a maquete de uma casa em uma mão e a coleira de sua cachorra Baronesa na outra. Muito simpática nos contou que estava participando do Círio como um agradecimento por ter conquistado a sua casa.

    cachorrinha promesseira
    Histórias do círio de Nazaré – Cachorrinha promesseira

    Contou que na antiga “chovia mais dentro do que fora” e que está conseguindo terminar a construção da casinha para viver com sua amada cachorrinha “que também é promesseira”, garante.
    História da Maria do Socorro e da Baronesa, Belém – PA

    Mais histórias do Círio de Nazaré

    Duas vezes Maria

    “Há poucos dias minha irmã teve um surto psicótico e não conseguia falar com ninguém, foi inclusive internada”, já me explicou Andreia, carregando uma cabeça de cera.

    Devota duas vezes
    Histórias do círio de Nazaré

    É muito comum pessoas carregando “velas” em formato de partes do corpo, simbolizando uma graça específica naquela área. Andreia disse que carregava duas forças nos braços, a de Nossa Senhora Aparecida, que havia sido homenageada um dia antes, e a de Nazaré. E que agradecia às duas, que na verdade são duas representações da mesma Maria, o fato da irmã estar recuperada. Assim, Andreia seguiu feliz o seu caminho, devota duas vezes de Nossa Senhora.
    História da Andreia, Belém-PA

    Pela recuperação da filha

    Os sacrifício são inúmeros, como se já não bastasse o calor, a multidão, a distância e a idade avançada, o seu Rosenildo ainda carregava uma cruz de madeira nos ombros.

    pela recuperacao da filha

    Mesmo com dificuldade, ele conseguiu falar o motivo. “É pela recuperação da minha filha após uma cirurgia. Foi uma graça que recebi.”
    História do Rosenildo, Abaitetuba- PA

    De joelhos

    Sem dúvidas, os promesseiros que mais chamam à atenção para nas histórias do círio de Nazaré são os que fazem todo o percurso de joelhos. São 3,6km que eles percorrem no silêncio de sua dor e na força da sua fé. Voluntários carregam papelões e durante o trajeto jogam no chão, para aliviar o impacto nos joelhos daqueles que pagam suas promessas.

    promesseiros amparados pelos voluntarios
    Histórias do círio de Nazaré

    Não há um promesseiro de joelhos que não tenha ao menos dois voluntários acompanhando. Aplausos e água também não faltam. E o que sobra? Fé. O Leandro agradecia pelo fato do avô estar em casa com a família após sofrer um infarto, ficar dois meses na u.t.i, com poucas chances de recuperação. “Foram duas vitórias, a recuperação dele e chegar até aqui, na Basílica”.
    História do Leandro, Belém – PA

    Ver para entender

    Nem só de fiéis vive o Círio, há os que não seguem nenhuma religião, mas que chegam para conhecer e participar desta manifestação cultural tão famosa. Foi o caso do Diego que é fotógrafo, paulistano de nascimento e paraense de coração. Enfrentando suas questões – e restrições – em relação à Igreja, mas mantendo seu foco nas histórias e culturas diversas, Diego conseguiu ver só o lado bonito de tudo. E de uma maneira muito intensa.

    cirio para todos
    Diego Imai do Blog Dicas de Viagem

    “Independente de crença e religião, você vê que todo mundo é igual e que a fé está dentro de todo mundo. Foi muito lindo! Recomendo.”
    História do Diego Imai, São Paulo – SP

    Sobre as histórias…

    Convidada pela Lu do Te Vejo Pelo Mundo para reapresentar o blog na cobertura do Círio 2019 junto com a Secretária de Turismo do Pará, me enchi de expectativas. Para contextualizar: sou caipira, pira, pora, Nossa Senhora de Aparecida. Nasci em Aparecida (SP) e desde cedo me entendi com Nossa Senhora como “alguém próximo”. Era a “minha” Nossa Senhora. Por mais que entenda que as Imagens de Nossa Senhora espalhadas pelo mundo (Fátima, Guadalupe, Aparecida, Nazaré) são representações locais de Maria, há esta competição sem razão entre festas e demonstrações de fé. Portanto, fui disposta a conhecer, mas certa de que a festa de Nazaré não impressionaria uma “filha de Aparecida”.

    Tata Macedo para o TVPM
    Foto Diego Imai – Histórias do círio de Nazaré

    E como que para provar que eu estava errada, eu vivi o Círio por completo, em todas as suas emoções. Vi a apresentação do novo manto, dentro da Basílica e senti aquela emoção que só um templo lotado de pessoas de muita fé pode dar. Emoções iguais, mas diferentes. Acompanhei a romaria fluvial onde reconheci a relação de ambas Imagens com a água. Iguais, mas diferentes. Assisti a preparação da festa, na véspera, com a trasladação da Imagem até a Catedral. Lembrei daquele burburinho que antecede o “grande dia”, com as ruas tomadas por devotos, muitos já posicionados para o dia seguinte. Aquela confusão organizada, aquele desejo de que tudo dê certo. Iguais. Mas aí veio o Círio. Aí foi diferente.

    Diferente e incrível

    Diferente do que havia planejado, diferente do recomendado, diferente de tudo que tinha feito: segui a procissão do Círio. Deixei de ser a colaboradora, deixei de ser a profissional, deixei de ser só de Aparecida. Fui como qualquer outro devoto de Nossa Senhora, descalça, emocionada e agradecida, do começo ao fim. E ainda fui abençoada de conseguir encostar na poderosa corda. Da festa Padroeira do Brasil fui conquistada pela festa da Rainha da Amazônia, onde o povo é o protagonista. Pude entender que Maria é igual. Já as festas, diferentes.
    Minha história, Thaís Macedo, Aparecida – SP

    Espero que você tenha se emocionado tanto quanto eu com as histórias do círio de Nazaré, o evento é realmente algo grandioso e muito mais emocionante do que eu imaginava. Se você também tem uma história com o Círio deixe aqui nos comentários para que a gente possa saber.

  • Principais dúvidas sobre a Oktoberfest de Munique

    Principais dúvidas sobre a Oktoberfest de Munique

    Dia 21 de setembro vai começar a Oktoberfest 2019, em Munique, na Alemanha, e vai até o dia 6 de Outubro. A festa da cerveja alemã acontece há mais de 200 anos e é conhecida mundialmente, atraindo milhões de visitantes. No ano passado, o público foi de 6,3 milhões e a expectativa para este ano é de receber ainda mais pessoas. Reuni nesse artigo todas as informações que você precisa saber antes de ir para a maior festa cervejeira do mundo.

    Oktoberfest de Munique

    Eu fui na Oktoberfest e amei a experiência. Na época, não entendia como as coisas funcionavam por lá e pesquisei bastante. Portanto, este post é para ajudar quem tem interesse em conhecer um dia. Aqui vou responder as principais perguntas que ouço sobre o evento. Vamos lá?

    Como é o espaço? É um parque?

    Uma área gigante da cidade de Munique se transforma em um parque, o Wiesn, no período do Oktoberfest. O parque abre às 10h durante a semana e às 9h nos fins de semana e fecha às 23h30. A entrada é gratuita, você só precisa passar por uma revista rápida. Lá dentro tem uma área com barracas de comidas típicas, lojas, espaço de jogos e brinquedos, é uma festa é para toda família.

    Oktoberfest Munique parque
    Parque de diversão

    E, claro, um espaço enorme é dedicado aos biergartens que são as tendas das cervejarias. Cada cervejaria tem a sua própria tenda e são  gigantescas. A entrada é controlada por idade e lotação, portanto é muito comum ver filas nas tendas mais famosas.

    Confira nossa experiência cervejeira

    Como funcionam os Biergartens

    Cada tenda tem sua própria atração e sua própria cerveja. Para entrar nas tendas tem que chegar cedo, porque apesar de grandes, elas enchem rápido. Eu chegava no parque por volta das 13h, entrava na tenda escolhida e só saía de lá à noite.

    Biergartens
    Biergartens Munique

    Uma coisa que eu não sabia era que para comprar cerveja é preciso estar sentado em uma mesa e esperar ser atendido pelas garçonetes. Não existe bar. Se estiver com um grupo grande (mais de 10 pessoas), é recomendável reservar uma das mesas no site da cervejaria, com antecedência de meses e correndo o risco de não conseguir, porque apesar de caras, elas esgotam rápido.

    meninas na mesa do Biergartens
    Nossa mesa

    O ideal é ir em grupos menores e tentar se espremer na mesa de alguém. Tem que usar a simpatia – e cara de pau – para pedir para sentar na mesa dos outros, mas não se preocupe, é bem comum e no geral as pessoas deixam numa boa. Outra opção é sentar em mesas que estão reservadas para outras pessoas, mas que ainda estão vazias, e sair quando elas chegarem. Quem sabe não é hora de fazer amizade e ficar na mesa com os donos? Os alemães são bem festeiros e, com tanta cerveja, é muito fácil conversar com eles.

    Qual Biergarten mais legal?

    Em todas as tendas há muita música e cerveja boa. As pessoas dançam em cima das mesas brindando com suas canecas o tempo todo, principalmente quando toca a música Ein Prosit, que logo você aprende a cantar num alemão de Taubaté.

    As tendas mais conhecidas da Oktoberfest de Munique são: Augustiner, Paulaner e Hofbräu. Todas as cervejarias têm sede na região da Bavária e a Augustiner é a mais antiga delas.

    Oktoberfest Munique Paulaner

    A minha preferida foi a tenda da Paulaner. Achei divertida e mais tradicional, com mais alemães do que turistas. É a patrocinadora do time do Bayern e os jogadores costumam dar as caras por lá no primeiro fim de semana. A tenda da Hofbräu também é muito bacana, é mais “internacional” e rola um clima de paquera mais intenso. Em português claro: é a tenda da pegação. Talvez por ser a única tenda com espaço especial para pessoas sem mesa, onde é possível ficar de pé e ainda assim, pedir sua cerveja. Enche muito rápido, chegar cedo é essencial para conseguir entrar.

    Conheça os detalhes da cervejaria Hofbräu

    A minha dica é arriscar cada dia em uma tenda diferente.

    Como são os banheiros

    Por incrível que pareça, não são caóticos. Em uma festa da cerveja, dá para imaginar que a movimentação é grande, mas a fila tem a organização alemã e anda muito rápido. Há muita disponibilidade de cabines e é tudo bem limpo.

    O traje típico é obrigatório?

    O traje típico é opcional, mas a grande maioria das moças estará usando o Dirndl e dos rapazes o Lederhosen. Os trajes são vendidos por toda cidade, inclusive nas grandes lojas de departamento. O mais barato que encontrei custava 40 euros.

    Traje tipico Oktoberfest Munique
    Oktoberfest de Munique traje típico

    Eu improvisei um look “alemã made in Brazil”, mas quem estiver afim de entrar mesmo no clima, vale o investimento. Falando em clima, não esqueça de que setembro é outono europeu, portanto faz muito frio. Mesmo com muita cerveja para aquecer, vale caprichar no casaco também.

    Importante saber: para as meninas, laço no avental na direita é pras comprometidas, laço pra esquerda, para as solteiras

    É caro ir para a Oktoberfest de Munique

    Depende. A entrada é gratuita, tanto no parque quanto nas tendas. Você paga o que consumir. Uma caneca com 1 litro de cerveja custa por volta de 11 euros, preço padrão de todas as cervejarias. Quem converte, não se diverte, entao pensa no preço só em euro, tá?

    Cerveja alemã

    Vale  lembrar que a cerveja alemã já é forte e eles criam uma versão ainda mais forte para a festa, portanto mesmo que você passe o dia todo na tenda, dificilmente vai beber mais que cinco canecas. Eu tentei, pode acreditar. As comidas também têm preços bem acessíveis.

    O maior gasto que você terá com a Oktoberfest Munique será com hospedagem e a passagem aérea.

    Quero ir, como faço?

    Se planeje! As passagens aéreas para Munique ficam mais caras na época do evento, portanto tem que ficar de olho nas promoções. Vale entrar no site da cia. aérea alemã Lufthansa e monitorar os preços. Quem sabe até fazer um stopover em Frankfurt?

    As opções de hospedagens costumam esgotar logo, portanto tem que começar a pesquisa entre Abril e Maio. Tem de tudo: couchsurfing, Airbnb, Hotel, Hostel e até umas tendas que são montadas somente durante o evento e acabam sendo a opção mais econômica. Eu, que sou pão dura, fiquei na tenda The Tent e adorei, achei a estrutura incrível.

    O legal é que Munique tem um bom serviço de transporte público. De todo canto da cidade é possível chegar tranquilamente na estação de metrô Theresienhöhe (linhas U4 e U5), onde ocorre o Oktoberfest.

    Dica Imortante

    Dê uma pausa na bebedeira e reserve um dia (ou dois) para conhecer Munique e outras cidades na região da Bavária, que são lindas!

    E aí, animou? Se ainda tiver alguma dúvida, deixe aqui nos cometário que responderemos assim que possível. Te vejo na Oktoberfest de Munique. Prost!

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